Não há ditongos em português .pdf


Nom original: Não há ditongos em português.pdfAuteur: Marcos

Ce document au format PDF 1.5 a été généré par Microsoft® Word 2010, et a été envoyé sur fichier-pdf.fr le 09/02/2014 à 19:36, depuis l'adresse IP 85.245.x.x. La présente page de téléchargement du fichier a été vue 492 fois.
Taille du document: 130 Ko (2 pages).
Confidentialité: fichier public


Aperçu du document


A

vossa

resposta

a

propósito

da

definição,

produção

e

percepção de ditongos foi assaz taxativa: “Não sabemos de quem
diga que não há ditongos em português.”. Ora bem, a meu ver, os
exemplos que o(a) prezado(a) consultor(a) listou mais não são
que evidentes provas da
torno

do

conceito

generalizou.

Em

impropriedade lexical que flutua em

“ditongo”,

abono

da

o

qual

verdade,

o

uso

deturpado

Dicionário

da

se

Língua

Portuguesa – sem Acordo Ortográfico da Porto Editora define
“ditongo” como sendo uma “sequência, numa sílaba, formada por
uma vogal e uma semivogal” (in http://goo.gl/8OXqhg). O verbete
enciclopédico
vocábulo

da

Infopédia

inglês

vai

“fire”

mais

longe,

se

pronuncia

estas afirmações

incorrectas

afirmando

que

[‘fajE]

o

(in

http://goo.gl/ukdH4L).
Claro

que



podem vingar

numa língua em que não existem verdadeiros ditongos, mas tão-somente

combinações

de

vogal

+

semivogal.

Nesta

linha

de

pensamento, acresce citar duas fontes: uma informal, extraída
de um fórum em linha (1), e outra formal, extraída do Précis de
phonétique historique, de Noëlle Laborderie (2).
(1)

Ditongos

em

diferentes

línguas?



Eu

queria

tirar

uma

dúvida: na língua portuguesa, os ditongos são formados pelo
encontro de uma vogal + uma semivogal. em [sic] inglês e em
outras línguas germânicas, por exemplo, os ditongos, por sua
vez, são formados pelo encontro de duas vogais, sendo a mais
forte o núcleo silábico. Foneticamente, existe alguma diferença
entre os ditongos formados com as semivogais [j] e [w] e as
vogais fracas [i] e [u]?
(in http://goo.gl/S1kpSk)
(2)

On

remarque

diphtongal,

que

y

c’est-à-dire

se

vocalise
un

i

qui

(devient
n’est

voyelle)
pas

en

centre

iꞈ
de

syllabe (…)
NB : Noëlle Laborderie utiliza o Alfabeto Fonético de Bourciez nas
suas transcrições, em oposição com as restantes fontes já citadas.

Conclui-se, pelos exemplos dados, que pronunciar [aj] não
é o mesmo que pronunciar [aiꞈ], pois só a última transcrição é
um ditongo. Para além do mais, em algumas evoluções fonéticas
do latim para o francês, dá-se conta da fase em que o encontro

de sons era um ditongo e daquela em que, pela consonantização
de um dos elementos desse encontro, passou a ser uma sequência
de vogal + semivogal.
Para concluir,

não

podia deixar de

transcrever

algumas

correctas definições de “ditongo”, bem como a certa transcrição
fonética de “fire” - /ˈfʌɪə/ (in http://goo.gl/zPzkhZ).
Oxford ■ a sound formed by the combination of two vowels in a
single syllable, in which the sound begins as one vowel and
moves towards another (as in coin, loud, and side).
(in http://goo.gl/Xv1idp)
Larousse ■ Voyelle complexe dont le timbre se modifie
graduellement une fois au cours de son émission (par exemple en
anglais [ei] day, [ou] nose ; en allemand [au], Haus ; en
espagnol [ue] muerte ; en italien [uo] cuore). [En français
moderne, il n’existe plus de diphtongues : les graphies eu, au,
ou correspondent à des voyelles simples [ø], [o] et [u].]

(in http://goo.gl/3Sc47X)
Face ao exposto, continuo, portanto, com as mesmas dúvidas
que levantei na mensagem precedente.
Cordialmente,
Marcos Helena


Não há ditongos em português.pdf - page 1/2


Não há ditongos em português.pdf - page 2/2



Télécharger le fichier (PDF)


Não há ditongos em português.pdf (PDF, 130 Ko)

Télécharger
Formats alternatifs: ZIP



Documents similaires


n o h ditongos em portugues
encontros a e b
sol enradiando por detr s das nuvens
assimil o novo frances sem custo
estatut per la lenga c rsa 1
1 il sistema scolastico

Sur le même sujet..