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Tu Para Siempre .pdf



Nom original: Tu_Para_Siempre.pdf
Auteur: mark

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Nota del autor

S oy T u e s d a y L o b s a n g R a m p a . * És t e e s m i ú n i c o n om b r e y,
ahora, mi nombre le gal, y no resp ond o a ningún otr o. Varias
cartas me llegan con una fantástica acumulación de nombres
añadida; van a parar directamente a la cesta de los papeles por
tirar, puesto que, com o digo, mi solo nom bre es: Tuesday
Lobsang Rampa.
Tod os mis libros s on v erace s; todas m is pret ensiones, fund a das. Hace años la prensa de I nglaterra y Alemania inic ió una
campaña en contra de mi persona, en días en que no me podía
d e f e n d e r a m í m i s m o, a c a u s a d e e s t a r p o s t r a d o, c a s i m o r ib und o, v íc t im a d e una t r om b os is c or ona r ia . F ui p e r s e g u id o
sañuda y locamente.
Aun ahora unas pocas personas me quieren mal, y por eso cole c c i o na n « e v id e nc ia s » ; a unq u e e s s ig n if ic a t iv o q ue n in g ú n
«colector de evidencias» haya intentado verme personalmente.
E s i n u s i t a d o e l n o c o n c e d e r a u n a « p e r s o n a a c u s a d a » un a
oportunidad de puntualizar su propia historia. Todo el mundo
es inocente antes de que se pruebe lo contrario. Nunca se ha
probado m i culpab ilidad; y ja más se me ha permit ido pr ob ar
mi autenticidad.
La prensa inglesa y alemana no me ha concedido el menor
sitio en sus columnas; de manera que me he v isto en la desa gra da b le p os ic ión d e sa b erm e inoc e nt e y v eraz , s ín p od er e xplicar a na d ie m i his t or ia, v ist a d es d e mi la d o. Una gra n ca dena de televisión me ofreció una entrevista; pero insistiendo
en que yo te nía que de cir lo que ellos pensaban que yo te nía
q ue c ont a r — d ic ho d e ot r o m od o, un m ont ón d e e m b us t e s .
Y o, lo q ue ne c e s it o, e s c o nt a r la v er d a d; v is t o lo c ua l, e ll os
no me dejaron asomar a la pantalla.
«T ue sda y», e n inglé s, s ignif ic a «mar t e s». C om o s ea q ue e l
lama tibe tano de clara s u nom bre en inglés y no e n s u id ioma
nativo, hemos respetado su manera de hacer. (Nota del T.)
7

Dé j e s e m e r e p e t ir q ue t od o c ua nt o e s c r ib í e s v e r a z . M is p r e tensiones son justificadas. Mi razón específica, cuando insisto, s e
ba sa e n q ue, e n un f ut ur o p róxim o, otr as p ers onas c om o yo
se presentarán, y no deseo que sufran todo lo que he tenido q u e
s uf r ir p or c u lp a d e la m a l ic ia y o d io p e r v e r s o d e u n o s
cuantos.
Un gran número de personas han v isto mis papeles, absoluta mente auténticos, probando que he sido un alto Lama del
P o t a l a , e n L ha s a , T i b e t , y q u e p o s e o e l t í t u l o d e d o c t o r e n
Med ic ina, graduad o en la China. Aunq ue la gent e haya v is to
dichos documentos, lo «pone en olvido» cuando la prensa anda
embrollando alrededor del asunto.
L e e d , p ue s , t od os m i s lib r os , b ie n s e gur os e n v ue s t r o f ue r o
interno de que todo lo que se escribe en ellos es verdad, y lo
que pret end o ser, es lo que
veréis.

realmente

soy. Le ed mis libr os y lo

T. Lobsang Rampa

Prólogo

El p r e s e nt e lib r o e s u n c ur s o m uy e s p e c ia liz a d o d e ins t r u c c ión d e st inad o a c ua nt os e st é n s inc era me nt e int er e sad os e n
conocer todas aquellas cosas que deben ser conocidas. P r i m e r a m e n t e
s e p e n s ó e n r e d a c t a r l o b a j o la f o r m a d e u n c u r s o p o r
c o r r e s p o n d e n c i a ; p e r o s e h i z o l a c u e n t a d e q u e s ería
nec esaria una organización tal que implicaría que cada u no
d e los e s t ud ia nt e s t e nd r ía q ue s a t is f a c e r una c uot a d e
treinta y c inco libras es terlina s por el c urso e nter o. Por ello,
con la colaboración de mis editores, se optó por la publicación
en forma de libro.
Un pobre, infeliz escritor no puede sacar mucho de sus libros;
y a s e s a b e , l o q u e ga n a e s m u y p o c o , y a u n , a m e n u d o , e l
autor recibe de todas las partes del mundo cartas cuyos autores
s e « o lv i d a n » d e i nc l u ir e n e l l a s la r e s p ue s t a p a ga d a . D i c h o
autor puede ha cer dos c osa s: pagar él mismo, o bie n ignorar
la carta.
En m i ca s o, m uy a t olond rad a me nte, he c ar ga d o c on e l c os te
del papel impreso, la mecanografía y los gastos de correo; pero
e l l o m e ha r e s u lt a d o d e m a s i a d o c o s t o s o. N o m e s i e nt o c o n
ánimos para responder las preguntas y cartas cualesquiera que
sean, a menos de que la gente recapacite sobre lo que digo.
Sin duda será interesante para el lector saber cosas como las
q ue s igu e n: m e ha n lle ga d o c a r t a s c om unic á nd om e q ue m is
libros eran excesivamente caros y pidiéndome ejemplares gra tuitos. Otro señor me escribió que mis libros eran demasiado
caros y me rogaba que le mandase una copia autógrafa de cada
uno de ellos y, como de pasada, me pedía la copia de dos
lib r os q u e n o e r a n m ío s , p a r a q ue t a m b ié n s e la s m a nd a s e .
Naturalmente, respondí la carta en cuestión.
Digo a m is lec t or e s, e ncar e c idam e nt e, q ue s i le e n e st e lib ro
les seguirá un gran provecho. Si lo estudian, el beneficio será
aún mayor. Para ayudarlos, hallarán incluidas las Instrucciones
9

q ue e s t a b a n d e s t ina d a s p r im it iv a m e nt e a l c ur s o p or c or r e s pondencia.
Sig ue a l p r e s e nt e l ib r o ot r o v olum e n q ue c ont ie ne e n f or m a
monográfica artículos sobre varios temas de interés ocultístico y
c ot id ia n o; e s t á r e d a c t a d o e n f or m a d e d ic c iona r io, u n d ic cionario glosado. Después de haber buscado por varios países
del m und o un glosario seme ja nte, he acabad o p or dec id irme a
escrib irlo yo mismo. C ons ider o est e segundo v olume n es en c i a l
p a r a c o m p l e t a r l a s n o c i o n e s d e l p r i m e r o , y h a c e r m á s útil y
provechoso su estudio.

T. Lobsang Rampa

Instrucciones

Nosotros — vosotros y yo — nos disponemos a trabajar juntos
para que v uestro desarrollo p síquic o p ueda proced er sin le ntit ud es. Alguna s d e es ta s le c c ione s ser á n p os ib lem e nt e m ás
largas y más difíciles que las otras; pero ninguna de ellas ha
s id o « r e lle na d a » c on a r t if ic io s . T od a s e lla s c ont ie ne n, ha s t a
ta nt o c om o es tá ba jo nue str o p od er, r ea l «a lim e nt o», s in a liños de fantasía.
Escoged una velada concreta, todas las semanas, para estudiar
e s t a s l e c c i o n e s d e t r a b a j o. A d q u i r i d l a c o s t u m b r e d e e s t u d ia r un t ie m p o f ijo,

en

u n l u ga r d e t e r m ina d o v e n e l m is m o

día de la semana. Aquí se trata de algo más que leer palabras;
hay q ue asim ilar ideas que os puedan ser m uy e xtrañas; ad emás, la disciplina mental os será de un gran auxilio.
Elegid un s it io — alguna hab itación apartada — d onde os e ncontréis cómodos. Aprenderéis más estando cómodos. Poneos
acostados, si Os gusta más así; pero, sea como quiera, adoptad
una actitud en la que no tengáis que mantener la musculatura
t e ns a ; e n la q u e o s p od á i s r e la ja r d e l t od o, d e m a ne r a q u e
la atención entera pueda concentrarse en la letra impresa y
e n los p e nsam ie nt os q ue e st án d e trá s d e e lla. Si os s e ntís
tenso, os es preciso dedicar gran parte de la atención a percibir
la sensación de la tensión muscular. Es indispensable que, por
e l e sp ac io de una hora , o d os, o la s q ue ne c e sit é is para le er
la le c c i ó n, na d i e v e n ga a r o m p e r e l hi l o d e v ue s t r o s p e n s a mientos.
Cerrad con llav e v uestro cuarto de estudio. Es preferible así; y
c erra d los p os t igos (o c or t ina s ) para q ue la s f luc t ua c iones de
la c lar ida d no d is tra iga n v ue s tra at e nc ión. Que ha ya una s ola
luz e n la

ha b it a c i ón; p or

e je m p lo,

una lá m p a r a d e p ie ,

s i t ua d a l i g e r a m e nt e d e t r á s d e v ue s t r a c a b e z a . a s t a p r op o r cionará una iluminación adecuada, dejando el resto de la habitación dentro de una discreta penumbra.

Manteneos tendidos, o en la posición que os resulte más cómoda
y de mayor reposo. Practicad unos breves instantes de relajamie nto; tal v ez, añad id a e so tres re spirac iones prof und as,
la una detrás de la otra; retened el aire por tres o cuatro
s e gu nd os , y e xp u ls a d lo e n t r e s o c ua t r o s e g und o s m á s . P e r mane c ed inm óv il un p er íod o de unos p oc os s e gund os má s y
e nt onc e s em p eza d la le ct ura de la le c c ión q ue c orr e sp onda.
Leed prim ero con tranquilidad, como quien lee un diar io.
Cuando hayáis terminado la lectura, haced una pausa de unos
c ua nt os m om e nt os p a r a p e rm it ir q ue lo q ue a c a b á is d e le e r
caiga dentro del subconsciente. Entonces, empezad de nuevo.
C a m i na d a t r a v é s d e l t e xt o d e la l e c c i ón m e t i c ul o s a m e n t e ,
párrafo por párrafo. Si hay algo que se os haga difícil de
c om p r e n d e r , r e d a c t a d u na n ot a ; e s c r ib i d la e n a l g ú n b l o c h
de notas s it uado a l efect o, que esté a mano. No int entéis memorizar nunca; no hace el menor prov echo el hacerse esclav o
de la letra impresa; el objet o de la lección es únicamente
caer dentro de vuestro subconsciente. Un esfuerzo consciente
dirigido a meterse en la memoria los textos a menudo bloquea u
obscurece el pleno sentido de las palabras. No os preparáis
p a r a unos e xá m e ne s , d o nd e s e r e q uie r e r e p e t ir a l p ie d e la
le t r a — c om o u n l or i t o — c i e r t a s f r a s e s d e l t e x t o. V os o t r os
lo que debé is hac er es ir almacenando c onoc imie nt os que os
per m ita n libr ar os de la s ca d e na s d e la car ne y os ha ga n v er
c la r o q ué c o s a e s e l c ue r p o h um a n o y q u é s e nt i d o t i e n e la
Vida sobre la Tierra.
Cuand o hayá is t erminad o la p rimera lect ura global del libro, y
procedáis a repasar sus lecciones, consultad vuestras notas y
estudiad de nuevo los puntos sobre los cuales habíais quedado
en d uda y no v e íais claros. Se ría demasiad o fácil escr ibirnos a
nos ot r os y r e c ib ir la r e s p ue s t a ; e nt onc e s la r e s p ue s t a no
caería dentro del subconsciente. Es más agradable y provechoso
para vosotros que logréis pensar la respuesta con vuestro
esfuerzo.
Deb éis ap ortar v uestro esf uer zo. Nada que v alga la pena p uede
lograrse sin esfuerzo. Todo aquello que se entrega gratis,

12

c a s i s ie m p r e e s p or q u e n o m e r e c e la m e n or c on s id e r a c i ó n.
T e né is q ue a b r ir v ue s t r a m ent e ; q ue r e r a s im ila r los nue v os
c onoc im ie nt os; t e né is q ue im aginar on q ue e l sab er p e netr a,
fluyendo dentro de v osotros mismos. Recordadlo bien: «Como
piensa, así es el hombre».

Lección primera

Ante s d e c ua lq uier inte nt o d irigid o a e nt e nde r la na t ura le za
del Super-yo, o d e tratar de alguna materia de est ud io « oc ul ta», hemos de estar s eguros d e que c omprend emos la natur a leza del hombre. Entendiendo por «hombre» el varón y la
mujer. Digamos desde ahora, y de una manera definitiva, que la
m uje r e s i gua l, s i m á s n o, q u e e l h om b r e e n t od o lo r e f e rente
a las cosas ocultas y las percepciones extrasensoriales. La
mujer, de hecho, muchas veces posee una mayor brillantez e n
s u a ura y una ma yor cap a c id ad d e apr e c ia c ión e n v ar ia s
facetas de lo metafísico.

¿Qué es la vida?
En v er dad, todo lo que existe es «v ida». Incluso aquellas
criaturas que normalmente llamamos «sin vida», son vivientes.
La forma normal de su existir puede haber cesado, y en
e s t e c a s o, n o s ot r o s la s l la m a m o s « m u e r t a s » , s i n v id a ; p e r o
con el cese de esta vida, una nueva forma de existencia
aparece. El proceso de disolución, crea vida por sí mismo.
Todo aquello que es, vibra. Todo objeto existente consiste
en moléculas moviéndose continuamente. Usaremos el vocablo
«moléculas» y no los de átomos, neutrones, protones, etc., por
la razón de que aquí se trata de un curso de metafísica y
no de química ni de física. Intentam os pintar un «cuadro
ge ne r a l» , y no u n d e t a lla d o e xa m e n m ic r os c óp ic o q ue r e s ultaría impertinente por causa de las materias tratadas.
Tal vez nos veamos obligados a decir unas pocas palabras
sobre moléculas y átomos, ante todo para calmar a los puristas
que, si no, escribirían y nos explicarían cosas que ya sabemos.
Las moléculas son pequeñas, muy pequeñas; pero pueden ser
percibidas por el microscopio electrónico y por aquellos que
15

están instruidos en las artes metafísicas. El diccionario define
la molécula como la porción más pequeña de una substancia,
capaz de existir de una manera independiente, y conservando
las propiedades de aquélla. Pese a su pequeñez, las moléculas
se componen de partículas aún más diminutas, conocidas por
el nombre de «átomos».
Un átomo es parecido a un sistema solar en miniatura. El
núcle o repre se nta el s ol en nues tro s ist ema solar. Alre ded or
de e st e « s ol» , gir a n los e le c tr one s, m uy p or e l es t ilo q ue, e n
n u e s t r o s i s t e m a , g i r a n l o s p l a n e t a s a lr e d e d or d e l n u e s t r o
c e nt r o s o la r . C om o e n e l s is t e m a p la ne t a r io, c a d a á t om o s e
compone de espacio casi vacío. Aquí (fig. 1), se dibuja el
á t om o d e c a r b ono — e l « la d r illo» d e nu e s t r o Univ e r s o — ; s e
v e enormemente magnificado. La fig. 2 reproduce la disposición del Universo planetario nuestro. Cada substancia posee
un número distinto de electrones alrededor de su «sol»
— el núcleo. El ur anio, por ejemplo, tiene nov enta y dos
electrones, al paso que el carbono sólo consta de seis. Dos de
e llos m uy p r óxim os al núc le o y los c uatr o r es ta nt es gira nd o
a mayor distancia de éste.
Pero ahora, vamos a olvidar todo eso de los átomos y ceñirnos
a las

moléculas.

El hombre es una masa de moléculas girando rápidamente. En
s u a p a r i e n c ia , e s s ó li d o; n o e s f á c i l ha c e r p a s a r u n d e d o a
través de su carne y sus huesos. Con todo, esa solidez es una
ilusión que s e nos imp one d e bid o a que pertenecem os — c on
exc es o — a la Humanidad. C onsideremos una criat ura infinitamente pequeña que pueda estar a una cierta distancia de un
c ue r p o h um a no y m ir a r lo. Es t a c r ia t ur a v er ía s ole s e n r ot a ción, espirales de nebulosas y corrientes de astros semejantes
a la Vía Láctea. En las partes blandas del cuerpo — la carne —
las moléculas estarían ampliamente dispersas. En las substancias más duras — los huesos — las moléculas ofrecerían más
dens idad, apretadas juntas c omo un gran enjambre de e stre llas.
Imaginamos a uno de vosotros mismos situado en la cumbre
16

ÁTOMO DE CARBONO
Fig. 1.

de una m onta ña c ua nd o la noc he e s muy c lara. Est á is s olo,
lejos d e las luces d e cua lquie r ciudad, las cua les, p or refracción a través de las gotas de hum edad suspendidas en el
aire, hacen q ue los cielos ap arezcan com o empa ñados. (És ta
es la razón por la cual los observ atorios se hallan siempre en
sitios apartados.) Estáis en vuestra propia cumbre... Encima
17

EL SISTEMA SOLAR
Fig. 2.

de vosotros las estrellas brillan claramente. Contempláis cómo
ruedan en f ormación int erminable ante vuestros ojos maravillados, Grandes galaxias se extienden delante de vosotros.
Enjambres de astros adornan la negrura del cielo nocturno.
Cruza el cielo la banda que se conoce por Vía Láctea; parece un
largo trazo de humo. Estrellas, mundos, planetas. Moléculas. Así
aquella criatura microscópica os vería a vosotros. Los luceros
del cielo aparecen como puntos de luz con increíbles espacios en
medio de ellos. Están a billones, a trillones... Sin embargo,
comparado con el gran espacio entre ellas, nos hacen el efecto
de escasas. Un supuesto navío del espacio puede moverse entre
las estrellas sin tocar ninguna de ellas. En la suposición de que
os fuera posible contornear los espacios entre las estrellas — las
moléculas —, ¿qué se vería? La criatura microscópica que os
está mirando desde lejos también se lo pregunta. Nosotros
sabemos que todo lo que ella ve somos nosotros. ¿Cuál,
entonces, es la formación final de las estrellas en los cielos?
Cada hombre es un universo en el cual los planetas — moléculas
— giran en derredor de un sol central. Cada piedra o ramito, o
gota de agua, se compone de moléculas en constante, inacabable
movimiento. El hombre se compone de moléculas que se mueven:
este movimiento engendra una forma de electricidad que, unida
a la «electricidad» producto del Super-yo, da lugar a la vida
sensible. Alrededor de los polos de la Tierra brillan resplandecientes tempestades magnéticas, que dan origen a las auroras
boreales con todo su acompañamiento de luces coloreadas. Del
mismo modo, alrededor de todos los planetas — y moléculas —
se producen radiaciones magnéticas que se conjugan y se interfieren con otras radiaciones emanadas de otros mundos o moléculas. «Nadie es un mundo dentro de sí mismo.» No existen
mundos ni moléculas sin otros mundos y otras moléculas. Cada
criatura, mundo o molécula, depende de la existencia de otras
criaturas, para que su existencia pueda continuarse.
También puede apreciarse que cada grupo de moléculas posee
una densidad distinta. Son como enjambres de estrellas me-

c ié nd os e e n e l e s p a c io. En a lgu na s p a r t e s d e l U niv e r s o h a y
áreas muy despobladas de estrellas o planetas, o mundos
— c o m o s e q u i e r a l la m a r lo s . Ma s e n ot r a s e x is t e u na gr a n
de ns idad; p or ejem p lo e n la Vía Lá ct ea. De la m isma f or ma,
una piedra pue de repres enta r una conce ntración muy f ue rte
de galaxias. El aire está mucho menos poblado de moléculas, y,
como sabemos, pasa por los conductos capilares de nuestros
pulm ones y s e mez cla c on e l torrent e sanguíne o. Más allá de
la atmósfera existe un espacio donde hay grupos de moléculas
de hidr óge no e n a nc ha d is p e rs ión. El e s pa c io no e s el v a c ío
ab s olut o, c om o la ge nt e s e imagina; e s una c olec c ión de mo lé c u la s d e hid r ó ge n o e n f r e n é t ic a os c ila c i ón y, p or e llo, l a s
estrellas, los planetas y los mundos están compuestos de
moléculas de hidrógeno.
Es ev ide nte q ue s i un c uerp o pos ee una ca ntidad imp ortante
de gr up os m olec ulares, será una cosa d e la mayor dificult ad
p a r a ot r o c ue r p o e l p a s a r a tr av é s d e la s m olé c u la s d e l p r im e r o; p e r o l o q u e e s ll a m a d o u n « f a nt a s m a » , q u e t i e n e s u s
moléculas ampliamente espaciadas, puede atravesar con facilidad una pared de ladrillos. Pens emos e n lo que e s la pared
e n c ues t ión: un c onjunt o de molé c ula s, a lgo par e c id o a una
nube de polvo suspendida en el aire. Por improbable que
par ez ca, e xist e e spa c io e ntre una m olé c ula y otra, lo m is m o
que existe entre las estrellas, y si alguna criatura es lo bastante
peque ña, o s i sus moléc ula s están lo s ufic ie nteme nt e dis p ersas, entonces les es factible el pasar a través de las moléculas
de la pared sin tocar ninguna. Esto nos permite apreciar cómo
un «fantasma» puede aparecerse en un salón cerrado, y cómo
p u e d e c ir c u la r a t r a v é s d e u na p a r e d e n a p a r i e n c ia s ól i d a .
Iodo es relat iv o, una pared q ue es s ólida para c ualq uiera de
n os o t r o s , p u e d e n o s e r l o p a r a u n f a nt a s m a o un a c r ia t ur a
del astral. Pero, de esas cosas hablaremos más tarde.

Lección segunda

El cuerpo humano es, por supuesto, un conjunto de moléculas,
como acabamos de v er; y para una criatura muy diminuta como, pongamos por caso, un v irus, sería v ista como tal. Consideremos ahora el ser humano como un conjunto de substancias
químicas, que también lo es.
Un ser humano se compone de unos cuantos productos químicos. Principalmente agua. Si os parece que esto contradice en
algo la lección anterior, tened en cuenta que también el
a gua s e c om p o ne d e m o lé c u la s , y e s una c os a e v id e nt e q ue s i
s e p udie s e e ns e ñar a ha b lar a un v ir us ( !), os e xp lic ar ía que
v e moléc ulas de agua choca ndo e ntre sí, com o guijarros en
una pla ya. Y criaturas t odav ía más diminutas e xplicaría n que
las moléculas del aire recuerdan la arena de las orillas del m ar.
Pero ahora, lo que más nos interesa, es la c omp os ición química
de nuestro cuerpo.
Si v ais a una tienda y com práis una batería para v uestra
lám par a de b ols illo, t endr é is un e nv a s e d e ntr o d e l c ua l ha y
una caja de zinc con un electrodo de carbón en el centro —
una p ie z a d e c a r b ono a v e c es t a n d e lga d a c om o un lá p iz y
una serie de productos químicos unidos estrechamente entre la
c a ja e xt e r ior

de

z inc y e l b as t onc ill o c e nt r a l d e c a r b ono. La

masa del dispositiv o es húmeda por dentro y seca por fuera.
Colocáis esa batería dentro de la lámpara y cuando actuáis e l
c onm u t a d or ob t e né i s l uz . ¿ P or q u é ? P or q u e b a j o c ie r t a s
condiciones, el carbono y las substancias químicas, reaccionan
químicamente y producen una cosa que llamamos electricidad.
El recipiente de zinc con sus productos químicos y su bastoncillo de carbono genera electricidad; pero, dentro de la
bat er ía, no ha y e le c tr icida d; e s un c onjunt o d e s ubs ta nc ias
químicas, a punto de actuar bajo determinadas condiciones.
Alguna s p er s ona s ha n oíd o d e cir q ue ha y b ot es y b uq ue s de
toda clase que pueden generar electricidad simplemente por

21

el hecho de estar dentro del agua salada. Por ejemplo, según
c ier ta s c ond ic iones, un b ote o una em bar ca c ión c ua lq uier a,
a unq ue e s t é oc ios o e n e l m a r , p ue d e ge ne r a r una c or r ie nt e
eléctrica entre planchas adyacentes de metales distintos. Desgraciadamente si el buque tiene, por ejemplo, el fondo de
cobre conectado con las obras superiores de hierro, entonces,
com o no se adopten dispositivos especiales, se producirá
una « e le c tr ólisis » (c on la c or rie nt e e lé ctr ica ) q ue c orr oerá la
junt ura de amb os metales, e s o e s, e l hierro y e l c obre. Nat ur a lm e n t e q ue e s t o n o p a s a n u nc a p or q u e s e us a un « á n o d o
sacrificado». Una pieza de un metal como el zinc, el aluminio y
el magnesio, es positiv a en relación con otros metales
comunes como el cobre o el bronce. El bronce, como es sabido,
suele usarse para fabricar los propulsores de los buques. Ahora
b ie n; s i e l « á nod o s a c r if ic a d o » s e a t a a l b ar c o o a l b ot e p or
d e b a j o d e la lí n e a d e f l o t a c i ó n y s e c o ne c t a c o n o t r a p a r t e
metálica sumergida, esta parte sacrificada se corroe y gasta,
e v it a n d o q ue e l c a s c o d e l b u q u e o s us p r op u ls or e s s e d e t e rioren. Este es el proced imie nto us ual en las embarcac ione s y
lo mencionamos al efecto de dar una idea de cómo funciona la
electricidad y se produce de las más inusuales maneras.
El cerebr o produce electr icidad por sí m ism o. Dentr o del
c uerp o huma no s e ha llan ind ic ios d e me ta le s; inc lus o m et a le s
c om o e l z inc, y hue lga de c ir que e l c uer p o huma no t ie ne
c o m o b a s e l a m o l é c u l a d e c a r b o n o . Ha y m u c h a a g u a e n e l
cuerpo y también ciertas cantidades de substancias químicas,
c or no s on e l m a gne s io, e l p o t a s io, e t c . De t od o e s t o r e s ul t a
una corriente eléctrica, muy débil, pero que puede percibirse,
medirse y ser registrada.
U n e nf e r m o m e n t a l p u e d e , p or m e d i o d e a d e c ua d os i ns t r u mentos, ver registradas las ondas de su cerebro. En su cabeza
se le colocan v arios electrodos, y pequeñas plumas v an registra nd o una línea s inuos a s ob re una tira d e pa pe l. A m e d ida
que el paciente piensa ciertas cosas, las plumas trazan cuatro
delgadas líneas que tienen que ser interpretadas, y que indican el
tipo de enfermedad que sufre aquella persona. Instrumentos
29

semejantes son de uso corriente en los hospitales de enfermos
de la mente.
El cerebro es. sin duda, una especie de estación receptora de
los mensajes transmitidos por el Super-yo, y el cerebro, a su
v ez, transmite mensajes, com o son las le cc iones apre ndida s,
las experiencias ganadas, etc., con destino al Super-yo. Estos
m e ns a je s s e t r a ns m it e n p or m e d io d e la « C ue r d a d e P la t a» ,
masa de moléculas dotadas de una alta v elocidad. las cuales
vibran y ruedan a frecuencias en extremo divergentes, y comunican el cuerpo humano con el Super-yo humano.
El c ue r p o, a q uí e n la T ie r r a , e s p a r e c id o a un v e híc ul o q ue
se mueve por un control a distancia. El conductor es el Superyo. T od o e l m u nd o ha v is t o a q ue llos c oc he s d e jug ue t e q ue
están c onectad os con e l niño y que los mane ja por med io d e
un cable largo y ilexible. El niño aprieta un botón y hace que
el coche se pon1;a en marcha, o se pare o haga marcha atrás.
Dando v uelta a un v olante que hay en el mando del cable, el
c oc he e s g uia d o. El c ue r p o h um a no s e p ue d e c om p a r a r , en
líneas muy generales, c on est e juguete. El Super -yo, q ue no
puede bajar a nuestro mundo terrenal, para garlar experiencia
envía acá en el suelo este cuerpo que somos nosotros mismos.
T od o c ua nt o e xp erime nt em os, tod o c ua nt o pe ns em os o e sc uchem os, sube para ser almacenado en la mem oria del Super-yo.
Ha y ind iv id u os s um a m e nt e i nt e lig e nt e s e « i ns p ir a d os » , q ue
obt ienen a menud o un mensa je direct o — c onscient emente - del Super-co, a través de la Cuerda de Plata. Leonardo de Vinci
fue uno de estos que estuvo con más constancia en contacto
con su Y o sup erior; y así, grabó con el s ello de s u ge nio ca si
todo lo que hizo. Los grandes artistas y músicos son aquellos
que se hallan más próximos al Super-yo respectiv o, quizás en
une o dos «líneas» particulares; de este modo, cuando v uelven
a s í m ism os, c om p one n o p inta n c os as « ins p ira da s», q ue le s
han sido dictadas en su mayor o menor parte por los grandes
poderes que nos controlan.
La Cuerda de Plata nos liga con nuestro Super-yo de una
73

forma muy parecida a la que el c ordón umb ilical une al niño
con su madre. El cordón umbilical es una cosa muy intrincada,
m u y c om p l e ja ; p e r o r e s u lt a u n t r o z o

de

c or d e l s i la c om p a -

ramos con la Cuerda de Plata. Ésta, consiste en una masa de
molé c ula s gira nd o s obr e una s fr ec ue nc ia s e xt re mam e nt e v ar ia s ; p e r o e s im p a lp a b le p or lo q ue a nue s t r o c u e r p o s ob r e la
Tierra se refiere. Las moléculas están demasiado dispersas para
que los seres humanos corrientes puedan verlas.
Los perros, como es sabido, pueden ser adv ertidos por un
« s ilb id o s ile nc i os o» , d e ot r os p e r r os , s ilb id o ina ud ib le p a r a el
hombre. De la misma forma, hay anima les que puede n v er l a
Cuerda de Plata y el aura, ya que ambas vibran según
frecue ncia s que está n dentr o de la zona recep tiv a de la v ista
d e d ic h os a nim a le s . A f ue r z a d e p r á c t ic a e s c om p le t a m e n t e
p o s ib le p a r a u n h om b r e e xt e n d e r la f r a nj a r e c e p t iv a d e s u
mirada, igual cómo un individuo débil, con práctica y ejercicio,
puede levantar un peso que normalmente excedería con mucho de
sus capacidades físicas.
La Cuerda de Plata es una m asa de moléc ulas, una masa de
v ibraciones. Se puede comparar con aquel rayo directo de ondas de la radio, que los científicos hacen reflejar de la Luna. Lo
hacen para medir la distancia de la Tierra a su satélite, radiand o aq ué l s obr e la s up erf ic ie de la L una. Muy par e c id am e nte
s uce d e c on la C uer da d e P la t a e ntre e l c uer p o huma no y s u
h um a n o S up e r - y o; e s e l m é t o d o e m p le a d o p or é s t e c ua nd o se
trata de comunicarse con su cuerpo terrenal.
T od o c ua nt o hac em os, e s c onoc id o p or e l Super -yo. L as pe rs ona s s e e s f ue r z a n p a r a s e r e s p ir it ua le s s i c a m ina n p or « la
derecha senda». Concretamente, si se esfuerzan hacia la espir it ua lid a d y s u e s f ue r z o t i e n d e a logr a r q ue le s a um e nt e la
fre c uenc ia de s us v ibra c ione s en la T ierr a, y de cam ino, p or
la Cuerda de Plata, aumentar la frecuencia v ibratoria del
S up e r - y o. El S up e r - y o t r a ns m it e u na p a r t e d e s í m is m o a l
c uerp o huma no par a q ue a s í p ue da apr e nde r lo q ue e s t ud ia y
s e r v i r s e d e l a s p r o p i a s e x p e r i e n c i a s . C a d a b u e n a a c c ió n
nuestra, aumenta nuestras vibraciones terrenales y astrales;
24

per o s i obram os ma l c on e l pr ójim o, d ism inuim os el núm er o
de e lla s. De e s ta f orm a, c ua nd o nos otr os jugam os una m ala
pasada a cualquier otro, descendemos un peldaño en la esca lera de la ev oluc ión, y, a l c ontrar io, ca da b ue na ac c ión nos
hace subir de grado en la m ism a cuenta. Por esto es tan
importante el seguir el viejo precepto budista que nos exhorta a
«dev olv er bien p or mal y no te ner miedo de nad ie, ni temer l o s
a c t o s d e n a d i e , p u e s t o q u e , d e v o lv i e n d o e l b i e n p o r e l mal y
haciendo siempre el bien, siempre progresaremos hacia lo alto y
nunca descenderemos a lo bajo».
T od os c onoce m os p er s ona s q ue s on « unos t ip os ba jos». Una
gran parte de nuestro conocimiento metafísico influye sobre el
uso común. Lo mismo que sucede cuando decimos de una
persona que «está negro», o de un «humor negro». Todo es
c ues t ión de las v ibra c ione s, o d e la f orm a e n q ue e l c uer p o,
valiéndose de la Cuerda de Plata, transmite al Super-yo, y de la
manera como el Super-yo devuelve la impresión al cuerpo
Hay personas que no pueden comprender el porqué de su
inhabilidad para mante ner c ontact o c onsc ie nte con el Sup er yo. Es una cosa muy difícil sin una larga ejercitación. Supongam os q ue una p ers ona s e halla e n Sud am ér ic a y t iene q ue
telefonear a otra en Rusia, tal vez en Siber ia. Ante todo,
tie ne q ue as egurarse de q ue allí e xist e una línea d e te léfono
utilizable; después tiene que calcular la diferencia de tiempo
entre los dos países. También hay que enterarse de si la persona
a quien hemos de telefonear está disponible y puede hablar
nuestra lengua. Finalmente, si las autoridades de aquel país
permitirán que se le hable por teléfono. Es preferible, en este
gra d o d e la ev olución, no pr e s um ir e xc e siv a me nt e s obr e los
i nt e n t os p a r a p o ne r s e e n c o nt a c t o c on e l S u p e r - yo d e u na
manera consciente. Ningún curso, ninguna información puede
proporcionar en unas pocas páginas escritas lo que exige diez
a ñ os d e p r á c t ic a s p a r a c o n s e g u ir s e . M u c ha s p e r s ona s s o n
impacientes en exceso; esperan que les baste con leer un curso, e
inm ed iata me nt e ha ce r t od o lo que p ued e n ha c er los ma e s tros;
mientras que los maestros han tenido que estudiar su
25

v ida ent era, y v arias v idas a ntes d e lle gar al re sultad o. Lee d
e st e c ur s o; e s t ud ia d lo; ref le xiona d s obre s us ma t er ia s, y s i
q u e r é is a b r ir v u e s t r a m e n t e , t e n é is la i l um i na c i ó n s e g ur a .
Hemos conocido varios casos en que algunas personas (principalment e m ujere s) recibier on una cierta información y en s eguida fueron capaces de percibir el etérico, o el aura o la
Cuerda de Plata. Tenemos de ello experiencias para fortificar
v uestras conv icciones de que v osotros también podréis hacer
lo propio, si os queréis permitir el tener fe.

Lección tercera

Hemos v isto ya cómo el cerebro humano produce electricidad
bajo la acción de substancias químicas, del agua y las muestras
m i ne r a l e s q u e l o r e c or r e n y e n la s c ua le s e s c o nt e n id o. L o
mismo que el cerebro humano produce electricidad, la produce
el cuerpo del hombre, porque la sangre que corre por las
venas y arterias también acarrea dichas substancias químicas,
rastros de minerales y agua. La sangre se compone, ante todo,
d e a g ua . El c ue r p o e nt e r o e s t á b a ña d o d e e le c t r ic i d a d . N o
es é sta d el tipo de electricida d que alumbra v ue stro hogar o
calienta v uestra cocina eléctrica. Hay que considerarla desde
su procedencia magnética.
Si p one m os una b a r r a im a nta d a s ob r e una m e s a , y e nc im a
de dicha barra una hoja de papel, y luego derramamos sobre
e l p ap e l d ond e se e s c ond e e l imá n una c a nt ida d ab unda nte
de limaduras de hierro, v eremos que és tas se alinea n esp on táneamente e n una figura es pecia l. Vale la pe na de hacer el
e xp e r im e nt o. B a s t a c o n a d q u ir ir e n c ua lq u ie r f e r r e t e r ía , o
a lm a c é n d e m a t e r ia l a u xil ia r d e l os e xp e r im e nt os d e f ís ic a
un imán de los baratos; generalmente van a muy buen
precio o podéis pedirlo prestado. Póngase una hoja de pap e l, p r oc ur a nd o q ue a p r o x im a d a m e nt e e l im á n c a i ga e n e l
centro de éste. Cómprense también en una tienda de objetos
para la química, o donde sea, finas limaduras de hierro; no son
nada caras. Espolv oréense sobre el papel, como si se tratase
de sal o pimienta, las limaduras. Desde cosa de medio palmo
largo de altura. Se verá entonces cómo las limaduras se alinean
en una forma peculiar, que dibuja unas curvas que van de un
cabo al otro de la barra imantada, coincidiendo con las líneas
de f uerza de l imá n. Es el me jor c am ino para e nt e nd er e s ta s
c osa s y se rá de ut ilid ad par a v ue str os e st ud ios p os t er ior e s.
L a f u e r z a m a gn é t i c a e s l o m is m o q u e e l e t é r ic o d e l c u e r p o
humano; el aura que lo envuelve.
27

Probablem ente todos saben que un hilo que conduce una
c or r ie nt e e lé c t r ic a e n ge nd r a un c a m p o m a gné t ic o a s u a lr e d e d or . Si la c or r ie nt e v a r ía , e s o e s , s i e s « a lt e r na » e n l ug a r
d e « c ont i nua » , e nt on c e s e l c a m p o m a gné t ic o f l uc t úa y e xp e rimenta p ulsac ione s s egún los cambios de p olaridad; pare ce
regular su pulsación con la corriente alterna.
El c uerp o hum a no, q ue e s una f ue nt e d e e le c tr ic ida d, t ie ne
su campo magnético que lo envuelve. Es un campo que fluctúa
mucho. El etérico — como lo llamamos — fluctúa o v ibra tan
r á p id a m e nt e q ue e s d if íc i l q u e n os d e m os c ue nt a d e s u m ov imiento. Es lo mismo que, teniendo encendida una bombilla
eléctrica en casa, por mucho que la corriente fluctúe cincuenta o
sese nta v eces por se gund o, no p odem os percibirlas; pes e a
q u e e n a l g un o s d is t r i t os r ur a le s , o e n a lg u n o s b uq ue s , l a s
fluctuaciones son tan lentas que el ojo puede darse cuenta de
las oscilaciones de la luz.
Si una persona se acerca demasiado a otra, muchas veces tiene
la s e ns a c i ón d e q u e s e le p o ne la c a r ne d e ga lli na . Alg un a s
personas — muchas — conocen cuando se les aproxima otra.
Exp er im é nt e s e c on un am igo; p ongám onos d e trá s y a ce rq uemos un de d o a s u nuca y de sp ué s, t oq uém os le ligera me nt e.
És te, a menud o, no d ist inguirá entre ambas sensac ione s: la
de la proximidad y la del tacto. Esto es debido a que el
etérico también es sensible al tacto.
Dicho etérico es el campo magnético que rodea al cuerpo
hum ano (f ig. 3 ). Es e l p r ódr omo de l a ura, s u « núcle o», c om o
si dijéramos. En v arias personas, la env oltura del etérico
s ob r e s a le u nos t r e s m i lím e t r os a lr e d e d or d e c a d a p a r t e d e l
cuerpo, incluso de cada hilo individual del pelo. En otras
personas puede extenderse unos centímetros, aunque sin pasar
de unos dieciocho. El etérico sirv e para medir la v italidad de
la p e r s o na . V a r ía m uc h o c o n l os c a m b i os d e s a l ud . Si u n a
persona ha ejecutado un duro trabajo en aquel día, entonces
e l e t é r ic o s e ha lla c om o a d he r id o a la p ie l. C on e l d e s c a ns o
s e p ue d e e xt e nd e r p or c e nt í m e t r os . Sigue c o n e xa c t it ud los
contornos del cuerpo, tanto si se trata, éste, de una mole o de
28

EL CAMPO ETIRICO
Fig. 3.

una menudencia. Refiriéndonos al etérico interesa hacer resaltar que si una persona se ve sometida a una gran tensión
eléctrica, pero de reducido amperaje, entonces puede ser per cibido el etérico, con un brillo a v eces rosa, a v eces azul.
T a m b ié n una c ie r t a c ond ic ió n d e l t ie m p o a um e nt a la v is ib il i d a d d e l e t é r i c o. S e p r o d u c e e n e l m a r y e s c o n o c i d o b a jo
el nombre de Fuego de San Telmo. Según el tiempo que hace,
los palos y el cordaje aparecen contorneados de una luz fría,
per fe c tam e nt e inof e ns iv a; p er o q ue s obr e c oge a los q ue v e n
el fenómeno por vez primera. Podría compararse con el etérico
de una embarcación.
Muchos habitantes del campo han sido testigos de que, en una
noche oscura o neblinosa, mirando a los cables de alta tensión
que cruzan por encima de sus cabezas, han observado, según
ciertas condiciones que se daban, una especie de nieblas brilla nd o pá lidam e nt e, d e un c olor b la nq uec ino y az ula d o, q ue
atemorizan al espectador y han infundido miedo a más de un
campesino. Los ingenieros electricistas conocen este fenóme no, q ue lla ma n la c or ona de los ca b le s d e a lt a t e ns ión, y
que constituye una de las dificultades que tienen que resolver,
por cuanto dicha corona, pasando por encima de los aisladores,
puede ionizar al aire hasta el punto de poder prov ocar cortos
circ uit os q ue puede n e strop ear los relé s y de jar regiones en teras a oscuras. En nuestr os días las ingenier os adoptan
disposiciones especiales y costosas para eliminar dicha corona.
La corona del cuerpo humano es el etérico, y parece algo
por el estilo en lo de las descargas de las líneas de alta
tensión.
Muc ha s p er s ona s p odr ía n v er lo et ér ic o d e l c uerp o huma no a
base de un poco de práctica, si quieren tener paciencia. Por
desgracia, la gente se hace la ilusión de que existe algún
c a m ino r á p id o y b a r a t o p a r a logr a r los c on oc im ie nt os y l a s
facultades que han costado años a los Maestros. No se puede
ha c e r na d a s i n la p r á c t ic a ; l o s gr a n d e s in s t r um e nt is t a s s e
ejerc itan durant e horas t od os los día s, y jamás interrump e n
sus estudios. Debemos hacer como ellos, si queremos ser capa30

ces de ver el etérico y el aura del cuerpo humano. Uno de los
caminos c onsiste en q ue una persona se nos pres te v oluntar ia m e n t e a m o s t r a r n o s e xt e nd id o s u b r a z o d e s n u d o. D e b e
situarse, con su brazo y su mano bien abierta unos centímetros,
delante de un fond o de color neutr o o ne gro de l tod o. Mir ad
hacia el brazo y los ded os, no directame nte s obre e llos, sino
e n s u d ir e c c ión. R eq uier e una d e str ez a es p ec ial e l ha llar la
forma de mirar al sitio ind ic ado e n la forma requerida. Si lo
c onse guís v eré is, p e gad o a l c ut is d e l braz o, a lgo par ec id o a
una niebla de color gris-azulado. Como se ha dicho, se extiende
desde cosa de dos centímetros y medio hasta dieciocho a dist a nc ia d e l c ue r p o. Muy a m e nud o p od r e m os m ir a r ha c ia e l
brazo s in div isar otra cosa q ue ést e; e sto s e d ebe a que a ún
n o e s t á n m a d ur os p a r a e l e xp e r im e nt o; « l o s á r b o l e s n o le s
d e ja n v e r la s e lv a » . En e s t e c a s o ha y q ue a b a nd o na r y r e la jarse; a copia de práctica se verá que realmente allí hay
algo.
Ot r o m é t od o e s ha c e r la s p r á c t ic a s s o b r e u n o m i s m o. S e nta os y p one os c óm od os . P r oc ura d q ue entr e v os otr os y c ualquier otro objeto — silla, mesa o pared —, haya por lo menos
cosa de un metr o. Respirad fuerte, profundamente y con
p a u s a . E n t o n c e s , e x t e n d e d d e l t o d o v u e s t r o s b r a z o s , c ol o cando v uestros cuatro dedos y los dos pulgares hacia arriba,
de forma que establezcan contactos con sus yen-as. Entonces
separand o v uestros ded os, que quede n a un ce nt ímetro — o
m e d io — e l un o d e l ot r o, os d a r é is c ue nt a d e « c ie r t a c os a ».
Puede parecer como una niebla gris; o casi luminosa. Entonces,
lentament e id s eparando v ue stros ded os, cada v ez de me dio
c e nt ím e t r o, y os a p e r c ib ir é i s d e q ue a l lí « a l go» e xis t e . E s t e
«algo» es el etérico. Si perdéis contacto, es decir, que este «algo»
s e d is ip a , e nt onc e s v olv e d a e m p e z a r y ha c e d d e nue v o como
antes. Es sólo cuestión de práctica. Digámoslo otra vez, para los
grandes músicos mundiales todo se reduce a práctica, práctica y
más práctica; de ella nace la buena ejecución. Para vosotros
p ue d e p r od uc ir b uenos r e s ult ad os en las c ie nc ia s metafísicas.

31

V olv e d a hor a a m ir a r v ue s t r os d e d os . I nv e s t iga d c u id a d os a m e nt e la d é b il nie b la q ue c or r e d e l uno a l ot r o. A f ue r za de
p r á c t i c a p o d r é i s o b s e r v a r q u e v a d e l u n o a l o t r o , d e s d e la
m a no iz q uie r d a a la m a no d e r e c ha o d e é s t a a la iz q uie r d a ,
no solamente según vuestro sexo, sino también vuestro estado
de salud, o lo que estéis pensando en aquel momento.
Si encontráis una persona que quiera ayudaros, entonces podéis hacer práct icas de pa lma a palma de la ma no. Si e nc ontráis dicha persona, a ser posible del otro sexo que el vuestro,
q ue s e s ie nt e e n una s illa , e nf r e nt e d e la v ue s t r a . L os d o s ,
e nt onc e s, e xte nd ed v ues tra s manos y v ue s tr os braz os ta nt o
como sea posible. Entonces lentamente poned sobre la palma
de v ues tro compa ñero, v uelta hacia arriba, la v ues tra v uelta
ha c ia a ba jo, d e m aner a q ue c as i ha ga n c onta ct o. C ua nd o la
separación llegue a no ser sino de cuatro o cinco centímetros,
p e r c ib ir é is c om o una b r is a , fr ía o c a lie nt e s e gún l os c a s o s ,
que va entre vuestra palma y la suya. Si percibís una corriente
c á lid a , m ov er lige r a m e nt e v ue s t r a m a no, d e m a ne r a q ue no
esté en la línea directa de un dedo al otro. sino formando
á n g ul o; la s e n s a c i ó n d e c a l o r c r e c e r á e nt o n c e s . Es t e c a l or
crecerá con la práctica. Cuando hayáis alcanzado este grado,
si miráis cuidadosamente entre v uestra palma y la de la otra
persona distinguiréis claramente el etérico. Es como el humo
de un cigarrillo que no haya sido respirado por los pulmones
— h um o d e u n gr i s s uc i o — ; m i e nt r a s q u e é s t e s e r á d e u n
matiz azulado limpio.
Diga m os una v e z m á s q ue e l e t é r ic o n o e s m á s q u e la m a n ifestación externa de las fuerzas magnéticas del cuerpo. A esto
lo llamamos el «fantasma», ya que cuando una persona muere
e n b u e n a s a l u d , e s a c a r ga e t é r i c a s u b s i s t e d u r a n t e c i e r t o
t ie m p o y p u e d e s e gr e ga r s e d e l c ue r p o y v a ga r c om o un f a n ta sma s in se s o, q ue e s una c osa c omp le tam e nt e d ist inta d e
una entidad astral. Trataremos de todas estas cosas m ás
t a r d e . P e r o t o d os h e m os oí d o ha b la r d e v i e j os c e m e n t e r i o s
e n e l c a m p o, s i n a l um b r a d o a l g un o, e t c . A l g u na s p e r s ona s
sostienen que pueden ver unas lucecitas azuladas, en la noche
32

oscura, saliendo del emplazamiento de una tumba acabada de
ocupar. Esto es verdaderamente la carga etérica que se disipa,
exhalada por un cadáv er reciente. Es algo semejante al calor
que despide un caldero que haya estado hirviendo y que se le
a p a r t a d e l f ue go. A m e d id a q ue el c a ld e r o s e e nf r ía , la s e ns a c ión d e l c a lor q ue d e é l s e e s c a p a t am b ié n s e v a e nfr iando. Igualmente, cuando un cuerpo muere (hay grados relativos
e n la m ue r t e ; r e c ué r d e s e ) la s f u e r z a s e t é r i c a s c a d a v e z s e
debilitan más. Puede darse que el etérico se conserve alrededor
d e un c ue r p o d if u nt o p or v a r ios d ía s d e s p ué s d e la m ue r t e
física de éste. Pero esa materia forma parte de otra lección.
Práctica, práctica y más práctica. Mirad vuestras manos, mirad
vuestro cuerpo, experimentad con una persona amiga que quiera
prestarse a t odas estas prác ticas, ya q ue s ólo a trav és de
ellas podréis percibir el etérico. Hasta que no podáis percibir a
éste, os será imposible de ver al aura, que es una cosa más
sutil.

Lección cuarta

C om o v im os e n la l e c c i ón p r e c e d e nt e , e l c ue r p o s e ha lla r odeado por el etérico, que abarca todas y cada una de las
partes de éste. Pero, extendiéndose más allá del etérico, está
e l a u r a . S e p a r e c e a l e t é r i c o e n q u e t a m b i é n e s d e or i g e n
magnético. Pero la semejanza no pasa de aquí.
Podemos afirmar que el aura muestra los colores del Super-yo.
Muestra si una persona es espiritual o carnal. También, si se
encuentra en buena salud o mala, o si actualmente se encuentra enferma. Todo se refleja e n el aura. Es la ind icad ora del
Super-yo, o si preferís decirlo así, del alma. El Super -v o y el
alma, naturalmente, son la misma cosa.
En es ta a ur a p od em os v er la e nf erm eda d y la sa lud, e l ab atimiento y el éxito, el amor y el odio. Tal v ez es mejor que no
sean muchas las personas que puedan ver el aura en nuestros
día s. Ahora par e c e n c osa s c omune s e l q uer er llev ar v e nta ja
sobr e el pr ójim o, buscar el provecho a costa de nuestros
s em eja nt e s, y e l a ura d e la ta ca da p e nsam ie nt o ta l c om o e s,
ref leja nd o los c olor e s y la s v ibra c ione s d e l Sup er -yo. Es un
hecho que, todas las veces que una persona se encuentra
e nf e r m a s ín e s p e r a nz a s , s u a ur a e m p a lid e c e , y e n a lgu n os
casos incluso se apaga antes de que muera dicha persona. Si
un i nd iv id u o ha t e n id o una l a r ga e nf e r m e d a d, e nt onc e s s u
aura desaparece antes de la muerte, dejando solamente el etérico. Al contrario, cuando una persona se muere por accidente
m ie nt r a s p os e e e l a ur a e n s u a p oge o, la c ons e r v a unos m omentos después de la muerte clínica.
Llegando a este punto, puede ser oportuno intercalar algunas
ob s e r v a c ione s a c e r c a d e la m ue r t e , ya q ue é s t a n o e s c om o
una corriente que se interrumpe o un recipiente que se vacía
de golpe. Morir es un proceso más bien lento. No importa
cómo una persona muere, aunque sea decapitada. La muerte
no se instala en el cuerpo hasta pasado cierto número de
34

momentos. El cerebro, como hemos v isto, almacena y genera
una c orr ie nt e e lé c tr ica. L a s angr e p r op or c iona la s m at er ias
q u í m i c a s , la h u m e d a d y l o s d i v e r s o s m e t a l e s , e i n e v i t a b le mente esos ingredientes quedan almacenados en el tejido del
c e r e b r o. De e s t e m od o, e l c e r e b r o c ont i núa f u nc i ona nd o d e
tres a cinco minutos después de la muerte clínica.
V a r i a s p e r s o n a s ha n a f i r m a d o q u e t a l o c u a l f o r m a d e e j e c u c i ó n e s i n s t a n t á n e a ; p e r o e s a s a f i r m a c i o n e s s o n a b s ol u tamente ris ibles. Com o lo afirmamos, inc luso la cabeza sep a rada del cuerpo puede funcionar todav ía unos pocos minutos.
Existe un caso que fue contemplado y registrado en crónicas
e n d ía s de la Rev oluc ión fr a nce sa . Un llam ad o « tra id or» fue
guil lot ina d o y e l v e r d ug o le v a nt ó p or l os c a b e ll os la c a b e z a
del ajusticiado, pronunciando estas palabras: «Esta es la cabeza
de un tra id or». El p ue b lo as is tía e nt onc e s a la s e je c uc ione s y
la s c ons id er aba una s f ie st as na c iona le s. P ues b ie n; e l p úblico
pudo ver, con horror, que los labios del guillotinado pronuc ia ba n, s in q ue s e e s c uc has e s u v oz: « ¡Es t o e s m e nt ir a!».
Es t o c o ns t a e n los a r c hiv os of ic ia le s d e F r a nc ia . T od os l os
médicos y cirujanos os dirán que, al interrumpírsele el suministro de sangre, el cerebro tarda tres minutos en estropearse;
por cuya razón, si el corazón deja de latir se hacen toda clase
de e sfuerz os para ponerlo otr a v ez en marcha lo más rápidamente posible.
Hem os he cho esta digres ión para poner de manifie sto q ue la
muerte no e s insta ntánea, y tampoc o la d isipación del a ura.
Es una v erdad médica, sabida por los médicos forenses y los
patólogos, que el cuerpo muere en v arias etapas. Primero, el
c ere br o; d e s p ué s, el r e st o de los ór ga nos, d e uno a uno. L o
que más tarda en morirse son los cabellos y las uñas.
Igual como el cuerpo no muere instantáneamente, el aura se
a p a ga d e una f or m a gr a d ua da . P or e s a r a z ón, una p e r s ona
dotada de clariv idencia puede v er, por el aura, el porqué una
determinada pers ona ha falle cid o. El et éric o es d e una na turaleza distinta que el aura y puede subsistir por algún tiempo
como un fantasma aparte; especialmente si la persona murió
35

de una m uert e v iole nta, s úb ita. Una per s ona lle na d e s a lud
que conoce un final violento, tiene sus «baterías bien cargadas» y
su etérico en pleno vigor. Con la muerte del cuerpo, el
etérico se encuentra desligado y flota por su cuenta. Gracias a
una atracción magnética v isitará indudablemente los sitios que
tenía acostumbrados en vida, y si una persona que es clar iv id e nt e , o q ue s e ha l la m u y e xc i t a d a (e s d e c ir , q u e t i e ne
s us v i b r a c i o ne s a c e le r a d a s ), t o p a c o n a q ue l e t é r i c o, p ue d e
verle y exclamar: «¡Oh. Éste es el fantasma de Fulano de
Tal!».
El aura es de una materia más sutil que el comparativamente
r u d i m e n t a r i o e t é r i c o . E l a ur a , e n r e a l i d a d , e s m u c h o m á s
perfeccionada, con resp ect o al etéric o, de lo que este últ imo l o
es con relación al cuerpo físico. El etér ico «se desliza»
s ob re e l c uer p o c om o una f unda c omp let a q ue s igue los c on tornos de éste. Per o el aura se extiende para formar una
e s p e c ie d e c á s c a r a e n f or m a d e h ue v o a lr e d e d or d e l c ue r p o
(f igura 4 ). P ue de pa sar de l me tr o oc he nta d e a lt ura, p or un
diámetro de metro v einte en s u parte más a nc ha. Está dis t ribuido de forma que el cabo más agudo corresponde a los
pies y el más ancho a la cabeza del ser humano. El aura
c onsis t e e n una s ra d ia c ione s de br illa nte s c olor e s, q ue v a n de
varios centros del cuerpo a otros.
D ic e u n v ie j o p r ov e r b i o c hi n o: « U na p in t ur a e q u iv a l e a m i l
palabras». De manera que, para ahorrarnos unos pocos miles
d e p a la b r a s , i ns e r t a r e m os u n d i b uj o, y s o b r e d ic h o d ib u j o
indicaremos las líneas de fuerza del aura, v iniendo de v arios
c e n t r o s y d ir i g i é n d o s e a o t r o s , a s í c o m o s u f o r m a t o t a l d e
cáscara de huevo.
Deb emos aclarar que e l a ura exist e a unq ue el est ud iante no
pueda percibirla por el momento. Tampoco podemos ver el aire
que r espiramos, y es muy dudoso que el pez pueda ver el
agua dentro de la cual se mueve. El aura, pues, es una
f u e r z a v i t a l. E x i s t e , s i b i e n l a s p e r s o n a s s i n l a d e b i d a f o r mación no pueden darse cuenta de ella. Es posible poder ver
una aura sirviéndose de algunos equipos, entre ellos varios
37

tipos de antiparras que se pueden aplicar sobre nuestros ojos;
pero, por t od o lo q ue he pod ido sab er de e sos instr umentos,
par ec e ser q ue s on e n e xtr em o d a ñinos p ara la v is ta; p one n
a p r u e b a v u e s t r os o j os ; l os o b l i ga n a m ir a r d e f or m a s a n t inaturales. De manera que no podemos recomendar ni por un
momento dichas antiparras que pretenden hacernos capaces de
v er el aura, ni aquellos dispositiv os formados de dos láminas
de vidrio entr e los cuales se pone un tinte especial y por
lo gener al m uy c ar o. Ac ons e jam os no a ba nd onar la prá ct ica
y, c on un p oc o de f e y otr o p oq uit o d e b ue na guía, lle garé is
a s e r c a p a c e s d e v e r e l a ur a . L a m a y or d if i c ul t a d p a r a v e r
e l a ur a e s q u e l a m a y or p a r t e d e la s p e r s o na s n o c r e e q u e
jamás pueda verla.
El aura, como hemos dicho, es de diversos colores; pero tenemos que puntualizar que, refiriéndonos a colores, nos concretam os a una par t e e sp e c ia l d e l e sp e ctr o. En otr as pa labr a s,
a unq ue n os v a lga m os d e la p a la b r a « c olor » , ta m b ié n p od r ía mos citar la frecuencia de esta onda que llamam os «r oja»
o «azul». El rojo, digámoslo d e pasada, es uno de los c olor es
más fáciles de v er. El azul no es tan fác il. Hay pers ona s q ue
no p ue d e n d is t i ng uir e l a z ul; ot r a s e l c olor a d o. Si un o e s t á
en presencia de una persona que pueda ver el aura, tiene que
ir c on c u id a d o d e n o d e c ir a lgo q u e n o s e a v e r d a d ; p or q ue ,
si decís mentira, el que ve el aura se dará cuenta en seguida.
N o r m a lm e n t e , u n a p e r s o n a t i e n e u n « h a l o » d e c o l o r o a z u lado, o hie n amarillent o. Si s e mie nte, s e prod uc en rayos de
un a m a r illo v e r d os o a t r av é s d e l ha lo. Se t r a t a d e un c ol or
d if íc i l d e e xp li c a r ; p e r o, u na v e z v is t o, ya n o s e olv id a . A s í
es, que al contar un emb uste, uno se delata inme diatame nt e
por los efluvios amarillo-verdosos que se producen a través del
halo que se encuentra en la cúspide dei aura.
Podemos decir que el aura se extiende desde la base hasta los
ojos y entonce s se v e una cap a radiante amarilla o azul, que
es el halo o nimbo. Entonces, en la misma cima del aur a
surge una esp ec ie de f ue nte de luz, conocida en Orie nte c on
el nombre de «loto florido», ya que ciertamente parece dicha
38

f l or . Se c om p o n e d e un i n t e r c a m b i o d e c ol or e s y. p a r a la
im a gi na c i ón, s e a p a r e c e c om o s i s e a b r ie s e u n l ot o d e s i e t e
pétalos.
Cuanto mayor sea la espiritualidad de una persona, más tiende al
color amarillo de azafrán su halo o nimbo. Si una persona tiene
pensamientos turbios, esta parte de su aura se convierte e n un
de sa gr ada b le m arr ón barr os o, or la d o de aq ue l c olor bilioso,
verdoso-amarillento, que denuncia la mentira.
Estamos en la creencia de que hay muchas más personas de lo
que parec e. capaces d e perc ib ir el aura. Muc hos ' .'en, o tienen
la sensación del aura sin saber lo que ven en realidad. E s m uy
c or r ie nt e , ha b la nd o, q ue una p e r s ona d iga q ue le s ie nta b ie n
ta l

o

c ua l

c olor,

Instintivamente

y

sabe

q ue
que

no

p ued e

chocaría

llev ar

con

su

t al
aura:

o

t al
Os

otro.
habrá

sucedido de v er una persona que v iste unos colores que os
parecen imposibles según vuestra opinión particular. No veis el
aura; pero, siendo vosotros más sensibles que vuestro amigo t a n
mal

v e s t id o,

s e nt í s

que

aquellos

c o l or e s

se

pegan

de

bofetones con su aura. Bastantes personas, pues, poseen el
sentido, la experiencia o alguna percepción del aura; sólo que,
habiendo sido enseñados desde su infancia que todo esto eran
tonterías, se han hipnotizado a sí mismos y creen que, a ellos, no
les será posible ser esas cosas.
También es un hecho el que una persona puede influir sobre su
salud llev ando ropa de ciertos colores. 'Si se llevan colores q ue
choque n c on e l aura de la per sona, ésta s e se nt irá incómoda o
preocupada hasta que no adopte un color que le vaya bien.
Vosotros podéis experimentar que ciertos colores particulares,
en una habitación, os irritan o bien os halagan la vista. Los
colores, al fin y al cabo, no son más que diferentes nombres de las
vibraciones. El colorado es una vibración; el v e r d e , o t r a , y e l
n e g r o , o t r a . Y , d e l m i s m o m o d o q u e l a s v ibraciones sonoras
pueden chocar v producir disonancias. también las vibraciones
que

llamamos

«colores»

desarmonías espirituales.

pueden

tener

sus

choques

y

crear

Lección (pinta

El Aura y sus colores
Todo sonido musical es una combinación de vibraciones armónicas, que dependen de que sean compatibles con sus vecinas.
Toda falta de relación numérica produce un sonido «ingrato»,
un sonido que no es agradable al oído. Los músicos procuran
producir sólo sonidos que sean agradables»
Como en la música, se produce en los colores, puesto que éstos
son también v ibraciones, aunque éstas se e nc uentren liger am e n t e a p a r t a d a s d e a q ué l la s , e n e l e s p e c t r o g e ne r a l d e l a
percepc ión humana. P odem os contemp lar colore s pur os q ue
n os a gr a d e n y n os e l e v e n e l á n im o. O b i e n c ol or e s q u e n o s
irriten, q ue nos at ormente n los nerv ios. En e l a ura humana
se distinguen varios colores diferentes, con sus matices. Algunos de ellos sobrepasan los límites de la percepc ión de aquellos observadores que no se han ejercitado en ello; de manera
que carecen de nombre universalmente aceptado.
Asim ism o existe, com o sabéis, el silbido «silencioso» del
perro. Eso es, que resuena con una frecuencia de vibraciones
que ningun oído humano puede captar, y, en cambio, lo oyen
los perros. En el extremo opuesto de la escala, existen sonidos
graves que el hombre percibe y el perro, no; los sonidos graves
se le escapan.
Supongamos que desplazamos la escala de sonidos que puede
p e r c ib ir un s e r h um a no ha s t a q ue é s t e p ue d a o ír e l s ilb i d o
d e l p e r r o. D e la m is m a f or m a , s i p od e m os d e s p l a z a r ha c ia
arriba nuestra v is ta, v eremos el aura humana. Per o hav que
andar con cuidado, so pena de perder la percepción del negro o
del morado.
E l a u t o r s e r e fi e r e a l a m ú s i c a u s u a l ; n o a l a e x p e r i me n t a l .

(Nota del T.)
40

N o s e r ía r a z ona b le p r e t e nd e r d a r una lis t a c om p le t a d e los
innumerables colores que existen. Limitémonos a los más
corrientes y acusados. Los colores básicos cambia n a medida
d e lo s p r o gr e s os q u e e f e c t úa la p e r s o na c u ya a ur a c o nt e m plarnos. Cuando una persona crece en espiritualidad, también
ev olucionan sus colores. Si una persona tiene la desdicha de
retr oc e de r e n la e s ca la d e l p rogr e s o, s us c olore s bá s ic os s e
alteran por completo, o mudan de matiz. Los colores básicos
(de los que se hab lará en seguida ), nos mues tran la persona
también «bá sica». L os innume rables matic es ind ican los pe nsamientos e intenciones, así corno el grado de espiritualidad.
El aura forma remolinos y se desliza como un arco iris singularmente intrincado. Los colores corren alrededor del cuerpo
e n c r e c i e n t e s e s p ir a l e s , y t a m b i é n c a e n d e la c a b e z a a l o s
p ie s . P e r o e s os c olor e s s on m uc hos m á s q ue los q ue ja m á s
se v ieron en un arco iris; éste es una mera refracción de cristales de agua — simples objetos —, al paso que el aura es la
vida misma.
Damos a c ont inuac ión una s notas d e unos pocos c olore s, ya
que es imposible tratar de otros hasta que no se conoce esta
lista:

Rojo
En su buena forma, el rojo indica una sana fuerza impulsora.
Los buenos generales y jefes políticos de las masas tienen una
gran cantidad de rojo en sus auras. Un tinte particularmente
claro de rojo, con los bor des de un amarillo clar o, indica
u na p e r s o na li d a d d e « c r uz a d o» (q ue s e d e s v iv e p or a y u d a r a
s us s em e ja nt e s ). Muc ho c uidad o e n no c onf und ir le c on el
v ulgar «m et om e nt od o», c uyo « rojo» e s, e n cam b io, «marr ón».
F r a n j a s d e c o l o r r o j o , e m e r gi e n d o d e l s i t i o d o n d e e s t á u n
órgano, indican que éste se halla en magníficas condiciones de
salud. Algunos de los gobernantes de renombre mundial

41

tie nen una gran ca ntidad de rojo en el conjunto de s u a ura.
Lástima que, en demasiados casos, se halle contaminado por
degradantes sombras.
Un r ojo de mal aspecto, fangoso o excesivamente oscur o,
ind ica un c ará ct er ma lo o v ic ios o. Aq ue lla p er s ona e s inf or m a l, p e nd e nc ie r a , t r a id or a , a f a nos a d e p r ov e c ho p r op i o e n
d e t r i m e n t o d e s u p r ó j i m o . U n r o j o o p a c o i n v a r ia b l e m e n t e
i nd ic a d e p r e s i ó n ne r v i os a . U na p e r s on a d o t a d a d e u n r o j o
«malo» puede ser físicamente robusta. Por desgracia, también
p u e d e s e r f ue r t e p a r a e l m a l . Ha y a s e s i n os q u e t i e n e n u n
r o j o d e g r a d a d o e n s u s a u r a s . C o m o m á s l i g e r o s e a e l r o jo

(ligero,

que no

claro)

la persona será más nerviosa e inestable.

Una p er s ona e s m uy a ct iv a, inc lus o c on e xce s o, y no p ue d e
permanecer q uieta más q ue unos es cas os s egundos. Se gura me nte, e lla es m uy e goc éntr ica. L os c olor es r ojos a lr e de d or
de los ór ga nos d e nota n s u e st ad o. Un r ojo op ac o, o t ira nd o a
marrón, con lentas pulsaciones sobre el sitio donde está un
órgano, es señal de cáncer. Se puede ver si el cáncer está allí

si todavía es incipiente.

o

El aura indica qué clase de enfer -

medades están a punto de atacar al cuerpo, a menos de que se
adopten medidas curativ as. Eso en el futuro v a a ser la utililidad de lo que podremos llamar «auroterapia».
Un rojo punteado y centelleante, procedente de los maxilares,
anunc ia d olor d e m uelas ; un marr ón opa c o, p ulsa nd o e n e l
ha lo, d e la t a e l m ie d o a nt e la p e r s p e c t iv a d e t e ne r q ue ir a l
d e nt is t a . El c ol or e s c a r la t a lo « lle v a n» t od os c ua nt os e s t á n
d e m a s ia d o e na m or a d o s d e s í m i s m os . E s e l c ol or d e l f a ls o
or gullo; del or gullo sin fundam ento. Per o el escar lata lo
v e m o s s i t ua d o a lr e d e d o r d e l a s c a d e r a s d e l a s d a m a s q ue
v enden «amor» c ontra la m oneda de l R eino. Esas damas, p or
lo ge n e r a l, no s e int e r e s a n p or e l s e xo c om o t a l; p a r a e lla s
e s s im p lem ent e un m ed io de ga nar s e la v ida. De e st e m od o,
e l p r e s um id o y la p r os t it ut a c om p a r t e n los m is m os c ol or e s
en sus respectivas auras.
Siguiendo con el grupo «rojo», el rosa (que no es, en realidad,
más que el coral) es signo de inmadurez. Las jovencitas Fileno42

res de los v einte os tentan el rosad o en v ez de l colorad o de
cualquier clase. En el caso de una persona adulta, el rosa corre sp ond e a un inf ant ilism o e ins e gur ida d. Un r ojo os c ur o,
color de hígado crudo, indica un sujeto ciertamente nada recomendable. Una persona a la que hay que evitar, porque nos
ocasionaría quebraderos de cabeza. Cuando dicho color se ve
sobre un órgano, quiere decir que éste se halla muy enfermo y
si se produce sobre un órgano vital es señal de una muerte
próxima.
Todos aquellos que ostentan el color rojo al final del esternón,
tie ne n a lter ac ione s nerv iosa s . T ie ne n q ue a pr e nd er a c ontrolar sus act iv idades y v iv ir con más calma, si quieren d isfrutar de una vida larga y tranquila.

Anaranjado
El c olor nara nja, en r ea lidad , es una ram a d el e nc ar na d o;
pero le rendimos el homenaje de reservarle una clasificación
propia porque algunas religiones del Oriente lejano consideran
el naranja como el color del Sol y lo reverencian. Por esta r a z ón
ha y t a nt o c ol or a na r a nja d o e n a q ue lla s t ie r r a s . P or otro
lado, atentos a mostrar la cara y la cruz de la moneda,
añadiremos que otras religiones sostienen que el azul es el
color del Sol. Mas, no importa nuestra opinión en el asunto; el
naranja es un color básicamente hermoso, y las personas con un
a c e r t a d o m a t iz a nar a nja d o e n s u a ur a s on g e nt e c ons iderada para con sus semejantes; son humanos y hacen todo lo
posible para ayudar a los demás, que no han sido tan afortunadamente dotados. Un amarillo anaranjado es un color muy
deseable, que denota dominio de sí mismo y posee diversas
virtudes.
Un anaranjado tirando más o menos hacia el marrón es señal de
ser una persona perezosa que todo lo trata con negligencia. Un
marrón anaranjado también indica trastornos en los riño-

13

ne s . S i e s t á s it ua d o s o b r e l o s r i ñ o ne s y t i e ne u na m a n c h a
mellada de color gr is, denota la presencia de cálculos renales.
Un anaranjado teñido de v erde delata una persona a quien le
gusta el pelear por el solo gusto de pelear; y cuando nosotros
hayam os pr ogresado hasta el punto de poder percibir los
matices dentro de los c olores , obraremos prudenteme nte e v ita nd o t od o tra t o y d is c us ión c on p er s ona s q ue t ie ne n a lgún
traz o v er de e ntr e s u a nara njad o, p ues t o q ue s ólo sa be n v er
« b la nc o y ne gr o» y le s f a lt a n im a gina c ión, p e r c e p c i ón y d is c e r nim ie nt o p a r a d a r s e c ue n t a d e q ue ha y m a t ic e s d e c o nocimiento, de opinión, así como de color. Las personas afectadas
por el v erde-anaranjado no acaban nunca de argüir, sólo por el
gusto de argüir, sin que les preocupe si sus argumentos son
v erdaderos o fals os; para ellos, la cosa está e n el argüir s in
parar.

Amarillo
Un amarillo dorado indica que su posesor está dotado de una
na t ura lez a m uy e s p ir it ua l. T od os los gra nd es sa nt os t ie ne n
halos de oro alrededor de sus cabezas. A mayor espiritualidad,
más brillo de aquel amarillo dorado. Haciendo una digresión,
añadiremos que todos los que poseen una extraordinaria espiritualidad, también tienen el añil en s u aura; pero ahora se
ha b la d e l a mar illo. T od os c ua nt os os te nta n e s te c olor s e
hallan en buena salud espiritual y moral. Siguen rectamente
por la Senda, y de ac uerd o c on su exac to mat iz de amarillo,
tienen muy poco que temer. Una persona dotada de un
amarillo brillante puede estar completamente segura; si el amarillo es de gr ad ad o (c om o e l c olor de a lgunos m alos q ue s os ),
que e s c obarde por naturalez a; de es os q ue la gente d ic e «es
amarillo». Es muy común que se vea el aura de las personas, y
muchos de esos dichos populares se hallan en todas las len-

gua s d e s d e t ie m p o s a t r á s . P e r o un a m a r illo f e o e s s ign o d e
s e r una m a la p e r s ona ; uno q ue t ie ne m ie d o c o nt in ua m e nt e
d e t od o. Un a m a r illo r ojiz o n o e s d e l t od o f a v ora b le p or q ue
ind ica una t im id ez m e nt a l, m ora l y f ís ica. L as p ers ona s c on
ese c olor camb iarán una religión p or otra, siempre e n busc a
de algo que no se puede alcanzar en cinco minutos. Les falta
voluntad de permanencia; no pueden fijarse en nada si no unos
brev e s m ome nt os. Una p er s ona q ue te nga e l a mar illo r ojiz o y
e l r ojo c a s t a ño e n s u a ur a , s ie m p r e c or r e e n p os d e l s e xo
opuesto, siempre sin sacar nada. Merece ser notado que
una persona pelirroja y que tiene el rojo amarillo eri su aura,
será muy combativa, muy agresiva y muy llevada a interpretar
t od a ob s e r v a c ión q ue s e le h a ga c om o un in s ult o p e r s ona l.
Es t o s e r ef ier e par t ic ularm e nt e a los q ue t ie ne n e l pe lo r ojo y
el cutis rojizo y a menudo pecoso.
Muchos de esos matices amarillentos y rojizos indican que la
per s ona q ue los t ie ne e st á af ligida p or un gr an c omp le jo de
inferioridad. Cuanto más rojo haya en el amarillo, mayor será
este complejo. Un amarillo tirando a castaño denota pensamientos muy impur os y un pobr e desarrollo espir itual.
Muchos individuos de esta calaña o catadura poseen este rojocastañoamarillo y, en el caso de ser particularmente malo, se les añade
como una argamasa v erde que mancha con puntos el aura.
Son gente que casi nunca pueden ser salv ados de su propia
demencia.
Todo amarillo tirando a castaño indica pensamientos impuros
y que la persona afectada por este color no conserva siempre
la senda recta y breve. Por lo que hace a la salud, el amarillo
v e r d os o e s s ign o d e p a d e c im i e nt os d e l hí ga d o. C ua nd o e s t e
color gravita hacia un amarillo-castaño-rojizo, significa que los
males son principa lmente de naturaleza soc ial. Una pers ona
aquejada de una enfermedad social invariablemente tiene una
zona de castaño oscuro y amarillo, también oscuro, alrededor
de s us cad eras. A me nud o d ic ha zona está m oteada c on algo
que parece polv o colorado. Con el color castaño que se va
pronunciando cada vez más sobre el amarillo, y a veces mos45

trando franjas dentadas, nos damos cuenta de que la persona
está enferma de la mente. Un indiv iduo que posee una doble
personalidad (en el se ntido d e la p siq uiatría ) muy frec ue ntemente presenta la mitad del aura de un amarillo azulado y la
otra de un amarillo t irand o a marrón y a v erde. Es una c om binación absolutamente desagradable.
El amarillo d orado p uro, c on el c ual hem os dad o principio a
esta sección, debe ser siempre cultivado. Puede ser alcanzado
por una c ont inua p ureza de pensam ientos y d e inte nc iones.
T od os te nem os q ue p as ar p or e l amar illo br illa nt e a nt e s no
hagamos nuevos progresos por la senda de la evolución.

Verde
El v erd e e s e l c olor d e la c ur ac ión, d e la e ns e ña nz a y e l d e l
crecimiento físico. Muchos grandes médicos y cirujanos tienen
una abundancia de verde en su aura; también de rojo y, cosa
curiosa, ambos colores se mezclan armoniosamente y sin disc or d ia e n t r e s í. E l r o j o y e l v e r d e , c ua n d o s e v e n e l u n o a l
lado del otro, en diversas materias, muchas veces chocan e irritan; pero, situados en el aura, gustan. Verde con una cantidad
p r op or c iona d a d e r ojo ind ic a un gr a n c ir uja no, un hom b r e
m uy c om p e t e nt e . E l v e r d e , s olo s in e l r o jo, u n m é d ic o m uy
e m i n e nt e q u e c o n o c e s u p r o f e s i ó n; o u na e nf e r m e r a , c u ya
v oc a c ión e s s u p r of e s i ón y s us a m or e s . El v e r d e , m ixt o c on
una d os is pr op or c ionad a de az ul, a nunc ia é xit os e n la e ns eñ a n z a . A l g u n o s g r a n d e s p r of e s o r e s t i e n e n e l v e r d e e n s u s
respectivas auras y franjas o estrías de un azul movedizo, una
e sp e c ie de a z ul e lé ctr ic o, y muc ha s v e c e s, e ntr e e l az ul y e l
verde hay pequeñas tiras de amarillo-dorado que indican
que el profesor es de aquellos que se preocupan cordialmente
por el bienestar de sus discípulos y tienen la necesaria altura
espiritual para enseñar los temas más elevados.
Todo cuanto tiene que ver con la salud de las personas y de
46

los a nim a le s s e t r a d uc e p or una e le v a d a c a nt id a d d e v e rd e
e n la c om p o s i c i ón d e s u s a u r a s . N o s e l l e ga a l n iv e l d e l o s
más grandes cirujanos o médicos; pero todo el mundo, no
importa cuál, si tratan de la salud de las personas, de los animales o plantas, tienen una cierta cantidad de color verde en
sus auras. Pare ce com o la insignia de s u profe sión. El v er de
n o e s , c on t o d o, e l c o l or d o m i na n t e ; c a s i s i e m p r e s e ha l la
subordinado a otro color. Es un color benéfico e indica que el
que lo posee con abundancia es una persona amistosa, compas iv a y c ons id er ada p ara c on los d emá s. Si un indiv id uo pr esenta un v erde-amarillento, de todos modos no podemos fiar nos de él, y en la medida misma de la mezcla de un amarillo desagradable con un verde repugnante, asimismo será la
c onf ia nz a q ue n os m e r e z c a . L os t im a d or e s t ie ne n una a u r a
v erde-amarille nta (s on ge nte que sabe hablar a s us v íct imas
de una manera amable y lue go les quitan engañosame nte el
dinero). Tienen una especie de argamasa verde a la cual
se une su amarillo. A medida que el verde tiende al azul — generalmente un agradable azul celeste o azul eléctrico — más
digna de confianza es una persona.

Azul
Este color, a menudo se describe como el del mundo espiritual.
También denota habilidad intelectual como cosa distinta de la
espiritualidad; pero, naturalmente, tiene que ser, dicho azul,
de l ma t iz jus t o; c on e st e m at iz e s un c olor c ier tam e nte m uy
fav orable. El etérico es de un tinte azulado, un azul parecido
al que exhalan los cigarrillos antes de ser aspirados y expirados
por la boca, o tambié n, el humo de la leña ardie nd o. Cuanto
más brillante sea el fuego, más vigorosa la salud de la persona.
El azul pálido es e l c olor de las personas q ue t ienen q ue s er
empujadas para que adopten cualquier decisión de prov echo.
Un azul más oscuro es el de una persona que está haciendo
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progres os, que e s laboriosa. Más os cur o ind ica una persona
hábil en las tareas de lo vida y que ha encontrado ciertas satisfac c iones e n s u tra ba jo. Es os az ule s má s os c ur os s e ha lla n a
menudo e ntre aque llos mis ioneros que lo son en v irtud de
una « v oc a c ión» d e c id id a . N o s e ha lla n e nt r e a q ue l los ot r o s
mis ioner os que no pa sa n d e as p irar a una tar ea q u e p ue d e
p e r m it ir le s d a r , t a l v e z , la v u e l t a a l m un d o c o n lo s ga s t o s
pa ga d os . P oder nos juzgar a las p er s ona s p or e l v igor d e s u
amarillo y la oscuridad de su azul.

Añil
Vamos a clasificar el añil y el violeta dentro de la misma categoría, dado que sus matices se confunden y se pasa insensiblemente del uno al otro y muy frecuentemente dependen entre
sí. Las personas que ostentan dicho color en su aura de una
manera manifiesta, son gente de profundas conv icciones religiosas, que no se c ont enta n con profesar exteriorment e una
religión. Esto constituye una gran diferencia; algunas personas
dice n que s on religiosas; otras dice n creen s erlo; pero ha st a
que no se sea capaz de ver con certitud su aura, no se puede
decir d e e llas nada q ue s ea s eguro. Si una p ersona tiene un
toque rosa do en su a ñil, ésta será quisquillosa y d esabrid a,
s ob re t od o p ara c on la s p er s ona s q ue s e e nc ue ntre n ba jo la
dependencia de dicho sujeto. El tinte rosado en el añil es un
toque degradante, roba una porción de su pureza al aura. De
pasada, digamos que las personas que presentan colores añil,
violeta o morado en sus respectivas auras padecen trastornos
de l c ora z ón y d e s ór de ne s d e l e st óm a go. N o le s sie nta n bie n

ni los fritos ni la comida, por poco grasienta que sea.

48

Gris
El gris es un modificador de los colores del aura. En sí, carece
de significación, excepto la de que la persona está muy poco
e v oluc i ona d a . Si la p e r s o na a q uie n c o nt e m p la m os no e s t á
ev olucionada, presenta normalment e grande s franjas y manchas de gris; pero, corrientemente, nunca miraréis el cuerpo
desnudo de una persona sin evolucionar. El gris, en un color,
delata una debilidad de carácter y una pobreza general de salud. Si alguien tiene zonas grises sobre algún órgano, eso indica
un p e l igr o d e f a llo d e la s a lu d d e é s t e , o ya e s t á e nf e r m o y
hay que curarlo inmediatamente. Una persona con una espesa y
dolorosa jaqueca, tendrá una nube como de humo gris que le
a t r av ie s a e l ha lo o nim b o, y no im p or t a d e q ué c o lor s e a
éste, sus pulsaciones seguirán el ritmo de las punzadas de la
jaqueca que le aflige.

Lección sexta

C on t od o lo d ic ho, e s obv io q ue t od o c ua nt o e xist e e s v ibr ac ión. As í, a trav és d e t od o lo e xist e nt e, ha y a lgo q ue p odríamos lla mar un giga nt es c o t ec la d o, f or mad o p or t oda s la s v i braciones que pueden haber existido siempre. Imaginémonos
que se trata de un inmenso piano, extendiéndose por infinitas
magnitudes. Imaginémonos, también, que nosotros somos hormigas, y q ue sólo podemos e s cuc har unas muy p ocas nota s.
Las vibraciones corresponden a las diferentes teclas de piano.
Una nota, o tecla, cubriría todas las vibraciones que llamamos
«tacto», la vibración que es tan lenta, tan «sólida» que la
sentimos más que verla o escucharla (fig. 5).
La nota s iguient e s ería e l sonido. Est o e s, la nota que c ubr e
todas estas vibraciones que activan el mecanismo interior de
nuestros oídos. No podemos percibir con nuestros dedos estas
v ibr ac ione s; p er o nue s tr os oíd os nos d ice n q ue s e tra ta d e l
«sonido». No podemos oír una cosa que sólo puede ser objeto
d e l t a c t o; ni p od e m os a p r e c ia r p or e l t a c t o lo q ue d e b e se r
oído.
De este modo habremos cubierto dos notas del teclado de
nuestro piano.
La nota siguiente será la v ista. Aquí también tendremos una
vibración de tal frecuencia (esto es, vibrando tan rápidamente)
que no podemos tocarla ni escucharla; pero afecta a nuestros
ojos y se llama la «vista».
Mezc lada c on e sas tres notas hay otras de la misma frec ue nc ia , o z ona d e f r e c ue nc ia s , que lla m a m os « r a d io» . Una not a
más a lt a nos c ond uc e a la t e lep at ía, la c lar iv id e nc ia y otr a s
manifestaciones de poderes emparentados con estas últimas.
Pero el punto esencial es el de la verdaderamente inmensa cantidad de grados de frec ue ncia s, o de v ibrac iones. El hombre
sólo puede percibir una extensión ciertamente escasísima de
ellas.
50

EL TECLADO SIMBÓLICO
Fig. 5.

La vista y el sonido están estrechamente relacionados, de todas
la s m a ne r a s . P od e m os ob t e n e r un c o lor y d e c ir q ue e s u na
nota m us ical, p ues to q ue existen instrume nt os e le ctrónic os
q ue p ue d e n t r a ns f or m a r un c ol or d e t e r m ina d o e n u na no t a
de t erm ina da. Si e s t o par ec e difíc il d e c om pr end er, ha y q ue
considerar lo siguiente: las ondas de la radio, eso es, música,
palabras y has ta imá genes, e stán continuament e e n casa, a
donde v ayamos y hagam os lo que ha gamos. N os otros, s in el
auxilio de ningún aparato, no podemos percibir estas ondas de
la radio; pero con un aparato especial, al que llamamos una
«radio», que capta las ondas y, si lo preferís, traduce las frecuencias de la radio en frecuencias auditiv as, podemos escuchar los programas de las emisoras y hasta v er las imágenes
de la televisión.
De la misma manera, podem os tomar un s onido y d ecir que
concuerda con un color, y v icev ersa, afirmar que un color corresponde a un sonido determinado. Esto es muy conocido en
Oriente, y creemos que verdaderamente tiene que influir positivamente en la apreciación que hagamos de una obra de arte;
p or e je m p l o, c ua nd o m ir a m o s u n c ua d r o e im a gina m os u n
a c or d e q ue r e s u lt a r ía d e a q u e llos c olor e s s i los t r a ns p or t á semos a la música.
Todos sabemos que Marte es también conocido por «el Planet a
R o j o » . M a r t e e s e l p la n e t a r o j o , y e l r o j o d e c i e r t o t o n o —
e l r o j o b á s i c o — t i e n e u n a n o t a m u s i c a l q u e c o r r e s p o nde al
«do».
El anaranjad o, que es parc ialmente r ojo, corres ponde con la
nota «re». Entre las creencias de algunas religiones se establece
que el anaranjado es el color del Sol; otras religiones dicen que
el color del Sol, es el azul. Preferimos creer que el Sol es
anaranjado.
El a m a r illo c or r e s p ond e a l « m i» y e l p la n e t a Me r c ur i o e s e l
«re ge nt e » d el a mar illo. T od o e st o, na t ura lm e nte, pr oce d e de
la mitología oriental; igual que los griegos tuvieron sus dioses y
diosas que cruzaban el firmamento en sus canos damígeros, los
pueblos del Oriente Tienen sus mitos v leyendas; pero in52

v estían sus planetas con div ersos colores, y decían que tal y
cual color era regido por tal y cual planeta.
El v er d e t ie ne una not a m us ica l c orr e sp ond ie nt e a l «fa ». E s
un color de crecimiento, y algunos afirman que el crecimiento
de las plantas puede ser estimulado con notas musicales adec ua d a s . A un q u e n o t e n ga m o s e x p e r i e n c ia p e r s o na l d e e s t e
hec ho p art ic ular, p os e em os una inf orma c ión pr oc ed e nt e de
fuentes dignas de crédito. Saturno es el planeta que controla el
verde. Es interesante observar que los antiguos derivaron estos
colores de las sensaciones que recibían contemplando un determinado planeta entregados a la meditación. Varios de los antiguos meditaron en las cumbres más altas de la Tierra, en los
altos picos de los Himalayas, por ejemplo, y cuando se está a
muchos miles de metros de altura se deja mucho aire atrás, y
los planetas se ven más claros y las sensaciones son más agudas. De e ste mod o los sabios de la Antigüedad estab lec ier on
las normas sobre los colores.
El azul corresponde a la nota «sol». Corno hemos dicho antes,
en algunas creencias religiosas se contempla el azul como el
color del Sol; pero como sea que seguirnos la tradición oriental,
decidimos que el planeta del azul es Júpiter.
El añil es «la» de la escala musical y en Oriente se cree regido
por Venus. Venus, cuando está bien aspectada, eso es, cuando
reparte beneficios a los humanos, concede habilidad artística y
pureza de pensamiento. Proporciona el mejor tipo de carácter.
Únicamente cuando está conectada con las personas de la más
baja vibración, Venus conduce a diversos excesos.
El v ioleta c orresponde a la nota «si» y e s regida por la L una.
A q u í t a m b i é n , s i n o s h a l l a r no s b a j o e l b u e n a s p e c t o d e l a
L u na , o d e l c o l or v i o le t a , é s t o s c om u n ic a n c la r id a d a l p e nsamiento, espiritualidad e imaginación controlada. Pero si el
a s p e c t o e s m a l o, e nt o nc e s s e p r o d uc e n la s p e r t ur b a c i o n e s
mentales que hacen a un individuo «lunático».
En la parte exterior del aura existe un envoltorio que encierra
t o t a lm e nt e a l c ue r p o h um a n o, s u e t é r i c o y a l a ur a m is m o.
Parece como si el conjunto del ser humano, con el cuerpo
53

físico en el centro, luego el etérico y luego el aura, estuviesen
metid os en un saco. Imagínese de esta f orma: tenem os un
huevo de gallina como todos. Dentro está la yema, que corresponde a nuestr o c uerpo. Des pué s está n las c laras, que c orresponden al etérico y al aura. Pero en el huevo, entre la clara y la
cáscara, vemos una especie de pellejo muy blando. Cuando
hervimos un huevo y levantamos la cáscara, podemos pelar esta
película. El conjunto del hombre es parecido. Está encerra d o
p or la e s pe c ie de p e lle jo q ue lo c ubr e. És te es c om pletamente
transparente y, bajo el impacto de las ondulaciones y t e m b l o r e s
d e l a u r a , o n d u l a u n p o c o ; p e r o s i e m p r e t i e n de a recobrar su
form de huevo, como un globo siempre recobra s u e sf er ic id ad
p or c ua nt o s u pr e s ión int e rior e s ma yor que la externa.
Podemos hacernos cargo visualmente imaginando el cuerpo, el
etérico y el aura contenidos dentro de un saco muy delgado de
celofán, en forma de huevo (fig. 6).
Cuando pensamos, proyectamos desde el cerebro, a través del
etérico y del aura, sobre este «cutis áurico». Allí, sobre la superficie exterior de esta cubierta, se producen imágenes de
nuestros pensamientos. Como en otras veces, para explicarlo,
damos un e jemp lo basad o en la rad io o la te lev is ión. En el
cuello de un tubo de televisión, lo que se conoce bajo el nombre
de «cañón electrónico», dispara electrones rapidísimamente sobre
una pantalla fluorescente, que es la pantalla del televisor. A medida
que los electrones se pintan sobre un revestimiento especial que
está

en

la

parte

interior

de

la

pantalla,

éste

se

pone

fluorescente; es decir, hay allí un punto luminoso que persiste
por un tiempo suficiente para que nos quede una «memoria
residual» de aquel punto. De esta manera, el ojo con templa la
totalidad

de

Paralelamente

las
a

imágenes

sobre

las variaciones

la

del

pantalla
transmisor,

del

televisor.

cambian

las

imágenes.
De un modo muy parecido, los pensamientos son emitidos por el
transmisor — nuestro cerebro — y llegan a la cubierta del aura.
Allí los pensamientos se pintan y forman imágenes que pueden
ser vistas por un clarividente. Pero no sólo se ven
54

LA FUNDA AUREA
Fig. 6.


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