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Nom original: XVII CLINIC Força.pdfTitre: Diapositivo 1Auteur: Luis Monteiro

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XVII CLINIC
Análise de Indicadores de Força Explosiva de Potência e
de Resistência de Força Explosiva em Judocas Juniores vs.
Judocas Seniores

Coimbra, 6 de Outubro de 2012
Luís Monteiro

INTRODUÇÃO
OBJETIVOS DO TREINO DA FORÇA:







Aumento na Capacidade do Desempenho
Desenvolvimento Harmonioso
Previne e reduz Lesões
Prevenção e Correção de Alterações Posturais
Aumenta a Autoestima
Autoconfiança

CONCEITOS
FORÇA:








Força Rápida: Força Inicial e Força Explosiva
Força Explosiva Máxima
Força Máxima: Concêntrica, Isométrica, Excêntrica
Força de Resistência e Força de Resistência Explosiva
Potência
Força Reactiva
Força Útil

FORÇA ÚTIL
GESTO TÉCNICO/Tarefa

Tempo para executar/Realizar
Força

Apoio do Velocista

90 -100 ms

Salto em Altura (apoio)

120-170 ms

Salto Vertical (C/Rotação)

800 ms

Soco

50 ms

Toque de Esgrima

80 ms

Pontapé de Futebol

120 ms

Salto Vertical (CMJ)

800 ms

Projeção de Judo
QUEDA (IDOSO)

300-500 ms
200 ms

FORÇA EXPLOSIVA MÁXIMA (N.S-1)

TAXA DE PRODUÇÃO DE FORÇA
Élite Masculino -66Kg (VERMELHA)
Júnior Masculino -90Kg (azul)

A Força Explosiva e a Potência
• A Força Explosiva Máxima e a Potência
são indicadores do nível do Treino dos
atletas e é considerado uma das
principais determinantes da performance
atlética que requere a produção de força
explosiva, tais como saltos, laçamentos,
projecções, etc.
• (Busko et al., 2008; Kawamori et al., 2004; Cormie et al., 2009)

Máxima Produção de Força(N.s-1) e
Potência (W)

Quantidade de Força Desenvolvida pelo
Judoca Júnior vs. Sénior(até 350 ms)

Variáveis que
Discriminam os
Judocas

Curva Força-Velocidade dos exercícios Remada e
Supino
Curva Força-Velocidade
1,4

1,2
1
Remada

0,8

Supino

Velocidade (m/s)

0,6

Polinomial (Remada)
Polinomial (Supino)

0,4
0,2
0

0

200

400

600
Força(N)

800

1000

1200

1400

1600

Curvas da Força-Potência no Supino vs. Remada em
Juniores vs. Seniores

Row
900
800

Bench Press

600

700
Polinomial (Row)

500

600
Polinomial (Bench
500
Press)

400
300

Power (W)

Power (W)

700

200
100
Force (N)

0
0

500

Bench-press

400

Row

300
Polinomial (Benchpress)

200
1000

1500

Fig. 1 Curva de Potência dos Seniores

Polinomial (Row)

100
0
0

500

1000

Force (N)

Fig. 2 Curva de Potência dos Juniores

Diferenças das Formas de Manifestação de Força no Supino
entre a Equipa Nacional Júnior e Sénior Masculina
Supino

Junior (n=20)

Senior (n=20)

Sig

% Jun vs.Sen

1RM (Kg)

85,6±15,1

108,3±16,3

**

-21%

Veloc. max(m/s)

5,08±0,25

5,09±0,66

ns

-

Carga da Potência (Kg)

40,1±10,4

50,5±11,1

**

-20,6%

Potência Máxima (W)

692,7±150,5

1091±546,8

**

-36,5%

9,53±1,1

14,8±7,9

**

-35,6%

1130±343,8

1649,1±610,7

**

-31,5%

16±5,4

22±6,3

**

-21,3%

76560±25818

93080±44613

*

-17,7%

13

15

ns

-

Potência Máxima Relativa (W/kg)
Força Máxima (N)

Força Máxima Relativa (N/kg)
RFD (N/s)

Resistência de Força explosiva (nº)

Velocidade do Número de Repetições no
Supino com a Carga da Potência (≈50% 1RM)
Média da Velocidade (m/s)

1,2

1

0,8

0,6

Senior (-66Kg)
Junior (-66Kg)

0,4

0,2

0

1

2

3

4

5

6

7

8

9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26

Número de Repetições

Resistência de Força Explosiva

Curva da Fadiga de Braços (Supino) – Potência (W)

FORÇA REACTIVA

TESTE DE FORÇA EXPLOSIVA DE PERNAS
(CMJ)

O Countermovement Jump e a Diferença das Variáveis do CMJ
Altura(cm), Vmax(m/s), Força Máxima (N), Potência Máxima (W) e
RFD ma Equipa Nacional Júnior e Sénior Masculina de Judo
Junior (n=20)

Senior (n=20)

Sig

% Jun vs.Sen

Altura (cm)

43,9±6,3

43,8±5,4

ns

-

Vmax(m/s)

3,29±0,4

3,35±0,35

ns

-7,3%

0,276±0,114

0,307±0,135

ns

+9,4%

Força até à Vmax (N)

16078±4567

20268±3709

**

-20,7%

Pmáx Ecc (W)

849,3±415,6

967,8±304

**

-12,2%

11,5±5,9

13,5±3,9

**

-14,8%

2258±597,4

2411±596,2

ns

- 6,3%

30±6,3

32,9±5,8

ns

-8,8%

1102±180,2

1125±238,8

ns

-2,0%

14,9±5,47

15,3±2,3

ns

-2,6%

25350±7783,2

25530±9007

ns

-0,7%

Countermovement Jump

Rel 2/3

Pmáx Ecc Rel (W/kg)
Pmáx Ccc (W)
Pmáx Ccc Rel (W/kg)
Fmax Ccc (N)
Fmax Ccc Rel (N/kg)
RFD (N/s)

Construção de Programa de Força

Aspectos a ter em consideração

Recomendações na Elaboração de
Programas
•TREM SUPERIOR / TREM INFERIOR
•NÚCLEO (CORE) – (Abdominais)
•AGONISTA / ANTAGONISTA
•GRANDES GRUPOS MUSCULARES /
PEQUENOS GRUPOS MUSCULARES

Exercícios 1 – Estilo Olímpico
Exercícios 2 – Força de Base
Exercícios 3 – Exercícios Auxiliares

Jeff Capenter (2007). Physical
Education Self-Management, for
Healthy, Active Lifestyles.

Adequação organizativa das cargas

PLANIFICAÇÃO CONVÊNCIONAL
VS
PLANIFICAÇÃO ALTO RENDIMENTO

Aspectos a ter em consideração







Nível do deportista
Anos de experiência no treino com cargas
Tempo dísponivel para o treino
Calendário das competições
Momento do ciclo de treino
O treino da força não é um fim em si
mesmo

Metodologia Tradicional








Melhoria da resistência da força geral
Melhoria da força dinâmica máxima
Melhoria da força isométrica máxima
Melhoria da força explosiva
Melhoria da resistencia de força explosiva
Melhoria da potência
Optimização

Estructura metodológica tradicional
ETAPA BÁSICA
PERIODO PREPARATORIO GERAL

Mesociclo

Mesociclo

Mesociclo

Mesociclo

Introdutório

Desenvolvimento

Estabilizador

Desenvolvimento

1

Força
Resistência de
dinâmica máx
força
(VH)

2
Força
dinâmica e
isométrica

Força
dinâmica máx
(VN)

Estructura Metodológica Tradicional
ETAPA ESPECÍFICA
PERIODO PREPARATÓRIO
Mesociclo
De Control

Mesociclo
Aperfeiçoamento

Resistência de F.
Força Explosiva
Explosiva

Mesociclo
Precompetitivo

Potência

Desenho- Tipo dos Programas
MELHORIA DA FORÇA DINÂMICA

Vía hipertrófica
(6-8 semanas)

Magnitude carga: 70-80% 1RM
Series/repet. : 3-4 / 7-12
Sessões/sem: 3-4

Vía neural
(4-6 semanas)

Magnitude carga: > 80% 1RM
Séries/repet. : 3-4 / 1-6
Sessões/sem: 3-2

Muito importante é realizar o treino técnico
contextualizado

Desenho- Tipo dos Programas
MELHORIA DA FORÇA EXPLOSIVA
F. Explosiva máxima
(4-6 semanas)

Magnitude carga: 100%-70%
Séries/rep : 3-4/ 1-5
Sessões/sem: 3-5

Resistência de Força
Explosiva
(3-4 semanas)

Magnitude da carga:
Similar à da competição
Séries 2-3. rep. >80% FEM

Desenho- Tipo dos Programas
MELHORIA DA POTÊNCIA
FASE GERAL
Magnitude da carga:
A mesma onde se
adquira a máxima
potência

Ser/rep: Até valores >
90% de máx potência

FASE ESPECÍFICA
Nage komis
Competição

Metodologia de Alto Rendimento
• Utilização de cargas concentradas
• Maior dificuldade no momento de
controlar as adaptações
• Maior utilização de sessões selectivas
• Concretização dos objectivos
• Menor tempo para a aquisição das
adaptações previstas
• Menor tempo de rectificação

Estructura Metodológica A.R.D.
MACROCICLO 1
Mesociclo
Acumulação
Resistência de
Força
Força Máxima

Mesociclo
Transformação

Força
Explosiva

Mesociclo
Realização

Potência

Estructura Metodológica A.R.D.
MACROCICLO 2
Mesociclo
Acumulação
Força Máxima
F. Explosiva

Mesociclo
Transformação

Resistência de
Força
Explosiva

Mesociclo
Realização

Potência

Estructura metodológica A.R.D.
MACROCICLO 3
Mesociclo
Acumulação

Mesociclo
Transformação

Mesociclo
Realização

F. Explosiva

Resistência F.
Explosiva
Potência

Optimização

Exemplo de um exercício para desenvolver a potência com o Judo: 10 repetições cada sem
descanso. O peso usado é entre 50 a 70% da carga máxima. Assegurar que os exercícios
são feitos de forma correcta numa posição estável à máxima velocidade (vai ser lento por
causa do peso), especialmente o Uchi-komi.

1
3
2

Este é um conjunto de exercícios de “PUXAR” para a parte superior do corpo com o
treino do equilíbrio/estabilidade de forma a desenvolver a resistência de potência. Este
conjunto de exercícios deve ser completo nesta ordem:
1- Exercício partindo de uma posição de instabilidade;
2- Levantamento de peso;
3- Incorporar movimento específico para um exercício para assegurar a transferência de
potência.

Obrigado pela Vossa Atenção
luis.monteiro@fpj.pt


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