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PATOLLI PACHISI quelques notes supplémentaires... .pdf



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i

UNIVERSITE DE MONTREAL

PATOLLI ET PACHISI: QUELQUES NOTES SUPPLEMENTAIRES À LA
SYMPHONIE DISCORDANTE DES CONTACTS TRANS-PACIFIQUES
PRECOLOMBIENS

r
I
I

par
ANDRE VADEBONCOEUR

\

(/M

VADA08015303

I
i
[

^ f

Département d ' a n t h r o p o l o g i e
Faculté des a r t s e t s c i e n c e s

T r a v a i l présenté à M. T o l s t o y
dans l e c a d r e du c o u r s ANT. 6200:
L'approche c o m p a r a t i v e en h i s t o i r e c u l t u r e l l e :
héritage, f i l i a t i o n , emprunts, d i f f u s i o n .

Le 22 décembre 1992

Si'

TABLE DES MATIERES
INTRODUCTION

1

CHAPITRE I : Le p a t o l l i : ce qu'exactement nous en
connaissons
CHAPITRE I I :

2

A n a l y s e c r i t i q u e du t e x t e d'Erasmus

8

E l i m i n a t i o n des v a r i a b l e s
" S e v e r a l l o t s and appréciation o f t h e law o f
chance"
" S e v e r a l men"
"Penalty or s a f e t y s t a t i o n s "

10

Réduction de l'indépendance des v a r i a b l e s

17

10
13
14

"Fiat dice"
17
"Coiinting board"
18
Forme du " c o u n t i n g board": s e u l e v a r i a b l e
indépendante s e l o n Erasmus
19
P a c h i s i , P a t o l l i : combien de v a r i a b l e s indépendantes?21
CHAPITRE I I I
Se I o n
Selon
Selon
Selon
Selon

Le sens s p i r i t u e l des deux j e u x

Erasmus
Caso
Digby
Duverger
Vadeboncoeur

23
23
23
24
24
26

CONCLUSION

33

APPENDICE: L e s s o u r c e s p r i m a i r e s

35

Sahagun
Gomara
Torquemada
Duran
BIBLIOGRAPHIE



35
37
38
38
41

L I S T E DES PLANCHES

PLANCHE
; J e u de
PLANCHE #2 : J e x i de
PLANCHE #3 : J e u de
PLANCHE #4 : J o u e u r

p a t o l l i , s e l o n l e codex Duran
i
p a t o l l i , s e l o n l e codex F l o r e n t i n
i i
p a t o l l i , s e l o n l e codex M a g l i a b e c c h i . . . . i i i
de p a t o l l i , s e l o n l e codex Mendoaa
iv

PLANCHE #5 : Deux Hindous j o u a n t au p a c h i s i
PLANCHE «5a: T a b l e a u x de p a c h i s i
PLANCHE #6 : Le s a c r i f i c e du g l a d i a t e u r , s e l o n l e
codex M a g l i a b e c c h i
PLANCHE #7 : Le s a c r i f i c e du g l a d i a t e u r , s e l o n l e
codex Duran
PLANCHE «8 : N a i s s a n c e de TEZCATLIPOCA à p a r t i r du
c e n t r e de l a t e r r e
PLANCHE »9 : J e u de b a l l e e t s e s deux TLACHTEMALACATL
PLANCHE «10: P r i s o n n i e r debout s u r l e CUAUHXICALLI
PLANCHE
PLANCHE
PLANCHE
PLANCHE
PLANCHE

«11:
«12:
«13:
«14:
«15:

L a p i e r r e du s o l e i l m e x i c a i n e
L a p l a c e du marché
QUAUHPATOLLI
Dieu-Mais ou D i e u - C i t r o u i l l e ?
Le s o l e i l de m i n u i t

v
va
vi
v i l
viii
ix
x
x i
x i i
xiii
xiv
:<v

i
INTRODUCTION
Le c h e r c h e u r q u i t e n t e de vérifier une hypothèse j ^-.i-n-i ^- j

à

propos d'un phénomène q u ' i l connaît p l u s ou moins r i s q u e de v o i r l a
c o n f i a n c e en l a validité de s a démarche s e d i s s o u d r e à mesure q u ' i l
approfondit s a c o n n a i s s a n c e

du phénomène en q u e s t i o n .

Ce f u t mon

cas.
J ' a v a i s au départ entendu p a r l e r d'une c o n t r o v e r s e e n t o u r a n t l a
possibilité de l i e n s "génétiques" e n t r e un j e u hindou ( i n d i e n ) , l e
p a c h i s i , e t un j e u méso-américain, l e p a t o l l i . A i n s i T y l o r (1879,
1896), soutenu p l u s t a r d p a r Kroeber ( 1 9 3 1 , 1 9 4 8 ) , a f f i r m a i t que l e
p a t o l l i était une v e r s i o n américaine du p a c h i s i i n d i e n .

Erasmus,

( 1 9 5 0 ) , l e s réfuta t o u s l e s deux.
Sans connaître l e u r s arguments r e s p e c t i f s , j ' a v a i s émis l'idée
qu'une étude
n'avoir

du

jamais

"sens
été

s p i r i t u e l ' des deux
faite,

supplémentaire en f a v e u r

pourrait

du l i e n

jeux,

apporter

génétique

q u i semblait
un

argument

en q u e s t i o n ,

s i ce

"sens" évidemment se révélait être l e même.
L a l e c t u r e des t e x t e s de T y l o r (1879, 1 8 9 6 ) , d'Erasmus ( 1 9 5 0 j ,
de

Kroeber

Duverger

(1931,

1948),

de C u l i n

( 1 9 7 8 ) , m'avait ç'pâr

(1903,

l a surt"e\_fait

1898, 1 9 7 5 ) ,

e t de

comprendra que l e s

s e u l e s d e s c r i p t i o n s v a l a b l e s que nous possédons du p a t o l l i ne nous
montrent

absolument

p a s q u e l l e s en étaient

souvent

l e s auteurs

modernes

c o n n a i s s a i e n t beaucoup p l u s .
qu'il

fallait

en

l e s règles.

parl^^ent

comme

s'ils

Devant c e t t e c o n f u s i o n , j ' a i

vérifier ce que d i s a i e n t

exactement

Mads^ou^'^^-'•^
en

conclu

l e s Xsources

primaireei?Vau s u j e t du p a t o l l i a f i n jd-Lâf^liiir c l a i r e m e n t ce q u i e s t
comiu de ce q u i ne l ' e s t p a s , pour p o u v o i r mieux s u i v r e l a pensée
de tous ceux q u i en ont parlé p a r l a s u i t e .
p a r t i e de ce t r a v a i l , /

Ce s e r a l a première

^ /- , ^^u/-

Une ideu2d.ème--diffierté m'est a p p a r u / l o r s q u e j ' a i c o m p r i s ,
suite

à l a lecture

du t e x t e d'Erasmus

passédaj-t une c o n n a i s s a n c e

approfondie

( 1 9 5 0 ) , que même &è—crrr5Vv-<s
des deux j e u x ,

eiie—rrrrass

révélerait de nombreuses s i m i l i t u d e s e n t r e l e s éléments de chacun.
C e l a ne prQuvei?ait eft-^rreTT qu' i l s sont apparentés. C a r une t e l l e

Ifii/^^

c o n l u s i o n demande au préalable une réflexion complexe quant aux
c a u s e s de l ' a s s o c i a t i o n des éléments q u i l e s composent, a f i n de
déterminer l a p a r t du h a s a r d dans c e t t e a s s o c i a t i o n ,
et ainsi
vérifier l e degré de probabilité de l e u r récurrence avec ou s a n s
^ c o n t a c t à deux p o i n t s d i s t a n t s du globe.
L'explicationdec^
' phénomène c o n s t i t u e r a l a deuxième p a r t i e du - ^ r a v a i l , ce q u i s e r a
S U I V I d une c r i t i q u e , p o i n t p a r p o i n t , du t e x t e d'Erasmus, pour
j^M<A^^

^

,

déterminer l a j u s t e s s e de s e s arguments etT aussj^/jvo)Jj^3si j e ne peux
pas l e s compléter p a r un apport p e r s o n n e l résultant de mes p r o p r e s
lectures.
Quant à l ' a n a l y s e du "sens s p i r i t u e l " des deux j e u x , j e ne
f e r a i que l'entamer à l a t o u t e f i n , c a r examiner ce q u i e s t connu
du p a t o l l i dans son ensemble était nécessaire e t c o u v r a i t
suffisamment de matière pour f a i r e l ' o b j e t , à l u i s e u l , d'un
t r a v a i l a s s e z étendu.
CHAPITRE I
LE PATOLLI, CE QU'EXACTEMENT NOUS EN CONNAISSONS
Pas grand chose en f a i t : l e s i n f o r m a t i o n s e t h n o h i s t o r i q u e s à
son s u j e t sont peu nombreuses, l a c u n a i r e s e t souvent c o n f u s e s . I l
semble que l e s c h r o n i q u e u r s en comprenaient très mal l e s p r i n c i p e s ;
l e nombre de j e u x européens a u x q u e l s i l a été comparé e s t un
amusant i n d i c e de c e t t e incompréhension.
Les r e n s e i g n e m e n t s s u r l e s règles du p a t o l l i sont contenus
dans l e s écrits de q u a t r e a u t e u r s :
Gomara, ( A.D. 1510-1560),
Torquemada (A.D. 1557-1664), Sahagun (A.D. 1500-1590) e t Duran
(A.D. 1537-1588). De p l u s i l e s t a u s s i rapidement mentionné dans
l e codex M a g l i a b e c c h i ( A.D. 1 5 5 3 ) , e t dans l e codex Mendoza(A.D.
1545). On t r o u v e a u s s i t r o i s i l l u s t r a t i o n s de j o u e u r s en a c t i o n
sur l a f i g u r e ( b o a r d ) s e r v a n t au j e u dans l e s l i v r e s de Sahagun
(1959) Duran ( 1 9 7 1 , 1 9 8 4 ) , de même que dans l e code:< M a g l i a b e c c h i
(1986).
J ' a i donc compilé t o u t e s l e s données d i s p o n i b l e s dans l e s
chroniques e t l e s c o d i c e s . J ' a i décomposé l e p a t o l l i en chacun de^i^ c5é^
éléments, en i n d i q u a n t pour chaque—Aonité ce que l e s a u t e u r s en
l'itA eu A-

p^o(^-p^l/^-

^^^^^

^

V^-^'^
3

d i s a i e n t . J ' a i e n s u i t e rendu l e t o u t sous forme de t a b l e a u , pour
p l u s de clarté.
On c o n s t a t e en p r e m i e r l i e u que t o u s nomment l e j e u p a r son
nom, s a u f peut-être Gomara (1987: 169) q u i en m o d i f i e l ' o r t h o g r a p h e
(PATOLIZTLI).
Seul
Torquemada
(1986,tome2,:554)
signale
e x p l i c i t e m e n t que l e j e u s e nomme PATOLLI p a r c e que l e s fèves dont
on se s e r t pour y j o u e r s e nomment a i n s i .
Tous mentionnent que l e j e u s e j o u e s u r une n a t t e où une
figure e s t peinte.
Torquemada ( i b i d . ) d i t que l a f i g u r e en
q u e s t i o n e s t tine c r o i x de Saint-André (ASPA) e t Duran (1984, tome
1:198) a u s s i . Tous deu.x i n d i q u e n t également que c e t t e f i g u r e e s t
divisée en p e t i t e s c a s e s . T r o i s m a n u s c r i t s , ceux de Duran ( P l a n c h e
« D , Sahagun ( P l a n c h e #2) e t l e codex M a l i a b e c c h i ( P l a i i c h e « 3 ) ,
présentent une i l l u s t r a t i o n du j e u .
Ces i l l u s t r a t i o n s concordent
avec l e s d e s c r i p t i o n s des a u t e u r s , e t , en g r o s , présentent à peu
près l a même chose. Le nombre de c a s e s diffèrent cependant d'une
illustration
à l'autre,
rendant
ainsi
peu p l a u s i b l e
toute
interprétation du s e n s du j e u basée s u r l e nombre de c a s e s , comme
c e l l e de Caso ( 1 9 3 2 ) ou encore c e l l e de Digby ( 1 9 7 2 ) .
Tous l e s a u t e u r s mentionnent a u s s i que l e j e u s e j o u e avec des
dés p a r t i c u l i e r s : des fèves. Gomara e t Torquemada d i s e n t q u ' i l
s ' a g i t de fèves nommés PATOLLI. Deux a u t e u r s nous i n d i q u e n t
c e r t a i n e s caractéristiques p h y s i q u e s de c e t t e fève:
Sahagun
( 1 9 5 9 : l i v r e 8 : 2 9 , 5 9 ; 1985:460,472) nous d i t que c e t t e fève était
g r o s s e , e t Duran (1984:198) écrit q u ' e l l e était n o i r e ^ .
Mais on ne s a i t p a s exactement combien de fèves, donc de dés,
étaient utilisées. Sahagun d i t qu'on en u t i l i s a i t q u a t r e dan.s l e s
deux p a r a g r a p h e s consacrés au p a t o l l i dans l a v e r s i o n n a h u a t l
(1959: l i v r e 8:29, 5 9 ) , q u a t r e a u s s i à l a page 460 de l a v e r s i o i i
espagnole ( 1 9 8 5 ) , mais t r o i s seulement à l a page 472 de c e t t e même
version.
Duran i n d i q u e 5 e t 10 ( 1 9 8 4 : 1 9 8 ) , t a n d i s que Gomara e t

1. L ' i n d i c a t i o n de Duran c o n t r e d i t l'exposé de Duverger (1978:
6 5 ) , q u i i n d i q u e que l e p a t o l l i e s t un h a r i c o t hallucinogène de
c o u l e u r rouge.
/ „
''^./r^^.J

r-^*^

^gf'^"^'^^*

4
Torquemada r e s t e n t muets s u r l e s u j e t . On v o i t nettement 4 fèves
dans l ' i l l u s t r a t i o n du codex F l o r e n t i n ( P l a n c h e «2), a i n s i que dans
l e s i l l u s t r a t i o n s des c o d i c e s M a g l i a b e c c h i (Planche«3), Mendoza
(1978: 1 1 3 U P l a n c h e «4) e t Duran (1984,tomel) ( P l a n c h e # 1 ) . Quatre
semble donc être l e c h i f f r e l e p l u s cité, mais Duran, dans l a
p a r t i e écrite de son l i v r e , c o n t r e d i t l e f a i t de façon très c l a i r e
c a r i l mentionne l e pourquoi ( e t i l e s t l e s e u l à l e f a i r e ) du
nombre c i n q q u ' i l avance: c'était en l'honneur du Diexx du j e u .
MACUILXOCHITL, C i n q - F l e u r (Duran, 1971: 305; 1984: 2 0 0 ) .
Vu t o u t e s c e s c o n t r a d i c t i o n s dans l e s données, on ne peut
d i r e avec c e r t i t u d e q u e l était l e nombre de dés utilisés pour j o u e r
au g a t o l l i .
I l y a a u s s i contradiction entre l e s auteurs sur l'aspect et
l e nombre de marques posées s u r l e s dés e t s u r l e u r rôle dans l e
décompte des p o i n t s . Gomara ( i b i d . ) p a r l e t o u t simplement de dés
marqués d'un côté, sans spécifier l e t y p e des marques. Torquemada
( i b i d . ) p a r l e de p l u s i e u r s p o i n t s s u r un s e u l côté^; Sahagun d'un
s e u l t r o u s u r chacune des fèves, au c h a p i t r e 10 de l a v e r s i o n
espagnole ( 1 9 8 5 : 4 6 0 ) , t a n d i s que p a r t o u t a i l l e u r s i l p a r l e de
p l u s i e u r s t r o u s ou p o i n t s posés s u r l a s u r f a c e des dés. (1985:472;
1959,8:29,59)
F i n a l e m e n t , Duran ( 1 9 7 1 : 303; 1984:198) se d i s t i n g u e de t o u s
l e s a u t r e s p a r l a précision de s a d e s c r i p t i o n : t o u t comme
Torquemada, i l p a r l e de p l u s i e u r s p o i n t s s u r un s e u l côté (quoique
chez Duran l e "un s e u l côté" s o i t plutôt vaguement mentionné), mais
de p l u s i l d i t e x p l i c i t e m e n t que c e s p o i n t s représentent des
chiffres.
". . .On each bean t h e r e was a s m a l l space p a i n t e d w i t h t h e
number o f t h e s q u a r e s w h i c h i t c o u l d advance a t each
plau.
I f t h e p a i n t e d number was f i v e , i t meant t e n
[ s q u a r e s ] ; and i f i t was t e n , i t meant t w e n t y . I f i t was
one, i t meant one; i f two, two; i f t h r e e , t h r e e , i f f o u r ,
four..."
(Duran 1971: 303)

2. On s a i t que l e s c h i f f r e s chez l e s Aztèques étaient des
p o i n t s . Une série de p e t i t s p o i n t s p o u r r a i e n t donc représenter un
c h i f f r e . Mais Torquemada ne l e d i t p a s .

i
S i c e t t e d e s c r i p t i o n e s t e x a c t e , i l s ' a g i i ^ a i t de véritables
prototypes de dés, très différents des "one-side*^ d i c e " a l o r s
utilisés dans t o u t e l'Amérique précolombiennej.
Mais i l e s t
d i f f i c i l e d'imaginer que 5 dés de ce genre, utilisés s e m b l e - t - i l en
même temps, p u i s s e n t p r o d u i r e un décompte des p o i n t s de c e t t e
sorte.
L e s c h i f f r e s q u ' i l mentionne c o r r e s p o n d r a i e n t plutôt au
décompte des p o i n t s r4aiiit-srtrbl ' u t i l i s a t i o n de^ "one-side^-dice"
c l a s s i q u e s , ^ ^ a i s déjà là, a f f i r m e r une t e l l e chose c o n s t i t u e un
f a i t p l a u s i b l e , mais quand même très s u b j e c t i f , e x t r a p o l a n t l e s
données réelles que nous possédonsTj ^''f>^>1'^ ^6uf«^^
dj'^^^
On peut donc c o n c l u r e que, v u l e s c o n t r a d i c t i o n s e n t r e l e s
a u t e u r s au s u j e t de l ' a s p e c t des marques s u r l e s dés, i l e s t
i m p o s s i b l e de s a v o i r s ' i l s ' a g i s s a i t de " o n e - s i d e - d i c e " c l a s s i q u e s
f dont l e décompte des p o i n t s s e f a i s a i t s u i v a n t l e nombre de f a c e s
marquées exposées ou non, ou encore d'un type de dés différexits,
X^prototypes de véritables dés.
'
Gomara, Torquemada e t Duran i n d i q u e n t e n s u i t e c l a i r e m e n t
que l e s p i o n s étaient déplacés s u i v a n t l e s i n d i c a t i o n s des dés.
Sahagun n'en a pas parlé. Mais i l e s t i m p o s s i b l e de s a v o i r comment
exactement c e s p i o n s étaient déplacés.
Gomara e t Torquemada
n'indiquent
d'ailleurs
aucun déplacement de p i o n s :
i l s se
contentent de d i r e que l e s p i o n s étaient seulement déposés ou
enlevés de l a n a t t e , t o u j o u r s s u i v a n t l e s i n d i c a t i o n s des dés.
Seul Duran (1985:198) i n d i q u e que l e s p i o n s étaient déplacés de
case en c a s e . Nous nous t r o u v o n s donc encore une f o i s en présence
d ' i n f o r m a t i o n s l a c u n a i r e s . E t encore une f o i s nous sommes obligés
de d i r e que nous ne savons

pas exactement comment l e s p i o n s s e

déplaçaient s u r l e t a b l e a u du j e u , n i q u e l l e s étaient l e s règles
a u i f a i s a i e n t aiilà c e r t a i n s moments i l s y étaient déposés ou
retirés.
Les a u t e u r s , s a u f Sahagun, d i s e n t e x p l i c i t e m e n t que l e s p i o n s
étaient des p e t i t e s p i e r r e s .
Torquemada ( i b i d . ) d i t simplement
q u ' e l l e s étaient de différentes c o u l e u r s .
Duran (1985:198) e s t
p l u s précis: i l d i t q u ' i l y en a v a i t 12 en t o u t , 6 de c o u l e u r rouge
et 6 de c o u l e u r b l e u e .
Ce t o t a l de 12 e s t d ' a i l l e u r s l e même que

6
c e l u i avancé p a r Sahagun(1959,8: 2 9 ) .
aussi

clairement

Sahagun e t Duran

indiquent

que l e s p i e r r e s étaient distribuées également

e n t r e l e s j o u e u r s , q u i t o u j o u r s étaient au nombre de deux®.
Donc l e nombre de p i o n s , l e u r s c o u l e u r s , l a détermination de
l e u r s mouvements p a r l e j e t des dés e t l e u r d i s t r i b u t i o n e n t r e l e s
j o u e u r s , sont l e s p o i n t s l e s p l u s c l a i r e m e n t établis du j e u , même
s i tous l e s a u t e u r s n'en ont p a s parlé également.

Au moins, i l s ne

se c o n t r e d i s e n t p a s l e s uns l e s a u t r e s l o r q u ' i l s en p a r l e n t .
Deux a u t e u r s e x p l i q u e n t f i n a l e m e n t l e système de gageures q u i
accompagnait l e j e u .

Sahagun d i t dans chacun des p a r a g r a p h e s qu'on

p a r i a i t des choses de p r i x ( b i j o u x , e t c . ) , t a n d i s que s e l o n Duran
on p a r i a i t

à peu près t o u t

ce qu'on p o u v a i t

posséder, l ' u l t i m e

enjeu étant de p a r i e r s a liberté: s i a l o r s on p e r d a i t , on d e v e n a i t
un

e s c l a v e , p o s s i b l e m e n t promis à l a p i e r r e du s a c r i f i c e .

Ceci

nous e s t également confirmé p a r Gomara e t Torquemada.
Nous

venons

véritablement

donc

d'énumérer

du p a t o l l i :

tout

oja—eumiait

ce

que

l'aspect

l ' o n connaît

approximatif

du

t a b l e a u , l e p r i n c i p e très général q u i v e u t que l e s mouvements des
pions s o i e n t déterminés p a r l e s résultats obtenus l o r s du j e t de
plusieurs

dés

plats,

mais

sans

pour

autant

connaître

ni les

mouvements en q u e s t i o n n i comment l e s p o i n t s étaient comptés.

On

connaît également l e nombre e t l a c o u l e u r des p i o n s , a i n s i que l e u r
d i s t r i b u t i o n entre

l e s joueurs.

On s a i t

t o u j o u r s que deux j o u e u r s en a c t i o n .

aussi qu'il

n'y a v a i t

Nos évidences s'arrêtent là.

Et l o r s q u e l e s a u t e u r s modernes i n d i q u e n t quelque chose de p l u s s u r
le

patolli,

STjJajective,

ce /^quelque

chose

d©—pius"

e s t une

e t non une donnée réelle dw—4*u.

cojtwitruct i o n

â-!U;^i«,

lorsque

Kroeber ( 1 9 3 1 : 151) nous p a r l e , a propos du p a t o l l i , de "two s i d e s
lot

throwing",

combination",

de
de

"count v a l u e s
"killing

of

dépendent
opponent's

on f r e q u e n c y
counters

of l o t

that

o v e r t a k e n " , de " s a f e t y o r p e n a l t y s t a t i o n s " , _;^i>crê'ces éléments

are
ne

3. Duran a j o u t e que l o r s q u e l e j e u x se j o u a i t "en équipe",
seuleument 2 j o u e u r s j o u a i e n t véritablement t a n d i s qvie "l'équipe"
q u i l'accompagnait ne f a i s a i t que m i s e r s u r c e l u i q u i j o u a i t .

7
sont que des s u p p o s i t i o n s de s a par't : r i e n n'indique q u ' i l en était
ainsi.

En e f f e t :

1- "Two s i d e s l o t t h r o w i n g " .
L e s c h r o n i q u e u r s , s u r t o u t Duran, ne
décrivent pas de c l a s s i q u e s dés de ce genre, c a r l a présence de
c h i f f r e s ou de p l u s i e u r s p o i n t s i n d i q u e n t peut-être quelque chose
de différent.
2- "Count v a l u e s dépendent on f r e q u e n c y o f l o t combination". L e s
chroniqueurs
n'en d i s e n t pas un mot, e t Duran l e c o n t r e d i t
complètement: l e compte des p o i n t s ne dépend p a s de l a "frequency
of l o t combination" mais b i e n des c h i f f r e s a p p a r a i s s a i s s a n t s u r l e s
dés.
3- " k i l l i n g o f opponent's c o u n t e r s t h a t a r e o v e r t a k e n " . Absolument
r i e n dans l e s documents que nous possédons ne permet de l ' a f f i r m e r :
l a s e u l e i n f o r m a t i o n à ce s u j e t concerne l e f a i t que, s u i v a n t l e
compte des dés, l e s p i o n s étaient s o i t déposés, s o i t enlevés du
t a b l e a u (Gomora, i b i d ; Torquemada, i b i d ) .
R i e n n ' i n d i q u e que l e s
pions q u i étaient enlevés du t a b l e a u l'étaient p a r " k i l l i n g "
(c'est-à-dire qu'un p i o n q u i tombe s u r l a même c a s e qu'un p i o n
adverse r e n v o i e ce d e r n i e r à l a c a s e départ).
4" S a f e t y and p e n a l t y s t a t i o n " .
Encore une f o i s , r i e n n'en
indique l a présence dans l e s c h r o n i q u e s . L e s c a s e s n o i r c i e s en
forme de c r o i x de Saint-André q u i a p p a r a i s s e n t aux extrémités des
b r a s de l a grande c r o i x du p a t o l l i p o u r r a i e n t a u s s i b i e n être
n' impor'b^—quoj_'d-'-autre.
P a r exemple, on p o u r r a i t d i r e que l e
nombre de s i x c a s e s aux e:<trémités (codex Duran, codex F l o r e n t i n )
correspond aux s i x p i o n s possédés p a r chacun des a d v e r s a i r e s e t
p o i n t de départ des s i x p i o n s pour
Mais encore là ce ne s e r a i t cm'une s u p p o s i t i o n

a t t a q u e r l'ennemi.
gratuite.
On peut donc t o u t de s u i t e c o n c l u r e que l e s données c o n c e r n a n t
l e p a t o l l i sont i n s u f f i s a n t e s pour p e r m e t t r e
une comparaison
matérielle avec l e j e u de p a c h i s i i n d i e n . A p l u s f o r t e r a i s o n , une
comparaison du "sens s p i r i t u e l " des deux je-ux e s t t o u t à f a i t
i m p o s s i b l e . C e t t e c o n s t a t a t i o n me semble l a p l u s v a l a b l e v u l e s
évidences qu'on possède.
;
: : :

8
CHAPITRE I I
ANALYSE CRITIQUE DU T E X I E D'ERASMUS
J ' a i donc c o n c l u que nos c o n n a i s s a n c e s réelles du j e u de
p a t o l l i étaient t r o p limitées pour p e r m e t t r e une comparaison avec
l e p a c h i s i i n d i e n . Mais l'archéologue t r a v a i l l e t o u j o u r s avec un
matériel limité, à p a r t i r duquel, au m e i l l e u r de s e s c o n n a i s s a n c e s ,
en u t i l i s a n t s u r t o u t des a n a l o g i e s , i l d o i t e x t r a p o l e r une réalité
p l u s entière e t complète. Pour p o u v o i r c o n t i n u e r n o t r e t r a v a i l , j e
v a i s m e t t r e de côté ma c o n c l u s i o n réaliste e t a c c e p t e r , à l a s u i t e
de Kroeber (1931,1948) e t T y l o r (1876,1896) d ' e x t r a p o l e r un peu
p l u s s u r l e s données d i s p o n i b l e s . Nous a l l o n s a c c e p t e r p a r exemple
que l e j e u de p a t o l l i se j o u a i t comme i l s s e l ' o n t imaginé, c ' e s t à-dir>e à peu près de l a même façon que l e p a c h i s i i n d i e n . Nous
a l l o n s dp«C: a c c e p t e r que l e j e u s e j o u a i t avec d ' a u t h e n t i q u e s
"flat
d i c e " , qu'on connaît comment s e f a i s a i t l e décompte des p o i n t s ,
c'est-à-dire s u i v a n t approximativement l a l o i des probabilités;
qu'on connaît a u s s i l e s " r u l e s o f moving and t a k i n g " q u i s o n t ,
s e l o n Kroeber, l e s règles de " k i l l i n g o f opponents", présence de
" p e n a l t y o r s a f e t y s t a t i o n " , "the u s e o f s e v e r a l men".
(Erasmus,
1950: 375 e t s q . )
L a comparaison des éléments "connus" du p a t o l l i avec l e s
règles du j e u i n d i e n révélerait a l o r s une étonnante s i m i l i t u d e des
deux ensembles. On p o u r r a i t a l o r s d i r e avec T y l o r e t Kroeber que
l a probabilité que deux phénomènes a u s s i complexes s e s o i e n t
développés indépendamment l ' u n de l ' a u t r e e s t très mince e t q u ' i l
est beaucoup p l u s v r a i s e m b l a b l e q u ' i l s ' a g i s s e du même j e u , e t que
sa présence dans c e s deux p a r t i e s du monde d o i t être comprise comme
l e résultat de l a d i f f u s i o n .
Mais Erasmus nous i n d i q u e que nous f e r i o n s a i n s i f a u s s e r o u t e ,
car
s'appuyant
s u r une définition
stricte
des l o i s des
probabilités, Erasmus a c o n c l u , que l e s deiox a n t h r o p o l o g u e s
n ' a v a i e n t d^<Ic aucun d r o i t d'en invoquer l'autorité pour appuyer
l e u r s c o n c l u s i o n s : l e c a s du p a t o l l i e t du p a c h i s i ne peut p a s
s'évaluer s e l o n
paramètres '-''='_r;P''"^° «^jg'n^^-

9
I t i s dangerous because i t can g i v e t n e i m p r e s s i o n t h a t
some h i g h e r a u t h o r i t y i s i n v o l v e d t h a n s i m p l y t h e
judgment o f t h e o b s e r v e r h i m s e l f " (Erasmus, 1950: 3 8 3 ) .
Pour mieux comprendre c e t t e p r i s e de p o s i t i o n d'Erasmus,
voyons ce que nous d i t l a l o i des probabilités à l ' a i d e d'un
exemple t o u t s i m p l e , a f i n de mieux d i s t i n g u e r e n s u i t e ce q u i f a i t
problème dans l e c a s q u i nous occupe.
On j o u e à p i l e ou f a c e à l ' a i d e de c i n q pièces de un sou. On
se demande q u e l l e e s t l a probabilité que l a combinaison c i n q f a c e s
( F F F F F ) , a p p a r a i s s e à l a s u i t e du .jet simultané des c i n q pièces.
Pour p o u v o i r c a l c u l e r c e t t e probabilité, i l f a u t s a v o i r deux
choses: l e nombre d ' a l t e r n a t i v e s poui^ chacune des pièces, e t l e
nombre t o t a l des pièces. Le nombre des a l t e r n a t i v e s , pour chacune
des pièces, e s t évidemment de deux: s o i t p i l e s o i t f a c e . £4r*e a
a u t a n t de chancre/de tomber s u r un côté que s u r l ' a u t r e , e t
absolument r i e n n ' i n f l u e n c e l e résultat: i l e s t s t r i c t e m e n t dû au
h a s a r d ( c ' e s t ce q u i f a i t du sou une v a r i a b l e indépendante).
Chaque pièce a donc exactement une chance s u r deux ( 1 / 2 ) de tomber
face.
Avec deux pièces, on peut o b t e n i r
4 combinaisons
différentes: F F , FP, P F , e t PP. On a donc une chance s u r q u a t r e de
tomber s u r l a combinaison F F . Avec t r o i s pièces, une chance s u r
h u i t de tomber s u r F F F c a r i l y a h u i t combinaisons p o s s i b l e s au
t o t a l . E t avec c i n q pièces une chance s u r 32 d ' o b t e n i r FFFFF.
Cas «1:
Imaginons
truquées: s i p a r exemple
a u t r e s s u i v e n t e t tombent
sur 32 d ' o b t e n i r F F F F F , on
apparaître ce résultat.

maintenant
l a première
face a u s s i :
a maintenant

que nous avons des pièces
pièce tombe F, t o u t e s l e s
au l i e u d ' a v o i r une chance
une chance s u r deux de v o i r

Cas #2: Imaginons maintenant qu'un champ magnétique f a i t en
s o r t e qu'une des pièces tombe t o u j o u r s f a c e : c e l a augmente encore
l e s possibilités ( c e l a l e s double.) d ' o b t e n i r n o t r e combinaison
FFFFF.
On c o n s t a t e donc que s i l e s v a r i a b l e s s ' i n f l u e n c e n t l e s unes
les
autres
( c a s #1) ou s i un f a c t e u r extérieur détermine
l ' a p p a r i t i o n d'une c e r t a i n e v a r i a b l e ( c a s #2) c e l a augmente l e s

10

probabilités d ' o b t e n i r un résultLat ciéterminé^ E t c ' e s t l e c a s ,
s e l o n Erasmus, du p a t o l l i e t du p a c h i s i : l e s éléments dans chacun
des ,jeu:< s o n t s o i e n t liés e n t r e eux ( c a s « D , s o i e n t liés à des
f a c t e u r s extérieurs ( c a s # 2 ) . L a probabilité que l e s deux ,ieux
a i e n t été inventés indépendamment e s t donc beaucoup T'IUS grande que
ne l ' a v a i e n t c r u Kroeber e t T y l o r , q u i n ' a v a i e n t pas v u ce
phénomène e t a v a i e n t traité l e s s t r u c t u r e s des deux .ieur^c comme une
a s s o c i a t i o n de v a r i a b l e s complètement indépendantes à l a f o i s de
f a c t e u r s extérieurs, e t l e s unes des a u t r e s ( T y l o r , 1 8 9 6 : 6 6 ) .
Selon Erasmus, i l n ' e s t donc pas nécessaire d'invoquer l a d i f f u s i o n
pour en e x p l i q u e r l a présence à deux e n d r o i t s s i d i s t a n t s du globe.
'Maie, quoique l e p r i n c i i ^ e général de son a r g u m e n t a t i o n s o i t
c l a i r e t v a l a b l e , l e s arguments q u ' i l invoque pour ]>rouver son idée
souf f r e n t _de nombreuses Lacuno-s. JM»*^'^
Teufe d'abojzd, son a r g u m e n t a t i o n ne^ se l i m i t e pas â__déinQIItrer
l a "dépendance" des v a r i a b l e s . \11 c h e r c h ^ ^ ^ ^ n s de nombreux c a s , / e t
souvent m a l a d r o i t e m e n t , Cà s impl^mentrî éliminer l a v a r i a b l e en
q u e s t i o n . E t , l o r s q u ' i l . cherche à en p r o u v e r l a dépendance, s e s
propos^sont souvent peu c o n v a i n c a n t s .
ELIMINATION DES VARIABLES
En premier l i e u donc, i l t e n t e d'éliminer c e r t a i n e s v a r i a b l e s .
Dans de nombreux c a s , c e t t e élimination ne nous semble pas du tout
justifiée p a r l e s données q u ' i l invoque.
1 - E l i m i n a t i o n de l a v a r i a b l e " s e v e r a l l o t s and an a i ^ i ^ r e c i a t i o n o f
the law o f chance"
Rappelons t o u t d'abord que nous ne savons pas comment l e s
p o i n t s étaient comptés au p a t o l l i .
Ce s i m p l e f a i t élimine au
départ c e t t e v a r i a b l e .
Mais Erasmus ne s'y prend pas de c e t t e
façon pour c o n t e s t e r son e x i s t e n c e .
I l avance l'argument que l e s
amérindiens en général ne s a v a i e n t pas c a l c u l e r l e décompte des
p o i n t s en f o n c t i o n d'une appréciation, même grossière, de l a l o i
des probabilités.
I l c i t e pour p r o u v e r son p o i n t quelques exemples p r i s un peu

11
p a r t o u t dans l e s deux Amériques: " c e r t a i n s o u t h w e s t e r n and Mexican
counter

games" e t l e s Arapaho

(Erasmus,

1950:376).

Mais

mes

l e c t u r e s ©«rt^fourni^cie'nombreux exemples de j e u x amérindiens où non
seulememt

l e décompte

des

points

suivait

une

'appréciation

grossière de l a l o i des probabilités", mais de p l u s ce décompte s e
faisait

s u i v a n t un p a t t e r n déterminé: l e même qu'on r e t r o u v e en

Asie.

Ce

pattern

consiste

à

donner

plus

de

valeur

aux

c o n f i g u r a t i o n s extrêmes e t donc p l u s r a r e s , en f a v o r i s a n t t o u j o u r s
une f a c e plutôt que l ' a u t r e ( p a r exemple, c i n q f a c e s marqués v a l e n t
p l u s que c i n q f a c e s non marquées e t c . ) .

Examinons l e s exemples

suivants1 - TAB (Monde a r a b e ) ( C u l i n , 1898: 807)
Nombre de "white up"
3
2
4
Pointage
3
9
6+4

1
1

0
44-

l a - TAB ( T y l o r 1879: 117)
Nombre de "white up" :
4
Pointage
:
4+

2
2

1
1+

0
6+

2
2

1
1

0
5

3- PACHISI ( I n d e s ) ( T y l o r , 1879: 119)
Nombre de "mouth up" :
6
5
4
Pointage
:
12+
25+
4

3
3

3
3

2- NYOUT (Corée) ( C u l i n , 1898: 682)
Nombre de "white up" :
4
3
Pointage
:
4
3

3a- PACHISI ( C u l i n , 1898:853)
Nombre de "mouth up" : 7
6
Pointage
: 12
30+

5
25+

4
4

1
10+

2
3
3

2
2

0
6+
1

10

0
6

4- J e u de dés. S I A , New Mexico ( C u l i n , 1 8 9 8 : 7 3 0 )
Nombre de " p a i n t e d up":
4
3
2
1
0
Pointage
:
10
3
2
?
6
5- J e u de dés. ZUNI,
Nombre de " r e d ups" :
Pointage
:

New Mexico
3
2
10
3

( C u l i n 1898: 774)
1
0
2
5

. Le + i n d i q u e qu'un t e l p o i n t a g e permet, en plxis d ' o b t e n i r
l e s c o r e indiqué, un t o u r supplémentaire.

12
6- J e u de dés. KIOWA,
Nombre de "round up" :
Pointage
:

I n d i a n T e r r i t o r y ( C u l i n , 1898: 7 7 4 )
4
3X
3
2
1
IX
0
10+
1+
1
2
3
3 + 6

7- , J e u de dés. Réserve du Montana ( C u l i n , 1 9 7 5 : 7 1 )
Nombre de "marked up":
6
5
4
3
2
Pointage
:
6
?
2
3
2

1

0
6

9- J e u de dés. MICACS, N o u v e l l e - E c o s s e ( C u l i n , 1898: 702)
Nombre de "mouth up":
6
5
4
3
2
1
Pointage
:
50
5
4
3
2
1

0
5

8- J e u de dés. PIMA, A r i z o n a
Nombre de "round up" :
4
Pointage
:
10

( C u l i n 1975: 151)
3
2
1
3
1
1

10- J e u de dés. V7HITE MOUNTAIN APACHE, A r i z o n a
Nombre de "round up" :
3
2
1
0
Pointage
:
10+
2
3
5

?

0
5

( C u l i n , 1975: 91)

1 1 - J e u de dés. KERES, Nouveau-Mexique
( C u l i n , 1975: 120)
Nombre de " b l a c k up" :
3
2
1
0
Score
:
10
2
3
5
Le p a t t e r n a s i a t i q u e du décompte des p o i n t s semble a v o i r été
très répandu en Amérique.
I l semble donc que pour p r o u v e r son
idée, Erasmus n'a c h o i s i que des exemplefs q u i c o n t r e d i s a i e n t T y l o r .
Ces exemples e x i s t e n t évidemment, mais i l s sont l o i n d'étr>e l a
règle générale qu'Erasmus a b i e n v o u l u y v o i r . i
De p l u s , l e décompte des p o i n t s que nous donne Duran pour l e
p a t o l l i semble s u i v r e l e même p a t t e r n .
Car s i on a c c e p t e l'idée
que Duran s ' e s t trompé en d i s a n t q u ' i l s ' a g i t de c h i f f r e s i n s c r i t s
sur l e s dés, e t q u ' i l s ' a g i t du décompte de " l o t s " normaux, on
o b t i e n t a l o r s ce q u i s u i t :

1 C u l i n (1^898) mentionne aue-s±---de—namhnsuses e x c e p t i o n s à
c e t t e règle. ^ (^^es_exceptà_ons_^^ L»»- c l a s s e y en deux grandes
catégories: ( ^ — b r ^ i l e décompte des p o i n t s s u i t e:<actement l a l o i
des probabilités ( e t non p l u s l e p a t t e r n ) , ou encore l e décompte
des p o i n t s e s t complètement aléatoire. Mais i l a j o u t e a u s s i
"Thèse a r e games, though founded on t h e n a t i v e Iiadian
s,
are., E u r o p e a n i z e d
hybrid^ of
iate
times"
in,1898: r S )
/
^ >

s-H-^'^

^ ^ ^ ^ '^^^'^ '

•(



PATOLLI (Méso-Amérique)
Chiffres inscrits sur
l e s dés ( s e l o n Duran)
: 10
4
3
2
i
5
"v7hite up" (hypothétiques) : 5
4
3
2
1
0
pointage ( s e l o n Duran)
: 20
4
3
2
1
10
On v o i t t o u t ^de s u i t e que c ' e s t lé" p a r x e r n a s i a t i q u e q u i
apparaît.f(- F i n a l e m e n t , adi^T^c::|es^ i n d i c e s que . i ' a i accumulés, j e
r e j e t t e l'argument d'Erasmus v o u l a n t que chez l e s i n d i e n s l e
décompte des p o i n t s , l o r s q u ' i l s u t i l i s e n t des dés p l a t s , n'a aucun
r a p p o r t avec une évaluation des probabilités. De p l u s , l e décompte
des p o i n t s au p a t o l l i semble ett-3^tT*e un—peetrtnern détermine»? q u i
correspond en t o u s p o i n t s au ^t^ê^^m a s i a t i q u e . E t remarquons que
ce p a t t e r n n ' e s t déterminé p a r aucune nécessité; i l s ' a g i t donc
d'une v a r i a b l e indépendante, c o n t r a i r e m e n t à c e q u ' a f f i r m e Erasmus.
Le s e u l problème, comme j e l ' a i d i t p l u s h a u t , c ' e s t q \ ; ' i l n'est
pas prouvé du t o j i t que l e s p o i n t s s e comptaient a i n s i au p a t o l l i ,
et q u ' i l s ' a g i t d'une s i m p l e hypothèse,
/n/<^ — —
A

2- E l i m i n a t i o n de l a v a r i a b l e " s e v e r a l men"
Le j e u de p a t o l l i , t o u t comme l e j e u de p a c h i s i , s e j o u a i t à
l ' a i d e de p l u s i e u r s "men" ou " c o u n t e r s " , c'est-à-dire des p i o n s ,
qu'on déplaçait s u r l e t a b l e a u . L e s p i o n s , s e l o n l e s d e s c r i p t i o n s
des c h r o n i q u e u r s , me s e m b l ^ ^ n t a v o i r été utilisés simultanément
par l e s j o u e u r s : c'est-à-dire q u ' i l s se^'^rouvaient t o u s ensemble
sur l e j e u . Mais c ' e s t ce que n i e Erasmus.
"According t o t h e d e s c r i p t i o n o f p a t o l l i quoted by T y l o r ,
t h e r e were s e v e r a l "men": two s e t s o f s ^ x c o u n t e r s , each
s e t a différent c o l o r . However, I doubt i f one p l a y e r
used more than one a t a time...The a d d i t i o n a l c o u n t e r s
may have r e p r e s e n t e d a d d i t i o n a l p l a y e r s , although each
team used o n l y one p l a y e r t o throw t h e d i c e and move t h e
counters".
( Erasmus, 1950 : 381 )
, Erasmus "doute".
exemples p r i s a i l l e u r s

Mais ce doute n ' e s t basé que s u r des
qu'au Mexique.
R i e n dans l e s écrits des

c h r o n i q u e u r s ne v i e n t c o r r o b o r e r , même de l o i n , s e s d i r e s ,
quoiqu'on ne p u i s s e n i e r complètement l a possibilité q u ' i l a i t
r a i s o n , c a r l e s te:-:tes encore une f o i s ne sont p a s complètement

14
e x p l i c i t e s à ce s u j e t .
V o i c i d ' a i l l e u r s l e s d e s c r i p t i o n s 'f'ai1?cg
JL£^ petï-'IXaran e t Sahagun concernant l a d i s t r i b u t i o n des j e t o n s parmi
l e s jovieurs:
"Twelve pebbles were used i n thèse s q u a r e s , s i x r e d and
s i x blue.
Thèse pebbles were d i v i d e d among those who
p l a y e d , each g i v e n h i s s h a r e . I f two p l a y e d , which V7as
the u s u a l form, each took s i x ; and when many p l a y e d , one
played f o r a i l .
[The o t h e r s ] a b i d i n g by h i s l u c k , j u s t
a s t h e S p a n i a r d s p l a y games o f chance b e t t i n g on whom
[ t h e y hope t o b e ] t h e w i n n e r .
The same was done here.
[ B e t s were made] on t h e one who b e s t h a n d l e s t h e dicea^."
(Duran, 1971: 303)
/

>
t
. j .

"There were t o be added t h e c o u n t e r s , t w e l v e [ o f them]
^ \
si:-c t h e p r o p e r t y o f each, t h e c o u n t e r s o f each t h e / ' \ ^
contenders."
(Sahagun,1959, l i v r e 8, chap.lO: 2 9 )
,/
^
On c o n s t a t e i c i que l e s c h r o n i q u e u r s , b i e n q u ' i l s n e - d i s e n t
pas expressément que l e s p i o n s étaient t o u s utilisés en même temps,
ne d i s e n t pas non p l u s ce que prétend Erasmus." " I f two p l a y e d ,
which V7as t h e u s u a l form, each took s i x " , d i t Duran.
E t de p l u s ,
l'image q u i y représente l e j e u montre b i e n deux j o u e u r s u t i l i s a n t
simultanément e t e:<.actement l e s douzes p i o n s ( v o i r p l a n c h e « D .
J e c o n t e s t e donc encore une f o i s l e r e j e t de c e t t e v a r i a b l e .
L a p o s i t i o n d'Erasmus e s t à ce s u j e t p a r f a i t e m e n t s u b j e c t i v e e t
l e s i n d i c e s r e c u e i l l i s me poussent même à penser q u ' i l a v a i t t o r t .
De p l u s , Erasmus nous i n d i q u e que l ' u t i l i s a t i o n de p l u s i e u r s
p i o n s simultanément p a r un s e u l j o u e u r était u j x ^ chose très r a r e ,
en Amérique (Erasmus,1950: 3 7 7 ) . C e t t e caractéristrque nous f o u r n i t
encor'e une f o i s un i n d i c e de p l u s en f a v e u r d'un l i e n génétique
avec l e p a c h i s i hindou.
3- E l i m i n a t i o n de l a v a r i a b l e " p e n a l t y o r s a f e t y
stations"
(Erasmus, 1950: 3 7 9 ) .
Les " p e n a l t y s t a t i o n s " sont des c a s e s du t a b l e a u spécialement
marquées q u i provoquent, l o r s q u e l e p i o n d'un des j o u e u r s s'y
arrête, une pénalité pour l e j o u e u r en q u e s t i o n : i l peut p a r
exemple s o i t p e r d r e son t o u r , s o i t r e v e n i r à son p o i n t de départ.
Une " s a f e t y s t a t i o n " e s t a u s s i une case spécialement marquée
l o r s q u ' u n p i o n s'y arrête, protège c e l u i - c i des " a t t a q u e s " des

15
j o u e u r s a d v e r s e s : i l ne peut y être tué, n i délogé de quelque façon
par l e s a d v e r s a i r e s .
Erasmus réfute c e t t e v a r i a b l e s u r deux p l a n s :
i l d i t tout
d'abord q u ' i l ne peut s ' a g i r d'une v a r i a b l e indépendante c a r
l ' u t i l i s a t i o n d'un t a b l e a u pour l e décompte des p o i n t s mène
automatiquement à deux s i t u a t i o n s c o n f l i c t u e l l e s : l e s c o n f l i t s
e n t r e p i o n s , ou l e s c o n f l i t s e n t r e l e s p i o n s e t l e t a b l e a u . " I f
c o m p l i c a t i o n s a r e t o be added t o t h e game, they must be oiie o f
thèse two forms"
(Erasmus, 1950: 3 7 7 ) .
L'élément
"safety
s t a t i o n s " , résultant du p r e m i e r type de c o n f l i t ( l e s c o n f l i t s e n t r e
pions),
n ' e s t donc pas s e l o n l u i une v a r i a b l e indépendante c a r
e l l e découle automatiquement de l ' u t i l i s a t i o n d'un t a b l e a u . Mais
il
faudrait alors qu'il explique, s i l e s "safety
stations"
découlent s i d i r e c t e m e n t
de l ' u t i l i s a t i o n
d'un t a b l e a u de
comptages, pourquoi e l l e s n ' e x i s t e n t pas ( c ' e s t lui-même q u i l e
d i t ) en Amérique (Erasmus, 1950: 3 7 8 ) .
Deuxièmement, Erasmus n'a absolument pas compris ce qu'était
une

"safety

station".

I l s'imagine

qu'une " s a f e t y

s t a t i o n " au

p a c h i s i e s t un e n d r o i t du t a b l e a u spécialement marqué où l a
présence d'un p i o n peut b l oquer l ' a v a n c e des a d v e r s a i r e s :
"The s a f e t y s q u a r e s o f p a c h i s i . . . f a r e ] s p e c i a l l y marked
s q u a r e s where one c o u n t e r c a n b l o c k t h e p r o g r e s s o f t h e
opponents' c o u n t e r s . " (Erasmus, 1950:378)
Comment a - t - i l b i e n pu interpréter "une s a f e t y s t a t i o n " de c e t t e
façon? On c o n s t a t e q u ' i l a p r i s une caractéristique ss^coiidaire des
" s a f e t y s t a t i o n s " , q u i n ' e s t même pas mentionnée dans t o u t e s l e s
d e s c r i p t i o n s , e t en a f a i t l a f o n c t i o n de c e t élément du j e u . En
f a i t , l a présence d'un p i o n s u r une " s a f e t y s t a t i o n " ne permet
peut-être pas qu'un p i o n de l ' a d v e r s a i r e s'y pose ( T y l o r , 1 8 7 9 : 1 2 0 ) ;
mais l e p i o n de l ' a d v e r s a i r e j r e s t pas bloqué, comme l ' a f f i r m e
Erasmus,
c a r i l peut très b i e n p a s s e r p a r - d e s s u s .
L a vraiç_^
f o n c t i o n d'une " s a f e t y s t a t i o n " , c ' e s t qu'un p i o n q u i y e s t posé ne
peut être "tué", c'est-à-dire renvoyé à l a case départ p a r un
a d v e r s a i r e . C'est a i n s i que l e L i e u t . C o l . (3odwin Austen, cité par
T y l o r (1879: 1 2 9 ) , l a décrit:

16
" C e r t a i n s q u a r e s a r e marked w i t h d i a g o n a l l i n e s ; i n thèse
a marker i s s a f e and cannot be t a k e n up,.."
C u l i n (1898:852) décrit a u s s i c e t élément de l a même façon:
" . . . i n the case o f the twelve p r i v i l e g e d squares ( c a l l e d
c h i k , " f o r t s " ) , w h i c h a r e marked w i t h a c r o s s ; i n t h a t
c a s e t h e o v e r t a k i n g pièce cannot be moved from i t s
p o s i t i o n . " Q / r 'h ,
EnfjuJTfe Erasmus propose que l e s e n d r o i t s désignés p a r Kroeber
comme étant des " s a f e t y s t a t i o n s " sont quelque chose d'autre
(Er-asmus, 1959:379-380-381 ) . S u r une base a n a l o g i q u e , i l avance
l'hypothèse que l e s c a s e s t r i a n g u l a i r e s n o i r c i e s du p a t o l l i s e r v e i i t
à découper l e s c a s e s r e c t a n g u l a i r e s en groupes de d i x , t o u t comme
c e l a se v o i t dans l e sud-ouest américain, ou l e s c e r c l e s de 40
p i e r r e s , s e r v a n t de t a b l e a u compteur ( v o i r image), sont groupés en
d i z a i n e s , séparés p a r des "rivières". I l n'a.joute r i e n d ' a u t r e .
Mais c u r i e u s e m e n t , i l v e n a i t ( s a n s l e s a v o i r , v u s a définition
erronnée des " s a f e t y s t a t i o n s " ) t o u t .juste de d i r e que c e s
rivières, chez l e s Tewas, sont j u s t e m e n t des exemples de " s a f e t y
stations".
De p l u s , ce q i i ' i l évite de d i r e , c ' e s t l e nom du j e u q i i i s e
j o u a i t a i n s i chez l e s Tev7as: PA-TOL NAHT-liEH ou l a maison du
patollii
( C u l i n 1898: 763 e t s q . ) . L a s i m i l i t u d e e n t r e l e s noms
du j e u Tev7a e t m e x i c a i n V ^ l a présence de " s a f e t y s t a t i o n s " attestée
dans l e j e u Tev;a nous indirpfe f o r t e m e n t <iue l a f o n c t i o n des
fameuses c a s e s t r i a n g u l a i r e s p o t i r r a i t a v o i r été j u s t e m e n t un des
r a r e s exemples de " s a f e t y s t a t i o n " en .Amérique. E t de p l u s , s i
ctéT?t e s t l e c a s , on c o n s t a t e a u s s i en^ comparant .iour topmg' avec
l e s " s a f e t y s t a t i o n s " du j e u de p a c h i s i , q u ' e l l e s adoptent dans l e s
deu:< c a s approximativement l a même forme ( l a c r o i x de Saint-André)
e t q u ' e l l e s sont placées approximativement au même e n d r o i t s u r l e s
b r a s des f i g u r e s r e s p e c t i v e s .
La démonstration b o i t e u s e d'Erasmus nous indique^/^Tuf:
^seuTemer^^
ne d o i t p a s éliminer c e t t e v a r i a b l e sous préte:<te
qu e l l e n ' e s t qu'une i n d i c a t i o n de d i v i s i o n décimale du j e u , mais
qu'en p l u s on e s t en présence de t r o i s e t non p a s d'une s e u l e
v a r i a b l e indépendante:

17
1 - Présence de " s a f e t y s t a t i o n s "

(très r a r e s en Amérique)

2Forme des " s a f e t y
station"s,
(--e^irnt? i donc c
-^YprefiSTcb^

en

3- L o c a l i s a t i o n des " s a f e t y
des b r a s de l a f i g u r e .

à proximité des extrémités

stations"

croix

de

Saint-André

I l f a u t a u s s i a j o u t e r que son e x p l i c a t i o n ( p a r l a d i v i s i o n
décimale du t a b l e a u ) n ' e s t v a l a b l e
<iue s i on ne prend en
considération que l a f i g u r e du codex Duran.
S i on e s s a i e de l a
vér x t i & j ? — j s i i r l e s f i g u r e s du codex F l o r e n t i n ou encore f*H*1 ' i l l u s t r a i o n du codex M a g l i a b e c c h i , e l l e ne f o n c t i o n n e évidemment
p l u s du t o u t , v u que l e nombre des c a s e s diffère d'une i l l u s t r a t i o n
à l'autre.
^
n

REDUCTXi:i«^^iE^J^:-Xi^D^^
^
Erasmus nous a v a i t donc annoncé son i n t e n t i o n de démontrer l a
non-contingence de l ' a s s o c i a t i o n des éléments dans chacun des deux
j e u x en démontrant l a non indépendance de chacune des v a r i a b l e s .
Nous avons constaté qu'une bonne p a r t i e de s a démonstration ne
faisait
— e U i — t o u t a p p e l au p r i n c i p e
théori<iue q u ' i l a v a i t
annonce, mais qu i l t e n t a i t de t o u t simplement éliminer c e r t a i n e s
v a r i a b l e s , s u r l a base d'arguments dont nous avons m i s en doute l a
validité.

^H.'^.V

<U.r,^

Dans l e s c a s où i l a p p l i q u e l e p r i n c i p e théorique annoncé, son
argumentât i o n jjaé^ semble a r b i t r a i r e , d i f f i c i l e â s a i s i r , e t s u j e t t e
à être f a c i l e m e n t c o n t r e d i t e .
1- L a v a r i a b l e " u t i l i s a t i o n de dés p l a t s " ( f l a t d i c e ) n ' e s t pas
indépendante c a r e l l e découle des matériaux utilisés.
La forme p l a t e des dés a v a i t été signalée comme étant une
v a r i a b l e indépendante p a r Kroeber ( 1 9 4 8 ) .
I l a v a i t sûrement dans
l'idée q u ' i l y a v a i t d ' a u t r e s possibilités^ q u i n^oji±__pas été
sélect.ionnéesf^orT'connaît p a r exemple des dés à q u a t r e f a c e s grrr
é'b^ieftt,utilisés chez l e s G r e c s e t l e s Romains ( C u l i n , 1898: 8 2 7 ) ,

18
à c i n q f a c e s ( C u l i n 1898: 8 2 2 ) , à s±:< f a c e s , e t même à h u i t f a c e s
( C u l i n , 1898: 8 2 3 ) . Chacune de c e s possibilités a - t - e l l e une
chance égale d'être sélectionnée? C e t t e q u e s t i o n a u r a i t du être l e
c e n t r e de l ' a r g u m e n t a t i o n d'Erasmus, mais i l n'en p a r l e même p a s :
i l passe complètement à côté du problème en déclarant;
"The a c t u a l f l a t n e s s o f t h e s i d e s i s a r e l a t i v e matter
and l a r g e l y a f u n c t i o n o f t h e médium i n w h i c h they a r e
made." (Erasmus, 1950: 375)
Autrement d i t : l e s dés étaient p l a t s p a r c e que l e s matériaux
utilisés étaient p l a t s !
J e l'avoue:
son argument m'est
incompréhensible.f^^voulaitrpeut-être hlre
que s e u l l e s dés p l a t s
se t r o u v e n t dans l a n a t u r e , e t c ' e s t pourquoi i l s ont été c h o i s i s
par l e s i n d i e n s t r o p s t u p i d e s pour .p&nrjor a quolqijo ohooo d'autre!
A l o r s l e manque d'élaboration de son argument ne nous en permet
t o u t simplement pas l ' a n a l y s e . J e l e r e j e t t e donc, sous s a forme
a c t u e l l e , comme étant absurde e t s a n s fondement.
2L a v a r i a b l e "présence d'un t a b l e a u
board) n ' e s t pas indépendante c a r e l l e
l ' u t i l i s a t i o n de dés. (Erasmus,1950: 376)

de comptage" ( c o u n t i n g
découle logiquemeiit de

Erasmus débute c e t t e d i s c u s s i o n en énumérant t o u t e s l e s façons
dont on se s e r t pour g a r d e r en mémoir>e l e décompte des p o i n t s en
Amérique l o r s q u ' o n j o u e des j e u x avec des dés. Tout d'abord avec
l e s dés eui-c-mémes. Ou encore avec des p e t i t s o b j e t s ( p i e r r e s ,
g r a i n e s d i v e r s e s ou des p e t i t s bâtons) qu'on accumule.
On peut
a u s s i d i s p o s e r c e s p e t i t s o b j e t s en rang s u r l e s o l , s u r l e s q u e l s
on déplace un o b j e t q u i i n d i q u e l e p o i n t a g e : c e t t e dernière façon
de c o m p t a b l i l i s e r l e s p o i n t s se d i s t i n g u e a l o r s à peine de
l ' u t i l i s a t i o n d'un véritable t a b l e a u de p o i n t a g e . E t sans en a v o i r
l a preuve (Erasmus a au moins l'honnêteté de l ' a v o u e r ) , i l avance
qu'il
s'agit
d'une
espèce
de
séquence
évolutive
de l a
c o m p t a b i l i s a t i o n des p o i n t s : l ' e m p l o i des dés mène mécaniquement au
"counting board".
C e t t e v a r i a b l e n ' e s t donc pas une v a r i a b l e
indépendante.

19
Mais, comme i l l ' a lui-même constaté, l e l i e n nécessaire entrée
l ' u t i l i s a t i o n de dés e t l ' u t i l i s a t i o n d'un "counting board" e s t
l o i n d'être prouvé. De p l u s , son p o i n t de vue n ' e s t e n v i s a g e a b l e
que dans l e c a s où l'uni<iue f o n c t i o n du "counting board" du p a t o l l i
s e r a i t de c o m p t a b i l i s e r l e s p o i n t s .
Mais .je soupçonne, (luoique
c e l a ne s o i t qu'une hypothèse non vérifiée, que l e déplacement des
p i o n s s u r l e s c r o i x des t a b l e a u x du p a t o l l i e t du p a c h i s i a v a i t un
a u t r e sens que l e s i m p l e f a i t de v o u l o i r c o m p t a b i l i s e r l e s p o i n t s .
L a forme j u s t e m e n t de l a c r o i x de Saint-André en Méso-Amérique e s t
beaucoup t r o p chargée de m u l t i p l e s s i g n i f i c a t i o n s pour n ' a v o i r été
qu'un simple moyen de c o m p t a b i l i s e r l e s p o i n t s pour un j e u de
hasard.
LA FORME DU COUNTING BOARD
La s e u l e v a r i a b l e entièrement indépendante que reconnaît
f i n a l e m e n t Erasmus, c ' e s t l a forme en c r o i x des j e u x de p a t o l l i e t
de p a c h i s i . Là-dessus, i l ne t r o u v e presque r i e n à c r i t i t i u e r :
c e t t e forme e s t l e f r u i t du h a s a r d , e l l e p o u r r a i t être t o u t e a u t r e ,
et i l trouve surprenant
l'océan P a c i f i q u e .

de l a r e t r o u v e r

de p a r t

e t d ' a u t r e de

Compare t h e t r a c k p a t t e r n s o f p a t o l l i and p a c h i s i i n
f i g u r e l e . I f t h e p l a y i n g a r e a i s t o be o f a c o n v e n i e n t
s i a e , t h e r e i s some l i m i t a t i o n h e r e t o t h e d e s i g n made by
the t r a c k p a t t e r n . But even so i t would be p o s s i b l e f o r
an enormous range o f différent p a t t e r n s t o be made, a s
can be seen i n some o f our modem games. T h i s i s r e a l l y
the best and most n o n - i n t r i n s i c o f K r o e b e r ' s éléments
because i t does n o t n e c e s s a r i l y have any f u n c t i o n a l
r e l a t i o n s h i p w i t h t h e r e s t o f t h e game. B u t i n t h i s case
we have t o a s k whether a c r o s s shape "TS^^^STr" u n u s u a l
défelgh; oV, Miàt. i s more t o t h e p o i n t , arethèse r e a l l y
ttMt--»ame d e s i g n ? " (Erasmus, 1950: 381) ' - ^ - ^
Erasmus, à défaut d'y répondre, pose au moins l e s bonnes
questions.
S ' i l a v a i t p a r c o u r u l a littérature e t accumulé l e s
i n f o r m a t i o n s c o n c e r n a n t l a forme que p r e n n e n t , p a r t o u t en A s i e e t
en Amérique l e s " t a b l e a u x de comptage" des différents jeu:-:, i l
a u r a i t sans doute été comme nous s u r p r - i s de c o n s t a t e r <iue s e u l l e
p a t o l l i en Amérique e t l e p a c h i s i des Indes s e j o u e n t s u r des
t a b l e a u x en forme de c r o i x ( C u l i n , 1 8 9 8 ) .

E t c e c i e s t extrêmement

20
s u r p r e n a n t , v u l'immense quantité de ,ieux différents s u r l e s deux
continents;

c e t t e c o n s t a t a t i o n en f a i t un des arguments l e s p l u s

convaincants

en f a v e u r de l a d i f f u s i o n .

-Enewite^ à l a q u e s t i o n de s a v o i r s i c e t t e forme e s t réellement
la

même

dans

l e s deux

c a s , j e peux

y

répondre,

du

moins

p a r t i e l l e m e n t , t o u t de s u i t e .
On remarque en p r e m i e r l i e u une supposée différence e n t r e l e s
deux j e u x : on semble t o u j o u r s présenter l e p a c h i s i comme un +,
t a n d i s que l e p a t o l l i e s t t o u j o u r s décrit comme un X.
C e t t e différence p o u r r a i t à mon a v i s
suivante.

J e soupçonne en e f f e t

s'expliquer,-de—ta—#'ai-on

( s u r l a base des s u p p o s i t i o n s de

C u l i n , 1898: 679, 8 5 4 ) que l e s deux j e u x sont(^de très prèj$~riéslaux
concepts de l a d i v i s i o n de l ' u n i v e r s s e l o n l e s q u a t r e d i r e c t i o n s e t
le centre.

A i n s i , chacun des b r a s des deux f i g u r e s i n d i q u e r a i t une

direction cardinale.

En Méso-Amérique, on a de f o r t e s r a i s o n s de

c r o i r e que l a r o s e des v e n t s a v a i t l a forme d'un c r o i x de S a i i i t André (Duverger,

1978: 9 2 ) .

J o y c e Marcus s o u t i e n t ^aj.^H^x'la même

idée concernant l e s Mayas (D. P a r a d i s , comm. p e r s .

1992).

correspond donc ê. l a trame s u r l a q u e l l e s e joue l e p a t o l l i .
/

Cela
Ta»^^

peu CVr^S^^ f

<,i**e(__5hes l e s Hindous, l a r o s e des v e n t s s e présente sous l ' a s p e c t
d'une c r o i x t^*^fe d r o i t e
pachisi^.

(un +): c e l a

L a différence e n t r e

c o r r e s p o n d à l a croi:-: du

l e s deu:-: c r o i x

serait

donc

tout

simplement i s s u e de l a différence de l a représentation, dans l e s
c i v i l i s a t i o n s r e s p e c t i v e s , de l a r o s e des v e n t s .

i l p o u r r a i t donc

s ' a g i r de l a même forme, c a r réfép^an,t exactement a u même concept.
Maift ouritQut, quoiqu'on semble t o u j o u r s représenter l e t a b l e a u
du p a c h i s i comme un +, s i on examine l e d e s s i n tiré de l ' a r t i c l e de
Tylor

(1896)

où on v o i t deux Hindous j o u a n t

au p a c h i s i ( P l a n c h e

«5), on remarque q u ' i l s s e p l a c e n t devant l e t a b l e a u e>:actement de
la

même façon que l e s Aztèques.

Pour eux donc

p a c h i s i se présentait a u s s i comme un X.

l e t a b l e a u du

La. f i g u r e du j e u e s t donc

1 J e n ' a i p a s pu vérifier l a forme de l a r o s e des v e n t s aux
Indes.
Mais comme c e l l e de l'Europe e s t un +, a l o r s c e l l e de
l ' I n d e d e v r a i t être semblable.
Mais j e d e v r a i e n t r e p r e n d r e une
r e c h e r c h e à ce s u j e t .

21
l a même dans l e s deux c a s .
Que c o n c l u r e f i n a l e m e n t de t o u t c e c i ? Que l ' a r t i c l e d'Erasmus
ri_> dnnr pas rin t n n t donné l a preuve que l e p a t o l l i e t l e p a c h i s i
poiivaient s'être développés indépendamment l ' u n de l ' a u t r e e t que
l e problème r e s t e e n t i e r .
De p l u s , ma r e c h e r c h e a p e r m i s de s i g n a l e r un nombre beaucoup
p l u s grand d'éléments s i m i l a i r e s e n t r e l e s deux j e u x que ce q u i
était connu jusqu'à m a i n t e n a n t . En a c c e p t a n t d ' e x t r a p o l e r , comme
on l ' a d i t au début de ce t r a v a i l , au delà des données e x i s t a n t e s ,
on c o n s t a t e l e s s i m i l i t u d e s s u i v a n t e s .
Tout d'abord, l a forme du t a b l e a u , unique s u r chacmi des
c o n t i n e n t s , e s t presque l a même, l a différence e n t r e l e s deux j e u x
résidant peut-être dans l e u r r a p p o r t r e s p e c t i f avec l a forme de l a
r o s e des v e n t s dans l e s deux p a r t i e s du monde. On c o n s t a t e de p l u s
que l e s t a b l e a u x sont de dimensions extrêmement s i m i l a i r e s e t que
l e s j o u e u r s se p l a c e n t s u r eux exactement de l a même façoii. On
c o n s t a t e a u s s i que l e t a b l e a u e s t souvent dessiné s u r un t i s s u e t
que l e s j o u e u r s invétérés ont souvent l ' h a b i t u d e de l e p o r t e r
t o u j o u r s avec eux: sous l ' a i s s e l l e en Méso-Amérique (Duran, 1971:
3 0 4 ) , ou encore entremêlé dans l e t u r b a n aux I n d e s
(Tylor,
1896:.58).
C'était d ' a i l l e u r s l e j e u l e p l u s p o p u l a i r e dans c e s
deux p a r t i e s du monde (Duran 1984,tome2:198;
C u l i n , 1 8 9 8 :851).
On t r o u v e a u s s i dans l e s deux c a s des " s a f e t y s t a t i o n s " , ( l a
chose
étant
très
rare
en
Méso-Amérique),
représentées
presqu'exactement de l a même façon, en forme de c r o i x de S a i n t André. L a p o s i t i o n de c e s " s a f e t y s t a t i o n s " e s t approximativement
l a même s u r l e s deux t a b l e a u x : un peu avant l'extrémité des b r a s .
On u t i l i s e a u s s i pour l e s deux j e u x p l u s i e u r s p i o n s simultanément;
c e s p i o n s sont de c o u l e u r s différentes, chaque j o u e u r possédant un
groupe d'une s e i i l e c o u l e u r .
L e s mouvements des p i o n s , dans l e s
deux c a s , sont déterminés p a r l e j e t simultané de c i n q dés p l a t s ,
e t l e décompte des p o i n t s semble se f a i r e s u i v a n t exactement l e j
Mentionnons à ce propos un f a i t p a r t i c u l i e r .

Duran s i g n a l e .

22
on

l ' a v t i , que l e j e u s e j o u a i t avec c i n q dés p l a t s , e t que c e l a

a v a i t une s i g n i f i c a t i o n très spécifique, en r a p p o r t avec l e d i e u du
jeu

M a c u i l x o c h i t 1 (Duran 1971:305).

se j o u e r avec 6 dés p l a t s .
(1879:
est

Le j e u de p a c h i s i était censé

Mais s i on l i t b i e n l e s t e x t e s de T y l o r

121 e t 1896: 5 8 ) , on s e r e n d compte que l e j e u de p a c h i s i

i s s u d'un j e u p l u s a n c i e n , l e PANCHIKA, q u i l u i s e j o u a i t avec

cinq jetons, tout

comme l e p a t o l l i .

Ce c h i f f r e

de c i n q

jetons

d e v a i t a v o i r une s i g n i f i c a t i o n particulière, c a r , s i l e p a c h i s i a
perdu p l u s t a r d c e t t e car*actéristique, i l en a conservé l e s o u v e n i r
dans son nom, q u i s i g n i f i e t e x t u e l l e m e n t

cinq-et-vingt :

'

" . . . I am i n c l i n e d t o t h i n k t h a t a game c a l l e d PANCHIKA,
p l a y e d w i t h f i v e c o v j r i e s , may r e p r e s e n t one o f i t s
e a r l i e s t forms, f o r t h e name o f p a c h i s i meaning
"fiveand-twenty", i s c l e a r l y d e r i v e d from t h e s c o r i n g o f t h e
throw o f f i v e c o w r i e s . . . "
( T y l o r , 1876: 121)
Vu

l'importance

du nombre 5 pour

l e s deux

jeux,

^


on d o i t

a j o u t e r c e c i à l a l i s t e de nos s i m i l i t u d e s .
On c o n s t a t e

donc que l e s deux j e u x p a r t a g e n t

nombre d'éléments.
rigueur

grand

E t t o u t en s a c h a n t qu'on ne peut invociuer avec

l a l o i des probabilités, f o r c e e s t de c o n s t a t e r que c e s

a s s o c i a t i o n s s i m i l a i r e s d'éléments r e l a t i v e m e n t
les

un a s s e z

deux j e u x i n d i q u e n t

génétiquement liés.

indépendants dans

une t r ^ ^ f o r t e possibilité q u ' i l s

soient

Mais c e l a r e s t e une p o s i t i o n f r a g i l e , c a r l e

j e u de p a t o l l i , avec t o u t e s l e s caractéristiques que nous l u i avons
trouvées, demeure une aiit'ppooit i o n cubjoc't>4'\re et. nnn j^-*) une~ réalité
obe-ective.

r

i

/

-^A«->-«.-ir/i:/**^/^

Erasmus f i ^ n a ^ ^ j j ^ n t r e p r o c h a i t à T y l o r e t Kroeber l ' u t i l i s a t i o n
des s t a t i s t i q u e s comme p r i n c i p e "démagogique", pour a t t i r e r à s o n
idée l ' o p i n i o n des c h e r c h e u r s .
démonstrations,

Mais, v u l e s déficiences de s e s

i l a liii-même f a i t exactement ce q u ' i l r e p r o c h a i t

aux deux a u t r e s : i m p r e s s i o n n e r

l e l e c t e u r p a r une évocation d'un

p r i n c i n p e mathématique pour r a l l i e r

à s e s idées son o p i n i o n ; e t

c ' e s t d ' a i l l e u r s ce q u i se p r o d u i s i t : s a p o s i t i o n f t i t immédiatement
acceptée p a r l ' o p i n i o n s c i e n t i f i q u e , s a n s qu'on l ' a n a l y s e p l u s en
profondeur ( T o l s t o y , comm. p e r s .

1992).

23
CHAPITRE

III

LE SENS S P I R I T U E L DES DEUX JEUX
J ' a i d i t dans mon i n t r o d u c t i o n que j e m'étais fixé comme but
de comparer l e s e n s s p i r i t u e l des deux j e u x pour v o i r s ' i l p o u v a i t
être l e même.
J ' a i cherché dans l a littérature l e "sens s p i r i t u e l " que l e s
a u t e u r s a c c o r d a i e n t au p a t o l l i . P l u s i e u r s c h e r c h e u r s s e sont posé
l a q u e s t i o n e t ont f o u r n i c e r t a i n e s réponses à ce s u j e t .
I l e s t c l a i r qu'Erasmus n'a j a m a i s poussé très l o i n ce genre
d ' i n v e s t i g a t i o n : pour l u i , on l e d e v i n e aisément, c ' e s t un j e u dont
l'unique "sens" e s t de déterminer l e gagnant d ' e n j e u x matériels.
On passe sous s i l e n c e l'interprétation du j e u de p a t o l l i comme
un d i v e r t i s s e m e n t pour l e s g a r d e s du p a l a i s à Téotihuacan ( T o l s t o y ,
comm.pers.1992),
l e s auteurs
de c e t t e
hypothèse
s'étant
manifestement inspirés des f i l m s américains de série B pour l a
construire.
Caso, de son côté, comptant 52 c a s e s dans l e d e s s i n du Codex
M a g l i a b e c c h i , pensa que chacune des c a s e s d e v a i t représenter une
année, e t c o n c l u t q u ' i l d e v a i t s ' a g i r d'une représentation du
XIUHMOPILLI, l e c y c l e de 52 a n s , au terme duquel coïncidait l e s
c a l e n d r i e r s s o l a i r e ^ e t d i v i n a t o i r e s ! , marqué p a r l a grande f r a y e u r
de l a f i n du monde, e t l e s r i t u e l s q u i l'accompagnaient (Caso, 1932
de Duverger, 1978: 5 6 ) (Caso, 1958:81). Le problème majeur de
c e t t e interprétation, c ' e s t q u ' e l l e e s t basée uniquement s u r l e
d e s s i n q u i apparaît dans l e codex M a g l i a b e c c h i . E t i l n'y apparaît
pas 52 c a s e s , mais 50!
M^iré" Caso a f f i r m a i t ^que deux c a s e s
manquaient à l a branche supérieure du j e u e t que c'était une e r r e u r
de l ' a r t i s t e : l e t o t a l réel était donc de 52 c a s e s . Mais encore
là, ce c h i f f r e e s t te4.alemea-(3 s u b J u u L i l . C a r s e l o n l a façon dont
on s'y prend pour l e s compter, l e j e u peut a u s s i b i e n présenter 50,
52, 62 , 64 ou même 72 c a s e s !
De p l u s , l e s deu:< a u t r e s
représentations du j e u a p p a r a i s s a n t dans l e s c o d i c e s F l o r e n t i n e t
M a g l i a b e c c h i nous montre
58 c a s e s , 64 s i on compte l e s c a s e s
t r i a n g u l a i r e s n o i r c i e s pour l e F l o r e n t i n , e t 46, 50 ou 74 c a s e s

24
pour l ' a u t r e , s e l o n , encore une f o i s ,
pour l e s compter.

l a façon dont on s'y prend

'

L'hypothèse de Caso e s t donc extrêmement f r a g i l e

e t repose

uniquement s u r l a véracité de s a presque g r a t u i t e interprétation de
l'image du codex M a g l i a b e c c h i .
A d r i a n Digby de son côté a carrément rejeté l'hypothèse s e l o n
laqtielle

le patolli

était

un

j e u et

a

avancé

l'idée

qu'il

s ' a g i s s a i t en f a i t d'un i n s t r u m e n t astronomique doublé d'un cadran
solaire,

destiné à s u i v r e

l e s mouvements du s o l e i l .

chacun des br*as du j e u e s t divisé en s e p t p a r t i e s .
p a r t i e s représente une t r e i a a i n e ,
br>as.

Pour l u i ,

Chacune de c e s

donc 9 1 j o u r s pour chacun des

L e s c a s e s marquées d'un X s i g n a l e n t l ' e n d r o i t où i l d e v i e n t

i m p o s s i b l e de v o i r l e déplacement du s o l e i l , c a r c e s déplacements
à ce moment de l'année d e v i e n n e n t

à peu près i m p e r c e p t i b l e s . Cet

i n s t r u m e n t s e r v a i t f i n a l e m e n t à s i t u e r à q u e l moment du c a l e n d r i e r
on

était

rendu.

I l s'est

basé

sur l ' i l l u s t r a t i o n

M a g l i a b e c c h i l (Digby, 1972 de Duverger,
Evidemment on peut l u i f a i r e

du

codex

1978:57-58).

l e même r e p r o c h e

qu'à Caso: l e

nombre de c a s e s v a r i e d'une i l l u s t r a t i o n à l ' a u t r e : e l l e n ' e s t donc
valable

que s i c ' e s t c e t t e

illustration

q u i e s t l a bonne!.

De

p l u s , son interprétation elle-même ne t i e n t p a s compte des quatre
c a s e s c e n t r a l e s , e t comporte une décision s u b j e c t i v e concernant l e
nombre

de

cases

couvertes

par

l a croix

extrémités des b r a s de l a c r o i x .
j ^ ' e f f o r t mental p o u r ' s ' i m a g i n e r

de

Aussi, cela

Saint-André

aux

dcm-inr^—beauc'Tmg>

que t o u s l e s c h r o n i q u e u r s se sont

laissé b e r n e r p a r l e u r s i n f o r m a t e u r s ^ q u i se sj&ftt t o u s entendus pour
f a u s s e r l e s i n f o r m a t i o n s au s u j e t du p a t o l l i !
Duverger
contredisent

quant

à

s u r l e j e u parce

pouvait

jouer plusieurs

peuvent

servir

1978:59).

jeux,

qu'en

i l n'indique

lorsqu'il

que

l e s chroniqueurs

fait,

cherche

de

jeux

différents

évidemment
à

se

s u r ce t a b l e a u , on

un peu comme nos c a r t e s

à une m u l t i t u d e

Mais

curieusement,
patolli, i l

l u i s'imagine

pas

interpréter

à jouer

(Duverger,

lesciuels;

et,

ce qu'était l e

n'y t r o u v e f i n a l e m e n t qu'une s e u l e s i g n i f i c a t i o n pour

tous l e s jeux!

25

Son e x p l i c a t i o n r e p o s e , non p a s s u r une interprétation f a i t e
à p a r t i r des t r o i s images c r u c i f o r m e s que nous possédons ( c e l l e s de
Duran, de Sahagun e t du codex M a g l i a b e c c h i ) , mais s u r des
représentations différentes q u ' i l a interprétées comme étant des
QUAUHPATOLLI, une s o r t e différente de p a t o l l i , mais q u i se J o u e ,
comme on l e v e r r a , exactement de l a même façon que l ' a u t r e . Son
interprétation e s t basée s u r l e f a i t que l e s différents exemples /
7
que nous possédons de QUAUHPATOLLI ( l e s deux exemples du codex ^ i ^ ' i ; /
Vindobonensis, e t l e s exemples de T u l a e t de P a l e n q u e ) comportent
'
c i n q u a n t e s i x c a s e s , p l u s une c a s e c e n t r a l e commune (donc 57 au jic/^
total).
S e l o n l u i , chacune des c a s e s représente une t r e i a a i n e ,
c'est-à-dire l'unité du c a l e n d r i e r d i v i n a t o i r e ( D u v e r g e r , 1978:
6 2 ) . L e s 56 c a s e s du j e u représentent donc 728 J o u r s , c'est-à-dire
364 pour chacun des J o u e u r s , e t l a c a s e c e n t r a l e , l e 365e J o u r ,
représenté p a r OLLIN dans l e codex V i n d o b o n e n s i s , c o n s t i t u e l ' e n j e u
final.
"Car l e p r i n c i p e du J e u e s t à l'image du c a l e n d r i e r : de
même qu'une date c a l e n d a i r e n'a qu'une e x i s t e n c e , on ne
r e p a s s e J a m a i s deux f o i s p a r l a même c a s e . . . Le J e u s e
clôt quand e s t c o m b l ^ l ' u l t i m e vacuité."
(Duverger,
1978: 6 3 )
^
Duverger interprète e n s u i t e l e J e u s e J o u a n t s u r l e t a b l e a u
c r u c i f o r m e de l a même façon; c a r s i on a j o u t e l e s deux c a s e s
censées manquantes de l a branche supérieure de l'image du code:s.
M a g l i a b e c c h i , e t qu'on élimine l e s q u a t r e c a s e s c e n t r a l e s , on
o b t i e n t a u s s i 56 c a s e s . Donc l e p a t o l l i c r u c i f o r m e s e J o u a i t de l a
même façon que l ' a u t r e . I l d i t qu'on peut f a i r e l a même chose avec
l'image du codex F l o r e n t i n , mais là i l s e trompe: i l a s a n s doute
v o u l u p a r l e r de l'image de Duran, où, i l e s t v r a i , l'élimination
des c a s e s c e n t r a l e s amène encore une f o i s un t o t a l de 56; mais pour
Sahagun, c e l a ne f o n c t i o n n e p a s du t o u t : on en o b t i e n t 60. En plut-;
de ce problème, s a démarche comporte une -©*ijceiin.'méthodologique
majeure: dans l e c a s des QUAUHPATOLLI, i l compte l e s c a s e s
triangulaires,
ce q u ' i l
évite de f a i r e pour
l e s patollis
c r u c i f o r m e s , évidemment pour a r r i v e r au résultat c m ' i l s o u h a i t e .
L'interprétation
qu'il
fait
du QUAUHPATOLLI
e s t peut-être

vraisemblable,
A
comportent pas t o u s 56 c a s e s .

(Voir

Duverger,

Quant à son interprétation des p a t o l l i s

1978: 2 2 4 - 2 2 5 ) .

cruciformes, e l l e

est à

r e j e t e r pour l e s r a i s o n s que j e v i e n s t o u t j u s t e de mentionner.
Remarquons

encore

une

fois

l a contradiction

grossière

de son

d i s c o u r s : i l annonce q u ' i l e x i s t e p l u s i e u r s s o r t e s de p a t o l l i s , e t
nous

démontre

que

deux

"patollis",

différents, se j o u e n t exactement
J'ai

donc

d'interpréter

constaté

que

matériellement

extrêmement

de l a même façon!

tous

l e s auteurs

q u i ont tenté

l e j e u , ont t o u s tenté de l e f a i r e

en se basant

p r i n c i p a l e m e n t stir l e nombre de c a s e s , q u ' i l s m e t t a i e n t en r a p p o r t
avec l e comput du temps,

a i b l e s s e majeure de chacune de c e s

interprétations

ne p r e n a i t

était

qu'elle

p a s en considération

t o u t e s l e s données, mais une pej-^r^e p a r t i e seulement, e t q u ' e l l e se
révélait

non

l'ensemble

fondée

dès

qu'on

tentait

de

la

généraliser

à

des données d i s p o n i b l e s .

J ' a i e n s u i t e tenté d'examiner ce qu'on d i s a i t du p a c h i s i ; mais
je

n ' a i absolument

rien

trouvé

là- d e s s u s .

spécialiste de l ' I n d e a n c i e n n e à Me G i l l ,
entendu p a r l e r .

Sharma,

l e grand

n'en a v a i t même j a m a i s

Mon étude s u r l e s e n s s p i r i t u e l deux j e u x r e s t e

donc t o u t e à f a i r e .
J e v a i s donc t e r m i n e r mon t r a v a i l s u r l e p a t o l l i en exposant
sommairement

quelle

serait

à mon

avis

l a voie

<iu'il

faudrait

u t i l i s e r pour comprendre l e s e n s qu'on a c c o r d a i t au j e u de p a t o l l i
en Méso-Amérique.
Tous l e s a u t e u r s q u i ont essayé d'interpréter l e p a t o l l i ont
tous c o n s t r u i t

l e u r s hypothèses de l a même façon: i l s ont t o u s

essayé de l e m e t t r e en r a p p o r t avec l e comput du temps.
Ma réflexion s u r l e s u j e t se s i t u e cependant aux a n t i p o d e s des
explications
comprendre
changer
notion

de c e s a u t e u r s .
l e sens

véritable

Je crois
du

de paradigme e t l e m e t t r e

que s i un j o u r

patolli,

on v e u t

i l f a u d r a peut-être

en r a p p o r t , noti pas avec l a

limitée du comput du temps, mais

avec

t o u t e s une série

d ' o b j e t s e t de r i t u e l s q u i , s e l o n moi, l u i sont associés TTai?—iie-^^
expriment t o u s l a même idée.

Ce que j ~ ' r>f f i rmc^ i c i , s a n s en f a i r e

27
vraiment

l a démonstration,

cj^st

qu'il

semble

y

avoir

i n s p i r a t i o n s i m i l a i r e derrièrfe_^a P i e r r e du S o l e i l mexicainè>»_.X.a
p i e r r e que l e s AztèquetKnommaient CUAUHXICALLI

(Duran, 1971: 1 8 9 ) ,

^ l e s i g n e O l l i n a u s s i ( % a e l a p i e r r e nommée TEMALACATL, cmi s e r v a i t
au

sacrifice

d i t du

TLACHTEMALACATL,

gladiateur

l ap i e r r e

ronde

(Duran,

1 9 7 1 : 178)(^_5^)du

qui servait

au j e u de b a l l e

(Duverger, 1978: 49 ) V ^ t i l v e r s e s représentations montrant TEZCATLIPOCA
émergeant

du s i g n e

du j a d e

posé à cûi-scorps du S e i g n e u r - T e r r e

TLATLECUHTLI ( N i c h o l s o n , 1967), de mèAj^e

l e s représentations de

l a p l a c e du marché, comme on en t r o u v e un exemple dans l e codex
Duran ( 1 9 7 1 ) , ( c e d e r n i e r exemple étant néanmoins encore t r o p peu
documenté pour être;rp^résenté comme un exemple t y p e du phénomène),
e t f i n a l e m e n t auss^^^j^e j e u de p a t o l l i .
Tous

c e s différents o b j e t s e t représentations q u i peuvent

sembler hétéroclites sont donc des représentations associées au:<
" c e n t r e du monde", localisé au c e n t r e de l a t e r r e ,
i n d i v i d u s sont constamment
avjÊSL _ l e „Qsntre

en r e l a t i o n .

g u i apparaît

différents r i t u e l s

toujouns

avec l e c m e l l e s

E t c'est cette relation
lorsqu'on,

étudie l e s

et. a u t r e s coioportsiûfints en r a p p o r t

avec c e s

objets,^
a- Le TEtitLACATL;
•â^CATL; TEZCA^^POCA
TEZCAl:l,'ÎPOCA éémergeant
i
du s i g n e du j a d e
C e l u i q u i v a être sacrifié l o r s du s a c r i f i c e du g l a d i a t e u r a
le

pied

attaché au, c e n t r e

combat ( P l a n c h e «6 e t «7).
dans un état de f a i b l e s s e
battre

contre

de l a p i e r r e

ronde

sur laquelle i l

I l e s t a l o r s très près du c e n t r e , i l e s t
c a r armé d'armes

des g u e r r i e r s

équipés d'armes

f a c t i c e s e t doit se
bien

réelles c e t t e

f o i s , mais i l }>eut s'en réchai^i'er s ' i l réussit à v a i n c r e l e s q u a t r e
g u e r r i e r s s a n s s e l a i s s e r b l e s s e r p a r eux (Duran, 177 e t s q . ; Caso
1958: 7 3 - 7 4 ) .
Evidemment
picturalement,

l e l i e n avec

l e " c e n t r e " , b i e n que f o r t

visible

ne semble p a s de prime abord c o n c e p t u e l l e m e n t

à l a scène: personne ne semble en a v o i r j a m a i s parlé.

lié

Mais on peut

r e l i e r c e t t e i m a g e r i e , du moins v i s u e l l e m e n t encore une f o i s , aux
images présentées p a r N i c h o l s o n

(1967), surtout

celle

qu'il

a

28
t r a d u i t e comme étant une représentation de TEZCATLIPOCA émergeant
du s i g n e du j a d e ( P l a n c h e # 8 ) .
On v o i t a s s e z nettement l a
presqu'identité de l'image avec l e s a c r i f i c e du g l a d i a t e u r . E t
l ' a s s o c i a t i o n c o n c e p t u e l l e de l'image de N i c h o l s o n avec l'idée de
c e n t r e e s t beaucoup p l u s immédiatement a c c e s s i b l e : l e s i g n e du
j a d e , porté p a r TLALTLECUHTLI e s t j u s t e m e n t
interprété p a r
N i c h o l s o n comme étant l e c e n t r e de l a t e r r e ( N i c h o l s o n , 1967: 8 8 ) .
De p l u s , Duverger i n d i q u e que TEZCATLIPOCA était associé dans
l ' e s p r i t des Aztèques au " c e n t r e " f i u ' i l v a l a i t mieux t r a i t e r avec
c r a i n t e e t r e s p e c t (Duverger, 1978:93).
I l en donne p l i i s i e u r s
exemples, dont l e passage de Sahagun, (Sahagun, 1959, L i v r e 5,
appendice 3, p . 1 8 4 ) , où i l e s t d i t qu'on ne d o i t s e n t i r un bouquet
de f l e u r s qu'à s a périphérie c a r l e c e n t r e e s t réservé à
TEZCATLIPOCA.
Mais l e s a c r i f i c e du g l a d i a t e u r a v a i t - i l un r a p p o r t avec
TEZCATLIPOCA? Oui, c a r c e s s a c r i f i c e s a v a i e n t l i e u l o r s des fêtes
dédiées à XIPE TOTEC, l e TEZCATLIPOCA rouge, iconographiquement
très semblable au TEZCATLIPOCA n o i r , ( P l a n c h e #7) (Caso, 1958: 5 1 ) .
De p l u s , l e f a i t que l e g u e r r i e r était attaché p a r l e p i e d à c e t t e
immense p i e r r e ronde r a p p e l l e évidemment l e m i r o i r q u i remplaçait
l e p i e d de TEZCATLIPOCA, c a r i l s e l'était f a i t manger, j u s t e m e n t ,
par TLATLECUHTLI lui-même.
b- Le TLACHTEMALïTCATL; OLLIN.
L a piéride ronde percée d'un t r o u q u i s e r v a i t s e m b l e - t - i l de
c i b l e au j e u de b a l l e , l e TLACHTEMALACATL, cache s a n s doute une
idée s i m i l a i r e d'une r e l a t i o n avec l e c e n t r e ( P l a n c h e # 9 ) . Tout
d'abord e l l e p o r t e presque l e même nom <\ue l a p i e r r e du s a c r i f i c e
(TLACH réfère en e f f e t à TLACHTLI, j e u de b a l l e , e t TEt^LAGATL e s t
évidemment l e mot q u i désigne l a p i e r r e du s a c r i f i c e ) .
L e s deux
sont a u s s i représentés à peu près de l a même façon dans l e s code:-:
( v o i r p l a n c h e s «6 e t # 9 ) . Mais q u e l e s t l e r a p p o r t avec l'idée de
centre?
L a p i e r r e s e r v a i t évidemment de c i b l e pour l a b a l l e . E t
c ' e s t l a b a l l e q u i s e révèle i c i être associée à l'idée de c e n t r e .
C'est une b a l l e d'ULLI ( c a o u t c h o u c ) qu'on peut a u s s i nommer O L L I ,

29
(o e t u étant équivalents (Siméon 1885: X X I V ) ) ou encore OLLIN,
comme l ' a p p e l l e Duran liai-même ( r>uran 1971: 3 1 6 ) . O L L I était
l'équivalent de OLLIN, l e n f i n a l étant a u s s i f a c u l t a t i f (Siméon,
1885: XXV). OLLIN c ' e s t évidemment a u s s i l e s i g n e c a l e n d r i q u e , e t
s e l o n Duverger, c ' e s t " l e s i g n e du c e n t r e " , à cause du X a p l a t i q u i
compose l a g l y p h e , e t q u i s e r a p p o r t e à l a croisée des chemins au
c e n t r e du monde, " l i e u e x c e p t i o n n e l e t t e r r i f i a n t , un e n d r o i t
inhumain, c r a i n t e t vénéré" (Duverger, 1978: 9 2 - 9 3 ) .
Mais OLLIN s e r a t t a c h e a u s s i à l'idée de c e n t r e encore une
f o i s par l a l i n g u i s t i q u e .
On a v u que o l l i n désignait l e
caoutchouc. OLLO, s i g n i f i e " e n d i i i t de caoutchouc" (Siméon, 1885:
3 1 6 ) . E t OLLOTL s i g n i f i e : c e n t r e , m i l i e u ! (Siméon, 1885: 3 1 6 ) .
J'ai
aussi
trouvé une représentation
dans
l e code:-;
M a g l i a b e c c h i du " S o l Negro" ( p l a n c h e «15): i l s ' a g i t d'une image
représentant s a n s doute l e s o l e i l de m i n u i t , au c e n t r e de l a t e r r e .
E t on v o i t nettement l e même genre de représentation que nos deux
p i e r r e s rondes, a v e c , comme dans c e s deux dernières, un t r o u en son
centre.
L o r s des cérémonies dédiées au s o l e i l , on t r o u v e encore là l e
même p a t t e r n de r e l a t i o n avec l e " c e n t r e " c l a i r e m e n t v i s i b l e .
(Duran, 1971: 186 e t s q . ) Un homme v a être sacrifié au sommet du
temple dédié au s o l e i l .
I l d o i t l u i apporter
un message.
Lentement, i l v a monter v e r s l e sommet du temple où s e t r o u v e une
immense p i e r r e ronde, l e CUAUHXICALLI, ( v o i r p l a n c h e «10) s u r
l a q u e l l e e s t gravé l e symbole du s o l e i l : OLLIN.
E t .juste 3X\dessus de c e t t e p i e r r e , i l était sacrifié, son sang c o u l a i t
directement s u r l a p i e r r e (Duran, 1 9 7 1 : 1 9 1 ) . On v o i t donc i c i
c l a i r e m e n t t o u t l e pa^^ir^rn: l a l e n t e marche v e r s OLLIN, v e r s l e
c e n t r e encore une f o i s .
Evidemment, on nous o b j e c t e r a q u ' i l ne s ' a g i t p a s i c i du
" c e n t r e de l a t e r r e " mais du s o l e i l . Mais i l f a u t f a i r e a t t e n t i o n ;
en e f f e t on a longtemps c r u que l a fameuse P i e r r e dvi S o l e i l
( P l a n c h e «11) était une représentation du s o l e i l , de TONATIUH, de
l ' a s t r e du j o u r . C'est ce que p e n s a i t p a r exemple Caso (Caso 1958:
3 3 ) . Mais K l e i n (1976) a démontré q u ' i l s ' a g i t en f a i t du S o l e i l

30
de m i n u i t , localisé à c e t t e heure-là au c e n t r e de l a t e r r e .

Donc

l e s a c r i f i c e en l'honneur du s o l e i l que .ie v i e n s de décrire, peut
aussi bien

s'interpréter, encore une f o i s ,

dans l e cadre d'une

r e l a t i o n avec l e d i e u s o u t e r r a i n , a u c e n t r e de l a t e r r e ,
qu'avec l ' a s t r e
Un d e r n i e r

plutôt

diurne.
exemple de ce phé,nomène^,jie--~j;^e^

nous a été

f o u r n i p a r un c u r i e u x comportement q u i s e p a s s a i t s u r l a p l a c e du
marché.

Quelqu'un q u i a l l a i t

être vendu comme e s c l a v e a v a i t en

quelque s o r t e l e " d r o i t " , une f o i s rendu s u r l a p l a c e du mai^ché, de
s'échapper des mains de son maître e t s ' i l réussissait à a t t e i n d r e
les

limites

extérieures

excréments humains ( i ) ,
s'opposait

à sa fuite

de

l a place

i l devenait
(à p a r t

e t à marcher

un être l i b r e .

dans des

E t quiconque

son maître évidemment),

devenait

automatiquement e s c l a v e ! (Duran, 1971: 283 e t s q . ) .
r s y a e l r a p p o r t encore une f o i s avec n o t r e idée de centrée?
La

place

du

marché

peut-elle

représentation s i m i l a i r e
présent?

à celles

être

considérée

une

dont nous avons parlé .jusqu'à

L a réponse e s t encore une f o i s o u i .

e s t illustrée dans l e codex Duran.
c ' e s t encore e t t o u j o u r s

comme

L a p l a c e du marché

E t l a forme ()u'on l u i donne,

l a même forme c i r c u l a i r e ,

avec en .<=--oii

m i l i e u un a u t e l , c i r c u l a i r e encore une f o i s ( v o i r p l a n c h e «12).
total,

on

poiirr'ait

très

bien

encore

une

fois,

du

Au

moiii.y

v i s u e l l e m e n t , considérer que l a p l a c e du marché e s t simplement une
représentation du même phénomène, e t que l e s c u r i e u s e s coutumes que
nous

venons

structurées
l'individu

d'examiner
de l a même

s'approche

doivent
façon

s'interpréter

que l e s a c r i f i c e

du " c e n t r e " ,

mais

i l peut

comme

étant

de g l a d i a t e u r :
t o u j o u r s s'en

échapper s ' i l a a s s e z d'audace e t d'habileté.
On c o n c l u t donc de t o u s c e s exemples q u ' i l s e m b l a i t
chez

l e s Méso-Américaiiis non seulement

l'univers

en f o n c t i o n

des q u a t r e

l a conception

points

cardinaux

exister

connue de
e t de l a

d i r e c t i o n c e n t r a l e , mais a u s s i une r e l a t i o n véritable des i n d i v i d u s
avec l e " c e n t r e " , q u i apparaît souvent représenté par une série de
c e r c l e s concentriques,

au c e n t r e d e s q u e l s on t r o u v e s o i t un v i d e ,

s o i t souvent goiftsi une c r o i x de Saint-Andr>é.

31

E t c e t t e r e l a t i o n avec l e c e n t r e du monde e s t san.s doute a u s s i
l e fondement du .jeu de p a t o l l i .

L'hypothèse de Duverger e s t à. ce

propos s a n s doute l a bomie: l e p a t o l l i e s t un j e u "avec l e c e n t r e " .
Pourquoi?

Tout

d'abord

l a forme

en cr-oix

du p a t o l l i

immédiatement l a croisée des q u a t r e d i r e c t i o n s

évoque

cardinales:

elle

désigne donc l e c e n t r e .
"...Dans l a c i v i l i s a t i o n Aztèque l a r o s e des v e n t s a v a i t
une forme de c r o i x de Saint-André, ou p l u s souvent
l ' a s p e c t d'un c r o i s e m e n t de r o u t e s à a n g l e a i g u . . . '
(Duverger, 1978:92)
De p l u s , Duverger,
était

arrivé

dans son interprétation du QUAUHPATOLLI,

à l a c o n c l u s i o n que l ' o b j e c t i f

du j e u était l a

conquête du c e n t r e , en p a r t i e p a r c e que l e c e n t r e des t a b l e a u x ,
dans deux des représentions du j e u a p p a r a i s s a n t dans l e s codex,
était désigné p a r l e glyphe OLLIN ( v o i r p l a n c h e # 1 3 ) .

E t , comme on

l ' a v u , OLLIN e s t associé à l'idée du c e n t r e , e t s a n s doute a u s s i
avec l'idée du c e n t r e de l a t e r r e .
sans

doute

depuis

t o u j o u r s associée

.Américains à l'idée du c e n t r e .
André s e l i s a i t
Kelley,
"Middie"
^ c e l l e
soit

L a croi:-: de Saint-André e s t
dans

Thompson

a

" c r o s s e d i n t h e Middie"

l u l e Glyphe

comme

(référence ? ^ ) . E t c e t t e s i g n i f i c a t i o n était

que l e u r a c c o r d a i e n t l e s Olmèques.
qu'à l'état

d'ébauche, i l semble

olmèque q u i a été identifié

des Méso-

Chez l e s Mayas, l a c r o i x de S a i n t -

KAAT, ce q u i s i g n i f i a i t

1976:152).

l'esprit

signifiant
Hans

doute"

B i e n <iue cette—irdée ne
<iue

petit

à toutes sortes

personnage

de c h o s e s ,

a une

r e l a t i o n très particulière avec l'idée du c e n t r e de l a t e r r e .
il

portait

André.

souvent

Et

à l a h a u t e u r du n o m b r i l une c r o i x de S a i n t -

E t souvent, b i e i i que c e l a

ne s o i t

p a s comm, ce p e t i t

personnage a des r a p p o r t s étroits avec l a courge;

il

était p e u t -

être lui-même une courge: l e symbole que l e God I I ( c e l u i du m a i s )
porte

sur l e front

( J o r a l e m o n , 1971:

59), qu'il

identifie

a du

"maize s p r o u t i n g from s e e d - c o r n " ( J o r a l e m o n , 1971: 1 3 ) , r e s s e m b l e
comme deux g o u t t e s d'eau à l a f l e u r de courge, c l a i r e m e n t identifiè5___^

1.
J ' a i perdu l a référence e x a c t e .
retrouvée, j e vous l a communiquerai.

Dès que j e l ' a u r a i

32
s u r l e s bas r e l i e f s olmèques de C h a l o a t z i n g o (Grove 1987:136)
( v o i r planche «14). E t j ' a i a u s s i constaté <iue l a c r o i x du
p a t o l l i , s i on n ' a v a i t pas de caoutchouc pour l a t r a c e r , on
u t i l i s a i t à s a p l a c e des f e u i l l e s de courge^, ou encore l a courge
elle-même (Duran, 1971:303): c e l a p o u r r a i t i n d i q u e r une très
ancienne r e l a t i o n avec l e c e n t r e de l a t e r r e .
E n f i n on s a i t qu'une j o u t e de p a t o l l i p o u v a i t comme poiar l e
j e u de b a l l e , comme pour l e s a c r i f i c e du g l a d i a t e u r , e t comme pour
tous l e s a u t r e s r i t u e l s qu'on v i e n t de mentionner, s e t e r m i n e r p a r
l e s a c r i f i c e du p e r d a n t , c a r c'était l ' a b o u t i s s e m e n t a t t e n d i i de
t o u t j e u avec c e t a b y s s e sans fond, l e c e n t r e de l a t e r r e .
Evidemment t o u t e s c e s idées à propos du c e n t r e de l a t e r r e e t
t o u t e s l e s représentations q u i y sont associées, dans toute
l ' h i s t o i r e dé l a Méso-Amérique, ne sont encore qu'à l'état
d'ébauche. En l e s présentant rapidement, j e n ' a i v o u l u <iu'indiquer
l a v o i e q u ' i l f a u d r a i t prendre, à mon a v i s , pour "eiipli'>4uei~' l e
patolli.
Mais en procédant de c e t t e façon, c'est-à-dire en
intégrant l e p a t o l l i à un ensemble de représentations mésoaméricaines, e t de p l u s en en c h e r c h a n t
l e s r a c i n e s dans un
l o i n t a i n passé, en l'intégrant donc p a r f a i t e m e n t dans l'ensemble
c u l t u r e l qu'était l a Méso-Amérique, on rend douteuse une p o s s i b l e
c o n n e c t i o n avec l ' I n d e pour e x p l i q u e r son e x i s t e n c e au Me>iique. Un
manque de r a p p o r t s c o n c e p t u e l s e n t r e l e p a t o l l i e t l e s a u t r e s
éléments de l a c u l t u r e méso-américaine a v i r a i t été beaucoup p l u s
révélateur des r a c i n e s étrangères du j e u . A moins évidemment que
l a d i f f u s i o n ne s e s o i t f a i t e dans l e sens c o n t r a i r e ; on encore,
q u ' e l l e a i t eu lietx dans un s i l o i n t a i n passé, accompagné de t a n t
d ' a u t r e s éléments, qu'on l e r e t r o u v e a i n s i intégré au paysage
c u l t u r e l comme s ' i l en f a i s a i t p a r t i e .
Mais j e l a i s s e t o u t e s c e s idées en suspens pour l ' i n s t a n t , c a r
mon but en l e s exposant n'était p a s de f o u r n i r une preuve s o l i d e de
ce que j'avançais, mais de donner un aperçu de l a v o i e q u ' i l
f a u d r a i t s u i v r e pour mieu:-: comprendre l e p a t o l l i .

33

CONCLUSION
F i n a l e m e n t , q u ' a i - j e découvert au c o u r s de c e t t e r e c h e r c h e ?
Après a v o i r exploré l e s documents p r i m a i r e s q u i décrivent l e
p a t o l l i , j ' a i constaté que l e s c h r o n i q u e u r s du début de l'épo<iue
c o l o n i a l e n'ont pas laissé l e s i n f o r m a t i o n s <iui a u r a i e n t été
nécessaires pour comprendre véritablement comment on j o u a i t
au
p a t o l l i . Vu l a p a r c i m o n i e e t l'incohérence des données, j ' a i a l o r s
c o n c l u q u ' i l était utopique de v o u l o i r comparer l e p a t o l l i e t l e
p a c h i s i i n d i e n , a u t a n t B O U S l e u r s a s p e c t s matériels que s p i r i t u e l s .
L a c o n t r o v e r s e e n t r e Erasmus, Kroeber e t T y l o r concer^nant l e s
liens possibles entre l e pachisi et l e p a t o l l i f u t ensuite
analysée.
Cet examen a révélé des choses s u r p r e n a n t e s .
Tout
d'abord, que 1©^^—te^^e d'Erasmus c o m p o r t a i t
t a n t d'évidentes
f a i b l e s s e s e t faussetés q u ' i l était presqu'impensable q u ' i l a i t été
depuis p l u s de quarante ans l'argument f i n a l à l a d i s c u s s i o n s u r
l e s l i e n s e n t r e l e s deux j e u x .
I l apparaît nettement qu'Erasmus
a v a i t un p a r t i - p r i s a n t i - d i f f u s i o n e t que son t e x t e n ' e s t pas une
a n a l y s e l o g i q u e e t r i g o u r e u s e d'un problème s c i e n t i f i q u e mais une
a t t a q u e un peu s u s p e c t e c h e r c h a n t à f a i r e f e u de t o u t b o i s . On se
doute que s ' i l a v a i t été du p a r t i p r o - c o n t a c t , son t e x t e a u r a i t été
t o u t de s u i t e soumis à un examen r i g o u r e u x e t on a u r a i t sans doute
assisté à un général "haro s u r l e baudet". I l s e peut b i e n que l e
p a t o l l i e t l e p a c h i s i n ' a i e n t aucun l i e n , mais ce n ' e s t pas s u r l a
base de son t e x t e qu'on peut l ' a f f i r m e r .
De p l u s , en p a r c o u r a n t une p a r t i e de l a littérature p o r t a n t
s u r l e s j e u x a s i a t i q u e s e t amérindiens, j e me s \ i i s rendu compte
qti'à l ' a i d e d ' a n a l o g i e s d i v e r s e s , i l était p o s s i b l e de p r o d u i r e une
image r e l a t i v e m e n t f i a b l e ( a u s s i f i a b l e en t o u t c a s que b i e n des
r e c o n s t n a c t i o n s archéologiques reconnues) du p a t o l l i .
E t que ce
p a t o l l i r e c o n s t r u i t présentait des s i m i l i t u d e s s u r p r e n a n t e s avec l e
p a c h i s i i n d i e n ; j ' a i a l o r s c o n c l u que l e s deux j e u x ont de f o r t e s
chances d'être apparentés.
Dans l a troisième p a r t i e du t r a v a i l , j ' a i cherché à i n d i q u e r
q u e l l e p o u r r a i t être l a v o i e dans l a q u e l l e i l f a u d r a i t s'engager

34
pour a r r i v e r un j o u r àà '^omprendre^^lf
'\;omprendre/Vle p a t o l l i .
C e t t e v o i e , comme
on l ' a v u , s e r a i t d'intégrer l e p a t o l l i à t o u t e une série d ' o b j e t s
et de r i t u e l s q u i présentent différents a s p e c t s de c e t t e même idée
générale: l a r e l a t i o n des i n d i v i d u s avec l e " c e n t r e du monde".
C e t t e idée n'a évidemment été qu'effleurée dans l e s quelques pages
qu'on l u i a consacrées. E l l e demanderait une r e c h e r c h e approfondie
povxr p o u v o i r s t a t u e r de s a validité.
Ce
faudra

t r a v a i l débouche f i n a l e m e n t s u r deux avenues q u ' i l
maintenant
explorer.
Tout
d'abord
approfondir

me
ma

c o n n a i s s a n c e des j e u x a s i a t i q u e s e t amérindiens, e t vérifier de
nouveau chacun des arguments que j ' a i opposés à Erasmus, pour être
en mesure de r e l a n c e r l e débat s u r l a scène archéologique (avec l e
résultat de me r e t r o u v e r rapidement avec t o u s l e s "athées" s u r l e
dos...).
Ensuite continuer l a recherche s u r l e s l i e n s possibles
e n t r e l e s différents o b j e t s e t r i t u e l s qu'on a décrits p l u s haut.
Un compte rendu de c e t t e r e c h e r c h e s e r a , du moins en p a r t i e ,
contenu dans l e t r a v a i l q u i s e r a rendu à l a m i - j a n v i e r .

35
APPENDICE

: L E S SOURCES PRIIIAIRES

(Sahagun, 1985: 4 6 0 )
"8. Tambien l o s s e n o r e s por s u p a s a t iempo, jugaban un .juego que s e
l l a m a p a t o l l i , que e s come e l jeugo d e l c a s t r o o a l q u e r q u e , oc
c a s i , oc como e s t juego de l o s dados, y son c u a t r o f r i j o i e s grandes
que cada uno t i e n e un a g u j e r o , y a r r o j a n l o s con l a mano sobre un
p e t a t e -como q u i e n j u e g a a l o s c a r n c o l e s - , donde e s t a hecha una
figura;
9,
A e s t e juego s o l i a n j u g a r y ganase c o s a s p r e c i o s a s , como
c u e n t a s de o r o , p i e d r a s p r e c i o s a s , t u r q u e s a s muy f i n a s ; y e s t e
juego y e l de l a p e l o t a h a n l o dejado p a r s e r sospecho de algunas
s u p e r s t i c i o n e s i d o l a t r i c a s que en e l l e s hay."
Les s e i g n e u r s a u s s i p r a t i q u a i e n t pendant l e u r s passe-temps un
jeu
q u i s'appelle
"patolli".
C e l u i - c i e s t comme l e j e u de
" c a s t r o " , ou " a l q u e r q u e " , ou presque comme l e j e u de dés. Ce sont
q u a t r e grandes fèves avec chacune un t r o u e t i l s l e s j e t t e n t avec
l e s mains s u r une n a t t e , comme dans l e j e u de " c a r n i c o l e s " , où i l
y a une f i g u r e de f a i t e .
Dans ce j e u i l était h a b i t u e l de gagner des o b j e t s précieux
t e l s : des g r a i n s d'or, des p i e r r e s précieuses, des t u r q u o i s e s b i e n
f i n e s . Ce j e u e t c e l u i de l a b a l l e ont été abandonnés parce qu'on
l e s soupçonne d ' a v o i r en eux quelques s u p e r s t i t i o n s idolâtres.
( T r a d u c t i o n : M i l l a g r o s O r t i s B a r i l l a s , 1992)
(Sahagun, 1959: l i v r e 8, c h a p i t r e 10: 29-30)
Patoa i c a a i e c o t l i , v e v e j e t l n a u h t e t l i n t l a i x c o i o n j l l i i n j c
m o t l a n j immatica i n q u j c h a i a o a
i n n a h t e t l e t l , q u j c u j l o a ce
petlatl,
tliltica,
papatlactic
in tlilli,
injc
mjcujloa
patolpetlatl,
in
vncan
mopouhtiuh
tlapoaltetl
omome
c h i c h i q u a c e n t e t l imaxca i n t l a p o a l t e u h icecemme i n j x n a m j q u j i n
motlan
i n patoa,
qujltanjlia
i n ic<iujch tlaçotli, c o a t i c
t e u c u j t l a c o z c a t 1 , c h a l c h i u j t l , t e u x i u j t l , m a t z o p e t a t l i ipan c a
c h a l c h i u j t l o l o l i u h q u i anaço t e u x i u j t l , q u e t z a l l i , tlaçotli, c a l l i ,
m j l l i , talçotlimatli, p e p e c h t l i , v e u e j t i l m a t l i : c h a l c h i u h t e n t e l t ,
teucujtlanacochtli, xomoiujtilmatli.
Auh i n atiujn p a t o a n j , i n
qujchaiaoa
i n e t l , int la
c e n t e t l e t l i c tee<)uechili, i n
m o q u e t z t i c a z e t l , i n vmpa i c t z i n m j m j I t i c : c e n c a tetzammachoia,
cenca talmaujçolli i p a n m o t t a i a : njman muchi q u j t l a n j , i n j:-:qujch
tlaçotli, i n m o t l a n j t o a
i n macatiel aiamo açi i n q u e a q u j t e t l
a q u j l l i , i i i j c netennonotzalo, i n j c netzopalo."
P a t o l l i was p l a y e d w i t h l a r g e beans - f o u r l a r g e beans
bored i n t o t h e s u r f a c e s .

v7ith

holes

The game V7as won V7hen from t h e i r hands

36
they s c a t t e r e d t h e f o u r bean« o n a mat p a i n t e d i n v/idely B p a c e d
b l a c k [ U n e s ] , w i t h w h i c h the p a t o l l i m a t was-; d e s i g n e d . There V7ere
t o be added t h e c o u n t e r s - t w e l v e ("of them], s i x t h e p r o p e r t y o f
each, t h e c o u n t e r s o f each o f t h e c o n t e n d e r s .
He v7ho v7on i n
p l a y i n g p a t o l l i , won a i l the c o s t l y goods: golden necklacet--, g r e e n
s t o n e , f i n e t u r q u o i s e , b r a c e l e t s on V 7 h i c h were round, greeii s t o n e s
of f i n e t u r q u o i s e , q u e t z a l f e a t h e r s , s l a v e s , houses, f i e l d s ,
p r e c i o u s capes, mats, l a r g e capes, g r e e n stone l i p p l u g s , golden
e a r p l u g s , duck f e a t h e r capes. And he who p l a y e d p a t o l l i , who c a s t
the beans, i f t h e n he made one l o f them] s t a n d , i f t h e bean stood
up t h e r e on i t s t h i c k e r end, i t was t a k e n a s a g r e a t omen; i t v j a s
regarded a s a g r e a t m a r v e l .
Then he won a i l t h e c o s t l y g o o d s .
[The o t h e r ] l o s t even though he had n o t y e t a t t a i n e d t h e spécifie
number o f throv7s. Thus were a i l agreed; t h u s a i l came t o the end
[ o f the game]. ( T r a d u c t i o n : D i b b l e e t Andersen, 1959)
(Sahagun, 1985: 4 7 2 )
" E l segundo pasatiempo que t e n i a n e r a un juego, como de dados;
h a c i a n en un p e t a t e une c r u z p i n t a b a , l l e n a de c u a d r o s , s e m e j a n t e
a l juego de atquerque, o c a s t r e , y p u e s t o s sobre e l p e t a t e ,
sentados, tomaban très f r i j o l e s grandes, hechos c i e r t o s puntos en
e l l e s , y d e j a b a n l o s c a e r sobre l a c r u z p i n t a d a , y de a l l i t e n i a n s u
juego con que p e r d i a n y ganaban j o y a s , y o t r a s c o s a s como a r r i b a s e
dijo"
Un second passe-temps q u ' i l s a v a i e n t c o n s i s t a i t dans un j e u
ressemblant à des dés.
I l s d e s s i n a i e n t une c r o i x s u r une n a t t e e t
l a r e m p l i s s a i e n t de carrés, comme un j e u " d e l alquerque", ou
"castro".
Une f o i s t o u t ça s u r l a n a t t e , a s s i s , i l s p r e n a i e n t
t r o i s grandes fèves, a u x q u e l l e s on a v a i t m i s d e s p o i n t s auparavant
e t i l s l e s j e t a i e n t s u r l a c r o i x . E t c'était ça l e j e u dans l e q u e l
i l s p e r d a i e n t e t gagnaient des b i j o u x e t d ' a u t r e s choses comme on
l ' a déjà d i t p l u s haut.
(Traduction: Millagros O r t i s Bar-il l a s :
1992)
(Sahagun, 1959, l i v r e 8: 9 5 )
I n t l a t o a i i j , i n j q u a c q u j n e q u j a iiellelqujçaz t l a n a o a t i a i a i n j c
patoz, m j c u j l o a c e p a t l p e t l a t l ,
eca t l i l l i ,
papatlactic i n

37
t l a x o t l a l l i i c m j c u j l o a , i n vncan napoalo i c i i e t l a j o a : auh njman no
m j x c o i o n j a n a u h t e t l a i e c o t l i , i n j c p a t o l o i n j c n e t l a j o a : auh çan
i i d no i u h q u j q u j c h i o a i a i n c a l p i x q u e , i n j c mochi tlaçotli i n
j t a l t q u j , i n j a x c a t a l t o a n j , q u j o a l t e c a i n encan p a t o l o i a n , i n
q u j e t l a n i t a l h u j a i n t l a t o a n j , auh i n i c o a c , i n t l a o t l a n j h o a c
t l a t o a n j , njman t e p a t l a i n c a l p i x q u e , i o a n q u j p a t l a i n j x q u j c u t i n
maçeoatli, i n o c o n t l a l i c a t a l t o a n j i n p a t o l o i a .
When he wiahed t o be amused, the r u l e r commanded t h a t they p l a y
p a t o l l i , t h a t a mat on V7hich p a t o l l i V7as p l a y e d be p a i n t e d b l a c k ,
i n w i d e l y apaced s t r i p e s .
So V7a!:3 i t p a i n t e d t h a t t h e r e might be
kept the count V7hereby the game c o u l d be v7on. And then a l s o h o l e s
V7ere d r i l l e d i n t o the s u r f a c e s of f o u r l a r g e beans V 7 i t h V7hich
p a t o l l i was p l a y e d and t h e game was won.
And i n t h e same way the
majordomes d i d [ a s i n the b a i l game]: t h e y s p r e a d out a i l the
c o s t l y goods and b e l o n g i n g s of the r u l e r , t h e r e where p a t o l l i was
p l a y e d , where F p l a y e r s ] r e p r e s e n t e d t h e rouler.
And t h e n , i f the
r u l e r V7ere b e s t e d , then the majordomos brought out o t h e r i p l a y e r s ! ;
and they changed a i l t h e v a s s a l s whom t h e r u l e r had s e t i n p l a c e
t h a t p a t o l l i be p l a y e d . " ( T r a d u c t i o n : D i b b l e e t Andersen, 1959)
(Gomara, 1987:

169)

~

"Algunas v e c e s m i r a b a Mocteziima como jugaban a l p a t o l i z t l i , que se
parece mucho a l juego de l a s t a b l a s , y que se j u e g a con habas o
j u d i a s r a j a d a s , cono dados de h a r i n i l l a s , que l l a m a n p a t o l l i ;
los
c u a l e s mueven con ambas mânes, y l o s a r r o j a n sobre una e s t e r a o en
e l s u e l o , donde hay a l g u n a s r a y a s cono en e l a l ^ i u e r p e , en doiide
s e n a l a n con p i e d r a s e l punto que cayo a r r i b a , a u i t a n d o o poniendo
c h i n a . A e s t e se juegan cuanto t i e n e n , y h a s t a muchas v e c e s sus
cuerpos p a r a e s c l a v e s l o s t a h u r e s y hombres b a j o . "
Q u e l q u e f o i s Moctezuma r e g a r d a i t comment on j o u a i t l e p a t o l i z t l i .
Ce j e u ressemble beaucoup au j e u de dames, q u i e s t joué avec des
fèves ou des h a r i c o t coupés, comme des dés de " h a r i n i l l a s " , 'qu'on
appelle p a t o l l i .
C e u x - c i sont balancés avec l e s deux mains e t
jetés s u r une n a t t e ou s u r l e s o l où on a f a i t des r a i e s comme dans
l e "alquerpe".
I l s marquent avec des p i e r r e s s u r l a c r o i x
l ' e n d r o i t où e s t tombé l e p o i n t v e r s l e h a u t , en mettant e t en
e n l e v a n t des " c h i n a " .
I l s j o u e n t t o u t ce q u ' i l s possèdent e t
souvent, l e s hommes bas e t t r u a n d s vendent même l e t i r c o r p s . "
( T r a d u c t i o n : M i l l a g r o s O r t i s B a r i l l a s , 1992)

38

(Torquemada, J u a n de,

1986, tome I I ,

l i v r e 14, c h a p i t r e 12 : 554)

H a v i a o t r o juego, que l l a m a n P a t o l l i , que en algo p a r e c e a l
Juego de l a s T a b l a s R e a i e s , y .iuegale con l i a v a s , y F r i . j o l e s , hechos
puntos, en e l l e s , a manera de dados de a r e n i l l a s , y d i c e n l e Juego
P a t o l l i , porque e f t o s dados, f e l l a m a n a f i ;
hachanlos con ambas
manos, fobre v n a e f t e r a delagada, que f e l l a m a P e t a t e , hechas
c i e r t a s r a i a s , a manera de a f p a , y a t r a v e f a n d o o t r a s , fenalando e l
punto, que c a i o a c i a a r r i b a (como f e hace en l o s dados) quitando,
o poniendo c h i n a s de déférente c o l o r , como en e l Juego de l a s
T a b l a s . E r a e f t e e n t r e o t r o s t a n c o d i c i o f o , y de t a n t o g u f t o , que
no folamente p e r d i a n muchos f u H a c i e n d a , pero f u p r o p i a l i b e r t a d ,
porque jugaban f u s p e r f o n a s , quando no t e n i a n s o t r a c o f a .
I l y a v a i t un a u t r e j e u , qu'on a p p e l l e " p a t o l l i " , q u i ressemble au
j e u de dames ( T a b l a s R e a i e s ) . On l e joue avec des fèves e t des
h a r i c o t s q u i ont des p o i n t s s u r eux, comme des dés de " a r r e n i l l a s " ,
e t qu'on a p p e l l e P a t o l l i à cause du nom des dés. On l e s j e t t e avec
l e s deux mains s u r un mince t i s s u appelé " p e t a t e " .
Celui-ci a
quelques l i g n e s comme une c r o i x de Saint-André ( a s p a ) , d ' a u t r e s
l i g n e s t r a v e r s e n t c e t t e c r o i x , en s i g n a l a n t l e p o i n t <iui e s t tombé
v e r s l e haut (comme i l a r r i v e avec l e s dés), en e n l e v a n t ou en
a j o u t a n t des p e t i t e s p i e r r e s de différentes c o u l e u r s , s i m i l a i r e s
au ôen de dames. (Jxxego de l a s t a b l a s ) . Ce j e u , parmi d ' a u t r e s ,
était t e l l e m e n t prisé e t aimé, que beaucoup non seulement p e r d a i e n t
l e u r ferme, mais a u s s i l e u r propre liberté, c a r i l s j o u a i e n t l e u r
propre
personne
lorsqu'ils
n'avaient
plus
rien
d'autre.
( T r a d u c t i o n : M i l l a g r o s O r t i s B a r i l l a s , 1992)
(Duran, 1984: tome 2: 198-199, c a p i t u l e X X I I 5.,6.,7.,8.,9.,16)
5. Habia e s t e juego de l a e s t e r a , que e r a e l màs r e c i o cjue s e
jugaba, c a s i como e n t r e n o s o t r o s l a p r i m e r a o l a s p r e s a s , que son
juegos p a r a de p r e s t o , como d i c e n .
A e s t e juego podian j u g a r
muchos j u n t e s y de compania, como q u i r a n , y a s i e r a e l juego mâs
usado que h a b i a .
D e l c u a l p r i n c i p a l m e n t e pienso t r a t a r y
d e c l a r a r l o , p x i e s n u e s t r o p r i n c i p a l i n t e n t e e s en e s t e c a p i t u l e
t r a t a r de èl y d e l modo que j e j u g a r l e tenièn.
6. P a r a l e c u a l e s de saber que a l juego que sobre e s t a e s t e r a
jugaban llamaban p a t o l l i , que e s e l mesmo v o c a b l e que a g o r a
llamamos " n a i p e s " .
sobre e s t a e s t e r a t e n i a n p i n t a b a une aspa
gran.de, que tomaba e l p e t a t e de e s q u i n a ; dentro d e l hueco de e s t a
aspa h a b i a a t r a v e s a d a s unas r a y a s que s e r v i a n de c a s a s ;
l a cual
aspa y c a s a s e s t a b a n s e n a l a d a s y r a y a d a s con h u l e d e r r - e t i d o , e l
c u a l hule queda d e c l a r a d o l o que e r a . P a r a e s t a s c a s a s h a b i a doce

39
mejor meneaba l o s dados.
7. Los c u a l e s e r a n unos f r i j o l e s , negros, c i n c o o d i e z , come
q u e r i a n perder o ganar; l o s c u a l e s t e n i a n unos a g u j e r i l l o s b l a n c o s
en cada f r i j o l , por donde p i n t a b a n e l numéro de l a s c a s a s que se
a v e n t a j a b a n en cada mano. Donde, s i p i n t a b a n c i n c o e r a n d i e z , y
d i e z , v i e n t e , y s i uno, uno, y s i dos, dos, y s i t r e n , très, y s i
c u a t r o , c u a t r o ; pero pintando c i n c o , e r a n d i e z , y s i d i e z , v i e n t e .
Y a s i a q u e l l a s p i n t i l l s b l a n c a s e r a n s u e r t e s y c u e n t a de l a s r a y a s
cjue se ganaban y p a r a mudar l a s p i e d r a s de unas c a s a s en o t r a s . A l
c u a l juego, cuando se j u g a b a , a c u d i a n t a n t e s mirador-es y t a h u r e s
que e s t a b a n unos sobre o t r o s sobre l a e s t e r a : unos p a r a j u g a r ,
o t r o s p a r a a p o s t a r , que e r a c o s a e x t r a n a .
8. Cuando l a s r a y a s de e s t a e s t e r a - s i e l juego se i n v e n t a b a
de p r e s t o - no h a b i a h u l e par h a c e r l a s , h a b i a p a r t i c u l a r - e s y e r b a s
p a r a hacer l a s r a y a s de a q u e l l a f o r t u n a , como e r a n h o j a s de
c a l a b a z a , o l a mesma c l a b a c i l l a pec)uenita, o una y e r b a que l o s
e l l o s llaman c h i c h i c p a t 1 1 , que q u i e r e d e c i r "medecina amarga" , o
con t i z n e de ocote. En l o c u a l mezclaban superticiôn, por* causa de
que h a b i a de s e r con e s t a y e r b a y con e s t a y no con o t r a siempre
teniendo o b j e t o a i d o l a t r i a . . .
1 6 . . . E l nombre d e l d i o s de l o s dados e r a MACUIL XOCHITL, que
q u i e r e d e c i r ( c i n c o r o s a s ) . A e s t e invocaban l o s j u g a d o r e s cuando
a r r o j a b a n l o s f r i s o l e s de l a mano, l o c u a l e r a a l a manera que
d i r e . Que l o s f r - - i s o l i l l o s que s i r v e n como dados son c i n c o , a honra
de aquel d i o s que t i e n e nombre de " c i n c o r o s a s " . . . '
5- The "game of mat" vjas the most arduous of a i l . T h i s v;as
s i m i l a r to our p r i m e r a or p r e s a , which a r e " s h o r t " games, as they
say.
Many people c o u l d p l a y t o g e t h e r i n t h i s game, a s many as
wished.
I t was t h e i r most common game, and I w i s h t o d e a l V 7 i t h i t
and e:<.plain i t inasmuch a s the main o b j e c t of t h i s c h a p t e r i s t o
d e s c r i b e i t and t o s e t down i t s r u l e s .
6- Thus i t must be noted t h a t t h i s game, p l a y e d upon a mat,
'/7as c a l l e d p a t o l l i , V7hich i s the same word we nov7 use f o r c a r d s .
On t h i s mat was p a i n t e d a l a r g e X, which r e a c h e d from c o r n e r t o
corner.
W i t h i n the arms o f the X c e r t a i n l i n e s V7ere marked or
s t r i p e d V7ith l i q u i d rubber.
I have a l r e a d y e x p l a i n e d what rubber
is.
Tv7elve pebbles were used i n thèse s q u a r e s - s i x r e d and s i x
blue.
Thèse pebbles were d i v i d e d among those v7ho p l a y e d , each
given h i s share.
I f tv7o p l a y e d , w h i c h was t h e u s u a l form, each
took s i x ; and when many p l a y e d , one p l a y e d f o r a i l , f t h e o t h e r s ]
a b i d i n g by h i s l u c k , j u s t as the S p a n i a r d s p l a y games of chance

40
b e t t i n g on whom f t h e y hope t o b e ] t h e V7inner. The same wan done
here.
f B e t s were made ] on t h e one v7ho b e s t handled t h e d i c e .
7- Thèse were b l a c k beans, f i v e or s i x , depending upon hov7
one V7anted t o p l a y . On each bean t h e r e \'7as a s m a l l space p a i n t e d
V 7 i t h t h e number o f s q u a r e s w h i c h i t c o u l d advance a t each p l a y . I f
the p a i n t e d number was f i v e , i t meant t e n f s q u a r e s ] ; and i f i t v7aK
t e n , i t meant tv7enty. I f i t was a one, i t meant one; i f tv?o, tv7o;
i f three, three; i f four, four.
But when t h e p a i n t e d number vjas
f i v e , i t meant t e n , and t e n meant tv7enty.
Thus t h o s e s m a l l dots
V7ere i n d i c a t o r s and shov.^ed hov? many l i n e s coxild be passed V7hile
moving t h e pebbles from one s<iuare t o a n o t h e r . When t h i s game was
p l a y e d , such a crov7d o f o n l o o k e r s and gamblers came t h a t they V7ere
p r e s s e d a g a i n s t each o t h e r around t h e mat, some V 7 a i t i n g t o p l a y ,
and o t h e r s t o b e t . I t V7as a r e m a r k a b l e t h i n g t o s e e .
8- When t h e r e was no rubber t o p a i n t t h e l i n e s on t h e mat ( i f
the game V7as spontaneous) , spécial h e r b s were iised t o drav7 t h e
l i n e s on t h a t board o f chance -squash l e a v e s , t h e same s m a l l squash
itself,
and herb c a l l e d
c h i c h i c p a t 1 1 , V7hich means
"bitter
medicine"; or f t h e y drev;] V 7 i t h p i n e s o o t . Ileathenism V 7 a s i n v o l v e d
here a s alv7ays i n t h e i r i d o l a t r y , s i n c e i t had t o be t h a t herb
[CHICHICPATLI] and no o t h e r . . .
16- ...The name o f t h e god o f d i c e was MACUILXOCHITL w h i c h
means F i v e F l o w e r s . He was invoked by t h e gamblers when they c a s t
the beans from t h e i r hands. T h i s was done i n t h e manner I s h a l l
d e s c r i b e . The beans w h i c h s e r v e d a s d i c e a r e f i v e , i n honor o f t h e
god who b e a r s t h e name F i v e F l o w e r s . . . "
( T r a d u c t i o n : Heyden 1971:
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fur
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i
PLANCHE #1
J e u de p a t o l l i s e l o n Duran

(Duran, 1984)
On v o i t nettement l e s q u a t r e fèves j e t ées p a r l e j o u e u r de ga^^che

Nombre de c a s e s : 60; 74 s i on compte l e s 8 c a s e s
triangulaires.

ii
PLANCHE «2
J e u de p a t o l l i

s e l o n de Codex F l o r e n t i n

(Sahagun, 1959: l i v r e 8 )
On remarque que l e j e u s e j o u e avec q u a t r e fèves encore une f o i s .
Nombre de c a s e s : 64; 72 s i on compte l e s c a s e s t r i a n g u l a i r e s .


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