Encontros A e B .pdf


Nom original: Encontros A e B.pdfAuteur: Marcos

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Aquiesço

a

alguns

aspectos

por

si

mencionados,

sem,

todavia, deixar de considerar verdadeira a asserção «pronunciar
[aj]

não

é

o

mesmo

que

pronunciar

[ai ꞈ]».

Acresce

referir,

portanto, que, de facto, na dimensão dos estudos portugueses ,
não há deturpação, nem impropriedade lexical quanto ao uso do
conceito “ditongo”. Com efeito, se se define que um ditongo é
um encontro entre uma vogal e uma semivogal, então há ditongos
em

português.

A

aceitação

deste

postulado

é

inequívoca

numa

língua que não conhece encontros de duas vogais (sem diérese) –
as

diferentes

“justificáveis”

conceptualizações
pela

conclusão

da

por

si

gramática

citadas
de

Maria

são
Helena

Mira Mateus.
Por conseguinte, noutras línguas que conheçam, por um lado,
encontros de duas vogais (sem diérese) e, por outro, encontros
de vogal e semivogal, será de extrema importância explicitar
claramente

qual

destes

dois

encontros

pode

ser

nomeado

um

ditongo (pelo menos, segundo as fontes por mim citadas nas duas
mensagens precedentes, o uso mais recorrente aponta para que,
na terminologia anglófona, o primeiro encontro seja o ditongo).
Assim sendo, para evitar choques de terminologia (mesmo termo,
mas conceitos

diferentes,

em línguas diferentes), proponho

o

seguinte glossário:
Encontro A – encontro de duas vogais (sem diérese);
Encontro B – encontro de vogal + semivogal.
Abandonemos,

pois,

o

termo

“ditongo”,

causa

de

discussões

áridas, e foquemo-nos no que realmente interessa: a diferença
entre o encontro A

e o encontro

B.

Antes de avançar, seria

importante sublinhar que, antes da sua mensagem, já tinha tido
acesso à flutuabilidade que reina na transcrição dos encontros
B em português.
* * *
Vejam-se estas fontes que repertoriam as diferenças entre
os encontros A e os encontros B, para deixar de recorrer ao
excerto da obra de Noëlle Laborderie, igualmente válido.
1 - While there are a number of similarities, diphthongs1 are
not the same as a combination of a vowel and an approximant or
glide2. Most importantly, diphthongs 1 are fully contained in the
syllable nucleus while a semivowel or glide is restricted to
the syllable boundaries (either the onset or the coda). This
often manifests itself phonetically by a greater degree of
constriction though this phonetic distinction is not always

clear. The English word yes, for example, consists of a palata l
glide followed by a monophthong rather than a rising diphthong1 .
In addition, the segmental elements must be different in
diphthongs1 so that [ii ], when it occurs in a language, does
not contrast with [iː] though it is possible for languages to
contrast [ij] and [iː].
1
2

Encontro(s) A
Encontro B

(content 3 - http://en.wikipedia.org/wiki/Diphthong#CITEREFKayeLowenstamm1984)

2



Como

justificar

o

título

deste

documento

http://www.dartmouth.edu/~linguist/faculty/chitoran_jipa02.pdf ?
3

-

http://www.etudes-litteraires.com/forum/topic42285-

diphtongue-ou-glide-voyelle.html
Esperando desenvolvimentos,
Marcos Helena


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