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36

PROJECTIONS ET PERSPECTIVES

COUPES - SECTIONS
COUPES

COUPE X



De' -

(d'après NF P 02-0011
P 02-002).
Représentation d e I
de la portion oe 3 0
arrière d u ptar s e c a


Situer c h s s . e o a

par sa trace.
• Repérer chaqai
m o y e n d ' u n e mers»
juscule répétée a u
d u trait d e COL-DC r
saire, à c h a q u e c n a
direction d e c e t r a t


Désigner c~5-_-=

ses lettres : « c o u f
s i m p l e m e n t « coup»
Le s e n s d ' o b s e r v a
d i q u é par d e s fécr
aux extrémités d u t a
• La s e c t i o n doit
s e n t é e e n trait f o r t e
h a c h u r é e (fig. 1) o u . » i
saire, t e i n t é e (voir p a g e 27]
• En cas d e b e s o ter sur u n e c o u p e , e r
rompu,
certaines
paM
c a c h é e s s> e e s = : compréhension
du
oes

e l

c

ri

r*
i

i

i

!C

(

f c

(fig-1 )


Éviter d e

couper

m e n t s d o n t la c o u p e - e zam
rait pas u n e repn
lisible : f e r m e s ,
dans le s e n s d e l a
quartier t o u r n a n t d"i

(fig.D.

SECTIONS

B I



Définition :

(d'après N F P 0 2 - 0 0 3 .
Représentation d e t
l'objet située d a n s u n plan s é cant.


Repérer

comme

pour

la

c o u p e , mais a v e c d e s lettres
minuscules.
1=

HF*

H
Section a

S e c t i o n sortie (fig. 3 ) .
S e c t i o n s rabattues (fig. 4 ) .
N o t a : L e s f l è c h e s p e u v e n t être
utilisées pour i n d i q u e r le s e n s
d ' o b s e r v a t i o n . Si les s e c t i o n s
rabattues

sont

importantes :

c o n t o u r s en traits fins et ha36

chures.

PROJECTIONS ET PERSPECTIVES

37

COUPES PARTIELLES
iSENTATION

©

CARRELAGE : 1

COUPE A

as toujours n é c e s irésenter la c o u p e
m bâtiment o u d ' u n
fait alors une coupe
intations sont sur; dans les d e s s i n s

-ec-érera par d e s lettres

j p e s partielles horin ajoutera si n é c e s ;au du plan sécant.

- e s coupes partielles
iz~~
:a= -acérées sur tes
: a s : srtent un titre qu
s - — a t : : :_er (fig. 2).

•e
:

1

-

.es

: s
:.
. -

:e:a s ce certains o u sonî r e p r é s e n t é s par la
: ; " r e a'une travée ou
e :ype.
i o ' s les a x e s repérés
: a~s CJ permettent de
: r = : e : a is ( f i g . 3 ) .

COUPE DU CHENEAU - FAÇADE NORD
COUPE TRANSVERSALE DU PLANCHER
Gorge centrale


; ' s cas, afin d ' é v i - : a - a : - a : e - - . e r deux c o u p e s
p a r a e ï e s et d e façon à d o n n e r
m d é t a i d e lecture facile, o n
r a la c o u p e partielle
tive cavalière dont la
: a a e e a . tableau est la
:e : a - . e e (fig. 4 ) .

vues en arrière du
>ont g é n é r a l e m e n t
très simplifiées.

^ 1 2

débouchée

|
,'o|.2
Dalle BA coulée snr place
o

2 5

%j*—><\Enduit-

Dl3h*e

Remplissage BA
coulé sur p l a c e < " 0 * . ; \.'• ',' W, "

-'- : T : : - c e t être repré' - T T --a :s o r t s et h a c h u e o u tentée (voir page 2 7 ) .
;

4
I

l

textes c o m p l é m e n t a i r e s
si b e s o i n est, la n a '
matériaux o u d o n n e n t
: ••- : : : - s ce •'abrication.
Enduih

plarre

37

PROJECTIONS ET PERSPECTIVES

30

FAÇADES
Ce sont les v u e s e n élévation d e s faces extérieures
d'un bâtiment. On ne figure qu'exceptionnellement sur
ces d e s s i n s les parties c a c h é e s . T o u t e f o i s o n indique
parfois sur c e l l e s - c i , et par d e s pointillés limités, le
niveau d e s planchers.
O n d é s i g n e les façades d ' a p r è s leur orientation ; si
elles sont intérieures, o n porte e n plus la m e n t i o n « sur
cour ».
D e u x sortes d e d e s s i n s :


Les d e s s i n s « au trait » :

Ils f i g u r e n t les limites et les natures d e matériaux
(fig. 1) ( é v e n t u e l l e m e n t g r i s é s , pointillés, etc.).



L e s d e s s i n s a u t r a i t et « r e n d u s »

O n y trouve les m ê m e s r e p r é s e n t a t i o n s q u e c a r s e s
d e s s i n s « au trait ». De plus ils sont o m b r é s ( o o * «
à 45°) et entourés d e p e r s o n n a g e s o u v é g é t a t i o n o c r t
la représentation s c h é m a t i q u e est la ssee a ~ ' ~- du dessinateur.
Les é l é m e n t s r e p r é s e n t é s , en plus d e l ' a r c h î t e c a ^ L
n'ont pas q u ' u n but décoratif.
Ils d o n n e n t u n e i d é e v i s u e l l e d e l ' é c h e t e d e s
c o n s t r u c t i o n s et d o i v e n t d o n c , e u x - m ê m e s , ê t r e d e s s i n é s à l'échelle d e s façades (fig. 2 ) .

©

• ••••
• ••••
• ••••
• ••••
• ••••
• ••••

38

PROJECTIONS ET PERSPECTIVES

PLANS DE MASSE ET DE SITUATION
ET ECHELLE DE CES PLANS
(voir pages 8 et 12)
:
-.• :-•

~ e s s e ( f i g . 1 ) et le plan d e situation (fig. 2 ) se rapportent à la m ê m e c o n s t r u c t i o n . La figure 3 m o n t r e
'esentation très utilisée dans laquelle d e s o m b r e s projetées au sol d o n n e n t une idée d e s v o l u m e s .

Echelle: 1 / 1 0 0 0

Echelle : 1 / 5 0 0 0

IL

R O U T E

DE

L

r

0 N

R N

14 1

39

COTATION - MODULATION - TOLÉRANCES

EXEMPLE DE COTATION
COTATION D'UN PLAN

(d'après NF P 0 1 - 0 0 7 et P 0 2 - 0 0 5 , voir pages 55 à 62)

11,90

L e s c o t e s d'implantation d e s cloisons sont rarement
d a n s l'industrie sauf e n d e s cas particuliers.

. - - . - - r ' ? ± p bgn&s àe c&tes axiè/iewes
s.

es a:<.érations de la

• Les p o r t e s intérieures p e u v e n t être c o t é e s mais il
serait préférable d e le faire s u r u n plan à plus g r a n d e
échelle.

au çtsrt, sur chaque

face rr 'est pas

toujours

« cinq », mais

peut

construction.

d T m p l a n t a t i o n ne sont g é n é r a l e m e n t i n d i q u é e s q u e s u r d e u x côtés d u plan dans d e u x d i r e c t i o n s

N

COTATION - MODULATION - TOLÉRANCES
PASSAGES ET CIRCULATIONS

m

COTATION - MODULATION - TOLÉRANCES

DIMENSIONS DES CONSTRUCTIONS
GARDE-CORPS
(d'après NF P 0 1 - 0 1 2 )
Ils sont destinés à éviter les chutes fortuites et n o n l'escalade v o l o n taire.
a Garde-corps plein.
La hauteur d e protection est la seule prescription i m p o s é e (voir page
65).

•^11 cm

• Garde-corps ajouré.
En plus d e la condition de hauteur et d u fait d e s v i d e s laissés e n t r e
les é l é m e n t s qui le constituent, il faut respecter c e r t a i n e s d i s p o s i t i o n s
de manière :
- à préserver des chutes d u e s à un pied qui glisse o u au c o r p s roulant
sur le sol.

s. ; ;

fini

e —5cm

?^11cm

-

à rendre difficile l'escalade qui réduirait la hauteur d e p r o t e c t i o n .

-

à ne pas p e r m e t t r e à un enfant d e passer le c o r p s par un ajour.

• Vides entre éléments verticaux
Entre barreaux o u panneaux.
Le vide m e s u r é horizontalement entre é l é m e n t s v e r t i c a u x doit être au
plus de 11 c m (fig. 1).



- Vides entre éléments horizontaux
Entre lisses o u panneaux.

*

i

y/7/////,
--15c

m

e^18cm

1. V i d e s e n partie b a s s e .
Ce vide m e s u r é verticalement entre le s o l et l ' é l é m e n t inférieur hor'h
zontal sera au plus de 11 c m (fig. 2 ) .
Pour les r a m p e s d'escalier, il sera d e 5 c m m e s u r é p e r p e n d i c u l a i r e ment à la pente s'il n'y a pas d e limon (fig. 3) et d e 1 8 c m s'il y a u n
limon (fig. 5 ) .

/
2. Socle o u lisse b a s s e
Lorsqu'un é l é m e n t horizontal (fig. 4) p e r m e t u n s t a t i o n n e m e n t p r é caire (h =£ 4 5 c m ) , H ' doit être > 9 0 c m , H restant ^ 1 0 0 c m , o u
fonction d e E si E > 2 0 c m (voir page 65, tableau 1 ).
Sur une hauteur d e 4 5 c m à partir d u s o l les é l é m e n t s offrant u n a p p u i
au pied doivent être évités (fig. 6 ) .
3. V i d e s h o r i z o n t a u x
La distance verticale entre les é l é m e n t s h o r i z o n t a u x doit être au p l u s
Ho 1 fl <^m

h =4-5 cm

li\n Q n» Ct\

• Garde-corps comportant des éléments autres q u e verticaux
ou horizontaux

8.

Ils ne d o i v e n t pas p e r m e t t r e le passage d u gabarit d o n n é f i g . 7, q u e l l e
q u e soit s o n orientation dans le plan d u g a r d e - c o r p s .

e^15cm
h = 45cm
e'^18cm

• G a r d e - c o r p s c o m p o r t a n t u n é l é m e n t inférieur p e r m e t t a n t l ' a g e nouillement
Cas d e la fig. 5 : si 4 5 c m « h < 5 0 c m et E > 2 5 c m , alors H doit ê t r e
respecté (voir page 6 5 tableau 1) et H , 3s 5 0 c m .
Cas de la fig. 6 : si h > 4 5 c m et E < 2 5 c m , H s e r a f o n c t i o n d e E (voir
page 6 5 tableau 1 ) .

e^5cm
ek18cm

N o t a . Les lisses parallèles d e s r a m p e s d ' e s c a l i e r s étant i n c l i n é e s , o n
pourra admettre q u ' i l s ne facilitent pas l'escalade e t placer d e s l i s s e s
e n parties b a s s e s (fig. 9 ) .

1

SANITAIRE - CHAUFFAGE

CANALISATIONS - POMPES - COMPTEURS

1

1

lU

T

Z •

(2)

Canalisation c a c h é e

/ T N Canalisation en avant
\ZJ d u plan d e c o u p e et
en combles

Z

+ + — + +



v

>ut différencier les canalisations en utilisant d e s traits d e genres, d ' é p a i s s e u r s o u
1 choisira c e s traits d e manière qu'ils soient nettement différenciés et e n tenant
î la r e p r o g r a p h i e et éventuellement d e la m i c r o c o p i e .

ALTÉRATIONS DIVERSES
Point fixe
( $ ) Lyre d e dilatation

J l

( 1 0 ) Calorifuge
Z~ _ i

CANALISATION



(]2)

S e n s de pente

^—

pour la purge

sens a s c e n d a n t


IEGULATION
Liaison fluidique

• -

®

~

ÏTICALES VUES EN PLAN
•r"

: . r r c . -e
1* ÉMM n i ilinn

#



O

: r.=_« : - . a i e s

;

• " S

T

ou

• : :se:

®

Liaison électrique

Conduite
de retour

©

#

ou

Chute d'eaux
ménagères
Chute unique

• VENTILATEURS • COMPRESSEURS
irai

(24) P o m p e centrifuge
Ventilateur
hélicoïde

e : due
r

<§>

Ventilateur
centrifuge

W-~=jRS

:e gaz

Ef

Ec

d'eau
froide

d'eau
chaude

de
vapeur

Aco

Eco

FO

d'air
comprimé

d'eau
condensée

de
fioul

[=•

SANITAIRE - CHAUFFAGE

EXEMPLES DE SCHÉMAS

F

Schéma d'un groupe hydropneumatique.

\
Vidange

1

Installation

Schéma d'un poste d e détente alimentant un échangeur
raccordé e n b y - p a s s s u r u n e installation e x i s t a n t e .
Tableau

Exp.

| L _

1

—(xKj^-tO-J

Aller

COUVERTURE - ÉTANCHÉITÉ

EXEMPLES DE DESSIN
C O U V E R T U R E EN ZINC - Vue de dessus
11.80
50

H.15 p e n t e

5mm

50

p m

z i n c N ° 12
t> 81

87

F

2,10

1

501
42

IH.15

p e n t e 5 ir.r^

c m

^50

18 x 0 , 6 3

Légende : Zinc ep. 0,7 mm. Simple agrafure F. 2.00 x 0,65 ~ i . - Nota. Les chéneaux et rives exigeraient des dessins de détail.

É T A N C H É I T É - Vue de dessus

ÉLECTRICITÉ

113

SYMBOLES GRAPHIQUES
Symboles
DÉSIGNATION

Schémas

Appareils
d'interruption


S y m b o l e général
(Interrupteur)



Commutateur
« va-et-vient »



Commutateur
à d o u b l e allumage



Commutateur à 2
tions avec arrêt.

A

7
Y

7.

direc-



Inverseur



Interrupteur à lampe
témoin

DÉSIGNATION

Implantation

/n

cfm



Serrure à c o m m a n d e
électrique



Rhéostat



Poste t é l é p h o n i q u e



Haut-parleur



Récepteur radiophonique



Appareil de c u i s s o n .
Ex 2 2 0 V - 4 kW



L a m p e d e signalisation ...



Détecteur d'incendie
(vélocipédique)



S o n n e r i e électrique



Ronfleur électrique



Signal a c o u s t i q u e



C h a u d i è r e électrique
(voir aussi page 102)

Symboles

6=ù

fa
oo

=Lrj
220 V
4kW

Boutons poussoirs


A c t i o n => contact



A c t i o n => c o u p u r e

—o

o—

Appareils
d e protection


C o u p e - c i r c u i t à fusible ....



C o u p e - c i r c u i t à fusible à
lampe t é m o i n



Disjoncteur symbole
général

-EE3-

Émetteurs de
c h a l e u r électriques

NB. On peut porter sur ces symboles le courant nominal.

Appareils
d'éclairage

x

Lampes :
• S y m b o l e général


à incandescence



à l u m i n e s c e n c e ou
fluorescence



Radiateur électrique



C o n v e c t e u r électrique



Plinthe chauffante
électrique



S

Rampes :

Chauffe-eau
Éléments
électromagnétiques



S y m b o l e général



S y m b o l e général





=

Contacteur
électromagnétique





=

Vanne électromagnétique
(voir é g a l e m e n t page
100)

à incandescence
a luminescence
ou f l u o r e s c e n c e

M

Élévation

Vue de
dessus

*n~rn
V lui ni

v 11111111

(Voir page 102)

ÉLECTRICITÉ

EXEMPLE DE SCHÉMA GÉNÉRAL
s s c h é m a s g é n é r a u x indiquent dans leurs grandes lignes la répartition d e s circuits et les é q u i p e m e n t s g é n é
ix.
o e u v e n t c o m p o r t e r les indications suivantes :
Nature d e s c o n d u c t e u r s ,

(voir T E C H N O R B Â T I M E N T 2).

Nature d e s t u b e s et c o n d u i t s , (voir T E C H N O R BÂTIMENT 2).
Section d e s c o n d u c t e u r s ,

(voir T E C H N O R B Â T I M E N T 2).

~ e n s i o n - Courant n o m i n a u x des protections. Éventuellement m o d e de p o s e .

LU
O

L14
L13
L12
L11

Chambre
Chambre
Grenier
Escalier

F5
F4
L10
L9

Chambres
Chambres
Chambres
Chambres

"t-

L8
L7

Bain
Escalier

-m-

F3
L6
L5
L4
L3
L2
F2
F1

<
C\

LU

-MF-

<

h
-UJ

T
T

LU

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•LU

en
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<
X
O
LU
Q
]

C

t

Wh

Wh

—n—J%—
O

°?

3
O
(h

(7)

9

L1

et
et
et
et

2
4
2
4

Salle à m a n g e r - b u r e a u
Salle à m a n g e r
Bureau
Salon
Hall d ' e n t r é e
Cuisine

Cuisine
Cuisine

\

I

N
LU

1
3
1
3

C a v e - garage

115

ÉLECTRICITÉ

EXEMPLE DE DESSIN D'IMPLANTATION
C O U L E U R S D'IDENTIFICATION

Circuits

O n p e u t différencier les circuits en utilisant pour
les t r a c é s d i v e r s e s c o u l e u r s ou c o n v e n t i o n s de
r e m p l a c e m e n t c o m m e dans le cas du p r é s e n t
dessin.

FUMOIR

c

Couleurs

Éclairage
Force motrice
C u i s s o n , chauffage
É n e r g i e d e nuit
Très basse tension

vert
orange
rouge
bleu
jaune

néani
néant

if tel

^<®3®2Jt:___L_^

Y

©2

1

BUREAU

SALLE A
MANGER

x 2
V

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Conventions

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SALON

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CUISINE
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^ =GRILLE
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T

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115



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