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GEOPROCESSAMENTO COMO AUXÍLIO NO LEVANTAMENTO EM CAMPO DE ESPÉCIES ARBÓREAS EM FRAGMENTO DA UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO, RECIFE PE. BRASIL .pdf



Nom original: GEOPROCESSAMENTO COMO AUXÍLIO NO LEVANTAMENTO EM CAMPO DE ESPÉCIES ARBÓREAS EM FRAGMENTO DA UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO, RECIFE-PE. BRASIL.pdf
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XI JORNADA DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO – JEPEX 2011 – UFRPE: Recife, 17 a 21 de outubro.

GEOPROCESSAMENTO COMO AUXÍLIO NO LEVANTAMENTO EM CAMPO
DE ESPÉCIES ARBÓREAS EM FRAGMENTO DA UNIVERSIDADE FEDERAL
RURAL DE PERNAMBUCO, RECIFE-PE. BRASIL
Wilson de Souza Barbosa1, Joselane Príscila Gomes da Silva2, Arthur Lourenço de Melo3, Hernande Pereira da Silva4


Introdução
Entende-se por arborização urbana, o conjunto de
terras públicas e privadas, com vegetação
predominantemente arbórea que uma cidade
apresenta, ou ainda, é um conjunto de vegetação
arbórea natural ou cultivada que uma cidade apresenta
em áreas particulares, praças, parques e vias públicas
[1].
A arborização com árvores frutíferas é uma questão
bastante polêmica, pois alguns estudiosos são contra a
idéia, mas também são encontradas na literatura
trabalhos que são a favor.
[2] se posicionam contra esse tipo de arborização,
principalmente quando é realizada pelos próprios
moradores, pela falta de manutenção e manejo
adequados.
[3] indicam que a frutificação das espécies poderá
representar um efeito ornamental e servir de atrativo
para a fauna local, mas desaconselham as espécies que
produzam frutos grandes como a mangueira, pois esses
frutos podem cair sobre a calçada ou sobre pedestres
que circulam no local. Para resolver esse problema,
citam que existem referências bibliográficas
internacionais que apontam soluções para a utilização
dessas espécies, tais como, o uso de reguladores de
crescimento que atuam na diminuição ou redução da
frutificação.
[4] desaconselha à utilização de árvores que
possuam frutos comestíveis, principalmente quando as
mesmas sujam a pavimentação. Para o autor essas
árvores podem ser utilizadas na área rural para
alimentação do gado.
A utilização de dados de sensoriamento remoto,
sobretudo o orbital, como auxílio ao planejamento das
atividades ligadas aos recursos naturais e ao meio
ambiente está consagrada mundialmente e vem
facilitando sobremaneira as pesquisas executadas nos
diferentes ecossistemas
O SPRING é um instrumento que permite o
levantamento da cobertura vegetal de uma área, com
base em imagens de alta resolução espacial e, pode
contribuir para avaliar a qualidade de vida da
comunidade, uma vez que ele permite a avaliação e o

planejamento para a arborização e, como consequência
pode contribuir para a promoção do equilíbrio do ambiente
[5].
O SPRING serve também para a marcação de pontos no
campo para uma posterior localização em imagens digitais
obtidas por sensores de vários satélites através de Sistemas
de Informações Geográficas (SIG).
O presente trabalho teve como objetivo o levantamento
das arvores frutíferas e nativas presentes no percurso de
um fragmento do Campus da Universidade Federal Rural
de Pernambuco (UFRPE). Avaliando quantitativamente os
indivíduos presentes às margens do percurso.

Material e métodos
O trabalho foi desenvolvido no bairro de Dois Irmãos,
município da Cidade do Recife, capital pernambucana, em
um fragmento do Campus da UFRPE, sendo levado em
consideração apenas as espécies encontradas nas margens
de uma via alternativa para circulação dentro do Campus,
conhecida popularmente como Transrural. A UFRPE está
localizada pelas coordenadas geográficas -8.015397 e 34.949702.
A imagem utilizada para representar a área em estudo
foi adquirida a partir do satélite QuickBird, de 2007, na
qual encontram-se os limites da área adotados na imagem
[Quadro 1] [Figura 1].
Neste trabalho, o critério utilizados para obtenção dos
pontos formam as espécies nativas e frutíferas encontradas
e identificadas, que foram marcados pontos com a
utilização do GPS Portátil Garmin E-trex Summit Hc, nos
dias 13 e 20 de junho de 2011. Em cada árvore
identificada, foram obtidas as coordenadas geográficas e
armazenadas no próprio aparelho para serem baixadas
posteriormente no SPRING (Quadro 1).
No Laboratório de Geoprocessamento e Sensoriamento
Remoto – GEOSERE, foram baixados os pontos do GPS
na versão 5.1.3 do Spring e criado o projeto para
identificação dos pontos na imagem da área.

Resultados e Discussão
Em todo o trajeto realizado foram coletados 23 pontos
(frutíferas e nativa). Sendo que as frutíferas se classificam
entre nativas e exóticas, necessitando de uma descrição

________________
1. Estudante da Graduação do Curso de Engenharia Florestal, Departamento de Ciência Florestal, UFRPE, Recife, PE. E-mail:
wilsonsb40@hotmail.com
2. Bolsista do Programa de Educação Tutorial e Estudante da Graduação do Curso de Engenharia Florestal, Departamento de Ciência Florestal, UFRPE,
Recife, PE
3. Estudante da Graduação do curso de Agronomia, Departamento de Agronomia, UFRPE, Recife, PE.
4. Professor do Departamento de Tecnologia Rural, UFRPE, Recife, PE.

XI JORNADA DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO – JEPEX 2011 – UFRPE: Recife, 17 a 21 de outubro.
Arborização Urbana, 2, 1994. São Luís-MA. Anais... São Luís,
Sociedade Brasileira de Arborização Urbana; 1994, p.15-26.

[quadro2].
Foram encontrados, na margem do trajeto, 14
indivíduos na categoria frutífera, 15 na categoria
nativa, 6 na categoria frutífera nativa, 8 na categoria
frutífera exótica. Podendo também ser observada uma
riqueza de 14 espécies arbóreas dentro das
classificações escolhidas [Quadro 2].
Esse total de pontos não se refere ao total de
espécimes encontrados, mas sim do total de pontos
necessários para uma visualização em laboratório das
espécies que estavam presentes no local da coleta de
dados[Figura 1]. Dando respaldo para outros métodos
de trabalho utilizando o Georreferenciamento.

Referências
[1]

[2]

SANTOS, N. R. Z.; MÓR, J.V. Relação espaço urbano, forma do
vegetal e manejo. In: I ENCONTRO GAÚCHO DE
ARBORIZAÇÃO URBANA, 11, 1999, Pelotas Alegre. Anais
Eletrônicos
Disponível
em:
<http://www.sbau.com.br/arquivos/gaucho_arborizacao/
Anais_ do_evento/poster1/poster1.HTM>. Acesso em 06/10/2004.

[3]

SANTOS, N. R. Z.; TEIXEIRA, I. F. Arborização de vias públicas:
ambiente x vegetação. Santa Cruz do Sul: Instituto Souza Cruz, 2001.
135p.

[4]

SOARES, M. P. Verdes urbanos e rurais: orientação para a
arborização de cidades e sítios campesinos. Porto Alegre: Cinco
Continentes. 1998. 242p.

[5]

SILVA, G. N. F., NETO, H. M. P., DINIZ, D. C. C., ROCHA, G. F. O
uso do programa SPRING no cálculo de índice de área verde em
Goiânia-GO. In: Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto. 2009,
Natal. Anais... INPE, p. 867-873.

SANCHOTENE, M. do C.C. Desenvolvimento e perspectivas da
arborização urbana no Brasil. In: Congresso Brasileiro de

Quadro 1- Limite da área

Coordenadas Geográficas
1
2

Longitude
o 34° 56’ 24.52952690”
o 34° 56’ 26.35090986”

Quadro 2 – Relação dos indivíduos encontrados, pontos e classificação

Indivíduo
Mulungu
Mogno
Jambo
Jambo
Cajá
Azeitona roxa
Ingá
Jenipapo)
Castanhola
Lecitidaceae
Oiti coró
Azeitona roxa
pernambucenses
Ingá
Azeitona roxa
Azeitona roxa
Azeitona roxa
Azeitona roxa
Ipê
Ipe
Ipê
Guapuruvu
Fruta-pão

Longitude
285.599.401
285.597.856
285.564.608
285.593.378
285.584.632
285.566.231
285.570.387
285.557.926
285.493.914
285.489.408
285.472.671
285.423.052
285.408.824
285.360.418
285.328.967
285.323.113
285.318.110
285.299.297
285.241.867
285.237.835
285.233.829
285.221.841
285.204.144

Latitude
9.113.185.319
9.113.193.471
9.113.149.802
9.113.159.386
9.113.199.278
9.113.195.472
9.113.194.129
9.113.177.233
9.113.062.813
9.113.069.894
9.113.064.001
9.113.052.408
9.113.032.137
9.113.019.984
9.113.024.017
9.113.024.907
9.113.023.687
9.113.021.039
9.113.058.530
9.113.064.890
9.113.071.630
9.113.091.433
9.113.097.088

Hora local
3:16:46pm
3:25:54pm
3:43:36pm
3:44:36pm
3:45:56pm
3:48:33pm
3:49:17pm
3:50:53pm
4:04:43pm
4:05:53pm
4:06:55pm
4:10:56pm
4:16:44pm
4:20:28pm
4:22:13pm
4:22:47pm
4:23:22pm
4:24:10pm
4:30:07pm
4:30:30pm
4:30:56pm
4:31:38pm
4:32:54pm

frutíferas
14

Nativas
15

Frutíferas Nativas
6

Frutíferas
Exóticas
8

Latiude
s 8° 1’ 19.86009499
s 8° 0’ 32.42845150”

XI JORNADA DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO – JEPEX 2011 – UFRPE: Recife, 17 a 21 de outubro.

Figura 1. Local de coleta dos pontos. Os pontos coletados então representados em amarelo e identificados no quadro 1,
com suas respectivas coordenadas e espécies.


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