Com Loi de finances 31122014 .pdf



Nom original: Com_Loi_de _finances_31122014.pdfTitre: Microsoft Word - Loi de finances 31122014 vwbsAuteur: Moez.Akrout

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NOOUVELLLES DISSPOSITIONSS FISCAALES
PREEVUESS PAR LLA LOII N° 2014-5
2
9 DU
26 DECEM
MBRE 22014 PORTA
P ANT LOOI DE
FIINANCES POUUR LA GESTIION 20015

Analy
A lyses et Coommeentaiires Expli
E licatiffs
Do
ocument ppréparé pa
ar :
Fayça
al DERBE
EL
Moezz AKROUT
T
Haith
hem ZAGH
HOUANI
Soltan
n DJEBEN
NIANI

Janvi
J
er 201
15

D i s p o s i t i o n s f i s c a l e s p r é v u e s p a r l a l o i d e f i n a n c e s p o u r la g e s t i o n 2 0 1 5  A n a l y s e s & c o m m e n t a i r e s ex p l i c a t i f s

SO
OMMAIIRE
A
ABREVIATIONS 

 

 

 

 

IN
NTRODUC
CTION 


13 

IM
MPOTS DIRECTS 
PAG E 

REF
E .LF 

1. HARM
MONISATION  DES TAUX D
DE LA RETENU
UE A LA SOU
URCE 
AVEC LL’IMPOT ANN
NUEL  

19 

17 

2. EXONERATION  DEES  PERSONNNES  PHYSIQ
QUES  REALISANT 
DES  REVENUS  DAN
E  ET 
NS  LA  CATEG
GORIE  DE  L’AGRICULTUR
A
DE PEC
CHE DE LA RE
ETENUE A LA 
A SOURCE DE 1,5% 

20 

35 

3. MESU
URES  DE  SOUTIEN  DES  ENTREPRISEES  TOTALEM
MENT 
EXPOR
RTATRICES 

20 

18 

4. CLARIFICATION  DE 
D LA  MO
ODALITE  DEE  CALCUL DES 
AMOR
RTISSEMENTSS DES STATIO
ONS DES SITES GSM  

22 

20 

5. EXTEN
NSION  DU  CH
HAMP  D’APPPLICATION  DE 
D L’IMPOT  SUR 
LES SO
OCIETES AUX ASSOCIATIO
ONS  

22 

21 

6. MESU
URES POUR LA
A POURSUITEE DE LA REFO
ORME FISCALLE ET 
L’AMEELIORATION DU RECOUVR
REMENT DE LL’IMPOT  

24 

22 

7. RATIO
ONALISATION
N  DU  RECO
OUVREMENT
T  DE  L’IM
MPOT 
EXIGIB
BLE PAR VOIE
E DE RETENU E A LA SOUR
RCE  

25 

23 

8. GENERRALISATION  DE  LA  RETENUE  A 
A LA  SOU
URCE 
LIBERA
ATOIRE  AUX  ETABLISSEM
MENTS  STAB
BLES  EN  TUN
NISIE 
DES EN
NTREPRISES E
ETRANGERESS  

28 

24 

29 

25 

30 

30 

DISPOSITTIONS FISCALLES PREVUESS 

IMPOTS DIRECTS 

I-

 

9. RATIO
ONALISATION
N  DU  RECOUV
VREMENT  DE  LA  RETENU
UE  A 
VENUS  DIST
LA  SO
OURCE  AU  TITRE  DES  REV
TRIBUES  PAR LES 
ETABLLISSEMENTS  STABLES  EN
N  TUNISIE  DES  ENTREPR
RISES 
ETRAN
NGERES  

10.

HARMONISATTION 

DU 

REGIME 

FISCAL 

DES 

DANS  LE  DOMAINE  DES 
DISTRIIBUTEURS  EXERÇANT 
E
TELECO
OMMUNICAT
TIONS AVEC  LA SPECIFICITE DU SECTEUR  

4

D i s p o s i t i o n s f i s c a l e s p r é v u e s p a r l a l o i d e f i n a n c e s p o u r la g e s t i o n 2 0 1 5  A n a l y s e s & c o m m e n t a i r e s ex p l i c a t i f s

II-

TAXES SUR LE CHIFFRE D’AFFAIRES

TAXES SU
UR LE CHIIFFRE D’AFFFAIRES

III-

 

 

 

DISPOSITIONS FIISCALES PREVUES 

P AGE 

REF.LF

 

 

 

1. REDUCTION
N  A  12%  DU
U  TAUX  DE  LA
A  TVA  APPLICABLE  A 
L’ELECTRICIT
TE A USAGE  DOMESTIQU
UE ET A L’ELEC
CTRICITE 
UTILISEE  PO
OUR  L’IRRIGA
ATION  AGRIC
COLE  ET  A  CERTAINS 

36 

34 

37 

PRODUITS P
PETROLIERS 

2. HARMONISA
ATION  DE  LA  FISCALIITE  DES  PR
RODUITS 
DESTINES A AIDER LES FU
UMEURS A A
ARRETER DE F
FUMER  

DROITS D’ENREGIISTREMEN
NT  

D’ENREGISTREMENT

DISPOSITIONS FIISCALES PREVUES 

DROITS

33 

1. MAITRISE  DU  RECCOUVREMEN
NT  DES  DROITS 
D’ENREGIST
TREMENT  EX
XIGIBLES  SUR
R  LES  CONTR
RATS  DE 
MARCHE  CONCLUS 
C
PA
AR  LES  EN
NTREPRISES  ET  LES 

P AGE 

REF.LF

37 

29 

38 

38 

ETABLISSEM
MENTS PUBLICCS  

2. EXONERATIO
ON DES CON
NTRATS DE PRETS ACCORDES PAR 
LA  BANQUE
E  TUNISIENN E  DE  SOLIDA
ARITE  « BTS
S »      DU 
DROIT D’ENREGISTREMEENT  

5

D i s p o s i t i o n s f i s c a l e s p r é v u e s p a r l a l o i d e f i n a n c e s p o u r la g e s t i o n 2 0 1 5  A n a l y s e s & c o m m e n t a i r e s ex p l i c a t i f s

IV-

PROCED
DURES ET C
CONTROL E  

PROCEDURES ET CONTRÖLE

DISPOSITIONS FIISCALES PREVUES 

1. ASSOUPLISSSEMENT 

EET 

AMELIO
ORATION 

P AGE 

DE 

LA 

REF.LF

41 

19 

43 

31 

3. CLARIFICATIION  DES  PRROCEDURES  D’APPLICATTION  DE 
DMINISTRAT
CERTAINES A
AMENDES AD
TIVES, DES DELAIS ET 
DES MODES D’INTERRUPPTION DE LEU
UR PRESCRIPTION  

44 

32
3  ET 42‐4

4. REDUCTION
N DU CHAMP  D’APPLICATION DES  SAN
NCTIONS 
FISCALES PENALES  

47 

33 

48 

42 

PROCEDURE
E DE RESTITU
UTION DES CR
REDIT D’IMPO
OT  

2. RENFORCEM
MENT  DES  G
GARANTIES  DU  CONTRIBUABLE 
DE  VERIFICA
LORS  DES  OPERATIONS 
O
ATION  FISCALLE  ET  DE 
LA DISCUSSION DE SES R
RESULTATS  

5. UNIFICATIO
ON DE LA TER
RMINOLOGIE ET ADAPTAT
TION DES 
DISPOSITION
NS  DU  COD E  DES  DROIITS  ET  PROC
CEDURES 
FISCAUX  AV
VEC  LES  PRO
OCEDURES  D’APPLICATION  DES 
AMENDES A
ADMINISTRATTIVES  

6

D i s p o s i t i o n s f i s c a l e s p r é v u e s p a r l a l o i d e f i n a n c e s p o u r la g e s t i o n 2 0 1 5  A n a l y s e s & c o m m e n t a i r e s ex p l i c a t i f s

V-

AUTRES DISPOSIT
TIONS 
DISPOSITIONS FIISCALES PREVUES 

P AGE 

1. MESURES VISSANT A RENFFORCER LES AASSISES FINA
ANCIERES 
DESS BANQUES P
PUBLIQUES 

2. CREATION  DU 
D FONDS  DE  RESTRU
UCTURATION  ET  DE 
MO
ODERNISATIO
ON DU SECTEEUR BANCAIR
RE  
3. POURSUITE  DU 
D RECOUV
VREMENT  DEE  LA  CONTRIBUTION 
EXC
CEPTIONNELLE  CONJONCCTURELLE  PO
OUR  LES  PER
RSONNES 
NO
ON 

COUVE
ERTES 

PAR


LA 

LO
OI 

DE 

FIINANCES 

REF.LF

51 

14 

52 

15 ET 16 

53 

26 

54 

27 

55 

34 

56 

45 

57 

39 

57 

40 

58 

43 

59 

44 

60 

41 

AUTRES DISPOSITIONS

COMPLEMENTA
AIRE POUR L’ ANNEE 2014  

4. AMELIORATIO
ON  DES  CO
ONDITIONS  DU  BENEF
FICE  DE 
L’AVANCE SUR 
A
LA TAXE DE FFORMATION PROFESSION
NNELLE  
5. ASSOUPLISSEMENT  DU  PPAIEMENT  DU
U  DROIT  DE  TIMBRE 
FISCAL POUR LE
ES VOYAGES  FREQUENTS A L’ETRANGER  
6. ACTUALISATIO
A
ON  DU  TARIFF  DU  DROIT  DE  TIMBRE  DU  SUR 
LESS DECLARATIO
ONS D’IMPO
ORTATION DEES DEVISES  
7. POURSUITE  DE  LA  PPROCEDURE  D’INSERTIO
ON  DES 
OU
UVRAGES EN  METAUX PR
RECIEUX NON
N POINÇONNES DANS 
LE  CIRCUIT ECO
ONOMIQUE EET EXONERAT
TION DES DR
ROITS DE 
DO
OUANE DE L’IMPORTATIO
ON DE L’OR FIIN PAR LA BC
CT 

8. REDUCTION D
DU SEUIL MA
AXIMUM DE  L’AGE DES CAMIONS 
BEN
NEFICIANT  DES 
D
AVANTA
AGES  FISCAUX  ACCORD
DES  AUX 
TUNISIENS RESIIDENTS A L’EETRANGER PO
OUR LA REALLISATION 
DESS PROJETS  

9. RELEVEMENTT  DU  SEUIIL  MINIMU
UM  DES  COMPTES 
D’EPARGNE PO
E
STALE ATTEI NTS PAR LA PRESCRIPTIO
ON  
10. RATIONA
ALISATION  D
DES  OPERATIONS  DE  PA
AIEMENT 
EN ESPECE AUP
PRES DES COM
MPTABLES PU
UBLICS  
11. EXECUTIO
ON DES ENG AGEMENTS D
DE LA  TUNIS
SIE DANS 
LE  CADRE  DE
E  L’APPLICA
ATION  DE  L’ACCORD  SUR  LA 
FAC
CILITATION 

DU 

CO
OMMERCE 

CONCLU 

L’O
ORGANISATIO
ON MONDIA
ALE DU COMMERCE  

7

AVEC 

D i s p o s i t i o n s f i s c a l e s p r é v u e s p a r l a l o i d e f i n a n c e s p o u r la g e s t i o n 2 0 1 5  A n a l y s e s & c o m m e n t a i r e s ex p l i c a t i f s

VI-

DISPOSITTIONS DES PRECED
DENTES LO
OIS DE FIN
NANCES A PPLICABLES A 

DISSPOSITIONS FISCALES PRREVUES 
APPLICABLES A PARTIR DU 1er JANVIER 2015

DISPOSITIONS DES PRECEDENTES LOIS DE FINANCES

PARTIR D
DU 1er JAN
NVIER 20115 

PAGE 

REF.LFF 

65 

21 LFC 
2014 

65 

19 LFC 
2014 

3. ELARGISSEEMENT  DU  CCHAMP  D’APPPLICATION  DU  DROIT 
DE  COMM
MUNICATION  A  L’EGARD  DES  ETABLIS
SSEMENTS 
BANCAIRES  ET  POSTTAUX,  DES  INTERMEDIA
AIRES  EN 
BOURSE ET
T DES SOCIETTES D’ASSURA
ANCE  

66 

12‐
14&15 
LFC 2014


4. INSTITUTIO
ON  D’UN  DR
ROIT  DE  SAIISIE  DES  SOM
MMES  EN 
ESPECES DONT L’ORIGIINE N’EST PA
AS JUSTIFIEE 

68 

16 LFC 
2014 

5. IMPOSITIO
ON DES BENEEFICES DISTRIIBUES 

69 

6. MAITRISE DU BENEFIC E DU REGIME FORFAITAIRE  

69 

1. SUPPRESSION  DE  LA  M
MAJORATION
N  DE  25%  APPLIQUEE 
A
A L'IMPOR
RTATION DE CCERTAINS PR
RODUITS  
2. SUPPRESSION  DE  LA  M
MAJORATION
N  DE  25%  APPLIQUEE 
A
ALISEES  PAR  LES  ASSUJE
ETTIS  A  LA 
POUR  LES  VENTES  REA

TVA A DES NON‐ASSUUJETTIS  

19 LF 
2014 
45 LF 
2014 

7. PROROGA
ATION JUSQU
U'A FIN FEVRIER  2015 DE
E LA DATE 
LIMITE  DE
E  REGULARISSATION  DES  SITUATIONS POUR  LE 
BENEFICE  DE  L’AMN ISTIE  FISCALLE  PREVUE  PAR  LES 

5,  6  ET  9  DE  LAA  LOI  DE  FINANCES 
COMPLEM
MENTAIRE 
ARTICLES 

8

73 

5, 6 ET 9 
LFC 2014


D i s p o s i t i o n s f i s c a l e s p r é v u e s p a r l a l o i d e f i n a n c e s p o u r l a g e s t i o n 2 0 1 5  A n a l y s e s & c o m m e n t a i r e s ex p l i c a t i f s

ABREVIATIIONS

ANC 

Assemb
blée Nationale Constituuante  

BCT 

Banquee Centrale d
de Tunisie 

BIC 

Bénéficces Industriels et Comm
merciaux 

BNC 

Bénéficces Non Com
mmerciaux

CDPF 

Code des Droits ett Procédurees Fiscaux 

CII 

Code d’Incitations aux Investiissements

CNSS 

Caisse Nationale d
de Sécurité SSociale 

DGELF 

Directio
on Générale
e des Etudees et de la Lé
égislation Fiscale 

DGI 

Directio
on Générale
e des Impôtts 

IRPP 

Impôt ssur le Reven
nu des Pers onnes Physsiques 

IS 

Impôt ssur les Socié
étés 

N° 

Numéro 

RAS 

Retenu
ue à la sourcce 

TFP 

Taxe dee Formation
n Professionnnelle 

TVA 

Taxe su
ur la Valeur Ajoutée 

9

10

D i s p o s i t i o n s f i s c a l e s p r é v u e s p a r l a l o i d e f i n a n c e s p o u r la g e s t i o n 2 0 1 5  A n a l y s e s & c o m m e n t a i r e s ex p l i c a t i f s

INT
TROD
DUC
CTION
N

11

12

D i s p o s i t i o n s f i s c a l e s p r é v u e s p a r l a l o i d e f i n a n c e s p o u r la g e s t i o n 2 0 1 5  A n a l y s e s & c o m m e n t a i r e s ex p l i c a t i f s

INTRO
ODUCT
TION
Cllôturée  par  l’investiture  du  noouveau  pré
ésident,  l’a
année  20144  a  été  celle 
c
du 
parachèèvement dee la construction politiqque ou enccore mieux l’année de  la préémin
nence du 
«politique» sur « l’’économie ». Après l’aadoption de
e la nouvelle constitutiion par une
e grande 
majoritéé  expriman
nt  une  parfaaite  adhésioon  au  tour  de  ce  texte,  le  vote  dde  la  loi  éle
ectorale, 
l’électio
on des mem
mbres de l’in
nstance suppérieure ind
dépendante
e des électioons, la Tunisie a vu 
le  comm
mencementt  de  la  con
ncrétisation  de  son  pro
ocessus  démocratiquee  par  l’élection  des 
représeentants du p
peuple et du
u président  de la répub
blique. 
A  l’issuee  de  cette  transition  politique,  ill  devient  plus  qu’indisspensable  dde  baptiserr  l’année 
2015, l’aannée de laa relance écconomique.  Après une longue pérriode «d’hibbernation » dans les 
« tiroirss d’attente »
» de l’ANC, il est grandd temps de rraviver les ttextes à caraactère écon
nomique 
nécessaaires pour laa reconstrucction et la rréforme de plusieurs pa
ans du systèème économique. 
Pour nee citer que lle projet de
e loi sur le ppartenariat  public privé
é, le code ddes investissements 
et  le  prrojet  de  loii  sur  le  red
dressement   des  entreprises  en  difficultés, 
d
nnous  estimons  que 
l’ajourn
nement de cces textes o
ont réellem ent compro
omis l’effort de rétabliissement prrogressif 
uilibres  maacroéconom
miques,  la  rréduction  des 
d disparittés  socialess  et  spatiales  et  la 
des  équ
promotion de l’emploi. 
Même ssi, certains  indicateurss clignotentt au vert ett affichent  une certainne amélioraation par 
rapportt à l’année p
passée, sur certains voolets la situaation est prresque «chaaotique », p
plusieurs 
ments nous  ont fait craaindre le pirre, et certaines institutions notam
mment les  banques 
événem
publiques étaient  mises à maal le tout daans un clim
mat social qu
ui battait dee l’aile et u
un moral 
réellement en bern
ne. 
Les chan
ntiers à ven
nir sont colo
ossaux et dooivent commencer parr diligenter  les conditio
ons de la 
relance dans un co
ontexte international e ntouré d’incertitudes e
et de flous.  La stagnatiion de la 
croissan
nce  dans  la  zone  eu
uro,  notre  principal  partenaire 
p
économiquue  et  les  tensions 
géopolittiques  ajou
utées  aux  menaces 
m
terrroristes,  co
onstituent  autant 
a
de  ccontraintes  pour  la 
mise en
n œuvre dess politiques de redresseement. 
C’est peeut‐être cett environnement politiico‐économ
mique qui a dicté l’élabboration de la loi de 
financess  de  l’ann
née  2015,  très  «classsique »  dans  sa  com
mposante  bbudgétaire  et  très 
« maigre » dans ses dispositio
ons fiscales.
13

D i s p o s i t i o n s f i s c a l e s p r é v u e s p a r l a l o i d e f i n a n c e s p o u r la g e s t i o n 2 0 1 5  A n a l y s e s & c o m m e n t a i r e s ex p l i c a t i f s

Même ssi le nombre d’articles n’est pas r évélateur d
de la consisttance des m
mesures prisses dans 
le  cadree  de  la  loi  de  financess,  il  n’en  d emeure  pas  moins  vra
ai  que  la  pportée  des  mesures 
prévuess par la loi d
de finances de 2015 onnt été affad
dis en raison, entre auttres, de la cchétivité 
de  cettee  loi  composée  de  46
6  articles  allors  que  ce
elles  de  201
14  et  de  20013  en  com
mptaient 
respectivement 95
5 et 79 articlles. 
Quant aau volet bud
dgétaire, il rretient les pprincipaux indicateurs ssuivant : 
 Un total de budget de 29000  MD
DT; 
 Un taux de croissance de 3% ; 
 Un cour du USD ($) de 1,800 ; 
 Un déficit b
budgétaire d
de 4.391 M DT, soit 4,9% ; 
 Et un endetttement public de 52,99%. 
Les com
mposants dee base, comparés à ceuux de 2014 aajustés, s’an
nalysent ainnsi qu’il suitt : 
2015 

2014 

Variatio
on 

Ressourrces propres 

21.595 

20.3
390 

5,9% 

Ressourrces d’emprrunt 

7.405 

6.941 

6,7% 

 

 
To
otal 

 

29.000 

27.3
331 

6 ,1%


Dépenses de fonctionnement 

17.970 

17.6
648 

1,8% 

Dépenses de dévelloppement 

5.800 

4.708 

23% 

Servicess de la dettee 

5.130 

4.675 

9,7% 

Avance de trésorerrie 

100 

30
00 

‐ 

Les resssources propres compaarées à cellees de 2014 aajustées, s’a
analysent ccomme suit : 
2015 

2014 

Variatio
on 

Recettees fiscales 

19.820 

18.7
733 

5,8% 

Recettees non fiscalles 

1.775 

1.657 

7,1% 

Total des resssources pro
opres 

21.595 

20.3
390 

5,9%


% par raapport aux recettes tottales 

74,4% 

74,6% 

23% 

 

14

D i s p o s i t i o n s f i s c a l e s p r é v u e s p a r l a l o i d e f i n a n c e s p o u r la g e s t i o n 2 0 1 5  A n a l y s e s & c o m m e n t a i r e s ex p l i c a t i f s

Quant aaux dépensees de fonctiionnement,, elles s’anaalysent, com
mparativemeent à 2014,, comme 
suit : 
2015


2014 

Variation 

Rémunéérations publiques 

11.197 

10.575 
1

5,8% 

Servicess publics 

1.099


991 

10,8% 

Interven
ntions et su
ubventions  

5.368


6.802 

(21
1%) 

306

‐ 

‐ 

17.970 

17.648 
1

5,9% 

61,9%


64,6% 
6

(4,1)% 

Imprévu
ues 
Total d
des dépenses de foncttionnementt
% par raapport aux dépenses to
otales 
 

15

16

D i s p o s i t i o n s f i s c a l e s p r é v u e s p a r l a l o i d e f i n a n c e s p o u r la g e s t i o n 2 0 1 5  A n a l y s e s & c o m m e n t a i r e s ex p l i c a t i f s

IMP
PÔTS DIR
RECT
TS

17

18

D i s p o s i t i o n s f i s c a l e s p r é v u e s p a r l a l o i d e f i n a n c e s p o u r la g e s t i o n 2 0 1 5  A n a l y s e s & c o m m e n t a i r e s ex p l i c a t i f s

TIT
TRE I : IM
MPOTS
S DIREC
CTS
1. HARM
MONISATION
N DES TAUX D
DE LA RETENU
UE A LA SOU
URCE AVEC L’IMPOT ANNU
I
UEL (ARTICLE
E 17) 
Sous réserrve des taux spécifiquees prévus par l’article 5
52 du code  de l’IRPP e
et de l’IS, 
l’impôt  su
ur  le  revenu  et  l’impôôt  sur  les  sociétés 
s
font  l’objet  dd’une  reten
nue  à  la 
source  au
u  taux  de  1,5% 
1
sur  le s   montantts  égaux  ou
u  supérieurrs  à  1.000  dinars  y 
compris laa TVA, payés par : 
Régime
au
Ré i en vigueur
i
31/12/2014

‐ L'Etat et les collectivitéss locales, 
‐ Les personnes morales,, 
‐ Les personnes physiquees soumises à l'impôt  sur le reveenu selon le
e régime 
rééel  ainsi  que 
q
les  perrsonnes  exxerçant  dess  activités  non  comm
merciales 
so
oumises à l’impôt sur lla base d’un
n bénéfice fforfaitaire, 
et ce, au  titre de leu
urs acquisitiions de marchandises,, matériel,  équipemen
nts et de 
services. 
La retenuee à la source ne s'appliique pas aux montantss payés: 
‐ d
dans le cadrre des abonnnements d
de téléphon
ne, d'eau, dd'électricité,, de gaz, 
de journaux, d
de périodiq ues et de publications,, 
‐ au titre des ccontrats d'aassurance,
‐ au titre des ccontrats dee leasing, de
es contrats d
d'ijâra, des  contrats de
e cession 
m
murabaha, d
des contratss d'istisna'aa et des contrats de cesssion salam
m conclus 
p
par les établ
issements dde crédit, 
‐ en contrepa
e
rtie de l’accquisition de
es produits et servicess soumis au
u régime 
d l’homolo
de 
ogation  adm
ministrative
e  de  prix  et 
e dont  la  marge  bén
néficiaire 
b
brute 
ne  dépasse 
d
ppas  6%  co
onformément  à  la  llégislation  et  aux 
rééglementattions en viguueur, 
‐ par les établ
p
lissements  de crédit au
u titre des a
acquisitionss effectuéess dans le 
cadre  des  contrats 
c
dee  vente  mu
urabaha,  et ce,  lorsquue  les  béné
éficiaires 
d
desdits cont
trats ne sonnt pas tenus d’effectue
er la retenuue à la source ainsi 
q
qu’au titre d
des acquisitiions réalisées dans le ccadre du méécanisme de
es sukuk 
p
prévus par la
a législationn les régissaant. 
Par  ailleurs,  font  l’o
objet  de  rettenue  à  la  source  au  taux  de  55%,  les  hon
noraires, 
commissio
ons,  courtages,  loyerss  et  rémuné
érations  de
es  activités  non  comm
merciales 
qu'elle qu'en soit l'ap
ppellation pprovenant des opératio
ons d’exporttation au se
ens de la 
législation
n en vigueurr et payés ppar les débitteurs visés cci‐haut. 

19

D i s p o s i t i o n s f i s c a l e s p r é v u e s p a r l a l o i d e f i n a n c e s p o u r la g e s t i o n 2 0 1 5  A n a l y s e s & c o m m e n t a i r e s ex p l i c a t i f s

Apportt de la loi dee finances pour
p
la gestio
on 2015

 
 

La  lo
oi  de  finan
nces  pour  la 
l gestion  2015  a  ramené  les  taux 
t
de  reetenue  à  laa  source  
sus‐vvisés à : 
‐  0,55%  pour  less  montants  payés  provvenant  des  opérationss  d’exporta tion,  au  sens  de  la 
législation fiscalle en vigueu
ur, de marcchandises, m
matériel, équipements  et de services ainsi 
que  des  montants  payés  en 
e contre  ppartie  des  ventes 
v
des  entreprisess  soumises  à  l’IS  au 
taux de 10% ; 
‐  2,55%  au  titree  des  honoraires,  com
mmissions,  courtages,  loyers  et  rémunératiions  des 
activvités  non  commerciale
es  qu'elle  qqu'en  soit  l'appellatio
on  et  proveenant  d’op
pérations 
d’exp
portation. 

2. EXON
NERATION  DES 
D PERSONN
NES  PHYSIQU
UES  REALISA
ANT  DES  REVENUS  DAN
NS  LA  CATEG
GORIE  DE 
L’AGR
RICULTURE EET DE PECHE D
DE LA RETEN
NUE A LA SOU
URCE DE 1,5%
% (ARTICLE 335) 

Régime en vigueur au
31/12/2014

Sous réserrve des taux spécifiquees prévus par l’article 5
52 du code  de l’IRPP e
et de l’IS, 
l’impôt  su
ur  le  revenu  et  l’impôôt  sur  les  sociétés 
s
font  l’objet  dd’une  reten
nue  à  la 
source  au
u  taux  de  1,5% 
1
sur  le s   montantts  égaux  ou
u  supérieurrs  à  1.000  dinars  y 
compris  laa  TVA  selon  le  mêmee  régime,  le
es  mêmes  conditions  et  en  retenant  les 
mêmes exxonérationss que ce qui  a été développé dans le précéde nt paragrap
phe. 

 

Ap
pport de la looi de financees pour la gestion 2015

 
 

nances  pouur  la  gestion  2015  a  dispensé  dee  l’applicatio
on  de  la 
L’article  35  de  la  loi  de  fin
reten
nue à la sou
urce au taux de 1,5%,  les montan
nts payés en
n contreparrtie des acquisitions 
auprès des perssonnes physiques réaliisant des re
evenus danss la catégorrie des béné
éfices de 
ploitation aggricole et de
e pêche. 
l’exp

3. MESU
URES DE SOU
UTIEN DES EN
NTREPRISES TTOTALEMENT
T EXPORTATR
RICES (ARTICCLE 18) 
Conformément au
ux dispositioons de l’artticle 16 du C
CII ,les entrreprises totalement 
exportaatrices peuvvent être a utorisées àà effectuer  des ventes  ou des pre
estations 
de servvices sur le  marché loccal portant  sur une partie de leurr propre pro
oduction 
dans  une  limite  ne 
n dépassannt  pas  30%  de  leur  ch
hiffre  d'affa ires  à  l'exp
portation 
départ usine réalissé durant l'aannée civile
e précédentte. 
 

20

D i s p o s i t i o n s f i s c a l e s p r é v u e s p a r l a l o i d e f i n a n c e s p o u r la g e s t i o n 2 0 1 5  A n a l y s e s & c o m m e n t a i r e s ex p l i c a t i f s

Le tauxx de 30%1 pour les ent reprises nouvellementt constituéees est déterrminé en 
fonctio
on du chiffre
e d'affaires  à l'export rréalisé depu
uis l'entrée  en producttion. Ces 
Régime en vigueur au
31/12/2014

entreprises peuvent, en outr e, réaliser d
des prestatiions de servvices ou des ventes 
dans lee cadre d'appels d'offrees internatio
onaux relatifs à des maarchés publics. 
Par ailleurs, les en
ntreprises oopérant dan
ns le secteur de l’indusstrie et des  services 
installéées  dans  le
es  parcs  d’aactivités  écconomiquess2  peuvent,,  sans  auto
orisation 
préalab
ble,  écouler  sur  le  maarché  locall  et  dans  la  limite  d’ une  proportion  ne 
dépassant  pas  20%1  de  leur  chiffre  d’affaires  à  l’e
export  réaliisés  durant  l’année 
civile précédente, une partie  de leur pro
oduction ou prestationss de service
es. 
Les ven
ntes et les p
prestations  de service e
effectuées ssur le marchhé local dem
meurent 
soumisses, aux dro
oits et taxess conformém
ment à la lé
égislation fisscale en viggueur en 
régime intérieur e
et à l’imporrtation, ainssi qu’à l’imp
pôt sur le rrevenu ou àà l'impôt 
sur les sociétés selon les disp ositions du droit comm
mun. 
  

Apport de
d la loi de ffinances pou
ur la gestion
n 2015

 
Eu  égarrd  aux  diffficultés  ren
ncontrées  ppar  les  enttreprises  to
otalement  exportatricces  pour 
l’écouleement de leeurs produitts sur les m
marchés étrangers, la loi de finan ces pour laa gestion 
2015 a  permis auxx entreprise
es totalemeent exportattrices prévu
ues par l’artticle 10 du  CII ainsi 
qu’aux  entreprisess  installées  dans  les  pparcs  d’actiivité  écono
omiques  d’éécouler  au  titre  de 
l’année  2015,  unee  proportion
n  de  leur  cchiffre  d’afffaires  sur  le
e  marché  l ocal  et  ce, dans  la 
limite de 50% du ch
hiffre d'affaaires à l'exp ort réalisé aau cours de
e l'année 20014. 
 
 

1

Ce tauxx a été relevé à 50% pour laa période allaant du 1er juillet 2009 au 31 décembre 20009. Cette pérriode a été
par la suite prorogée juusqu’au 30 juin 2010 et ce, en vertu des dispositions
d
co
ombinées de :
- L
L’article 9 biss de la loi n° 2008-79
2
du 300 décembre 20
008 portant meesures conjonncturelles de so
outien aux
eentreprises écconomiques po
our poursuivree leurs activitéés ;
- L
L’article 3 de la loi n° 2009
9-35 du 30juin
in 2009 modiffiant la loi n° 2008-79
2
du 300 décembre 20
008 ; et
- L
L’article 20 de
d la loi n°20
009-82 du 30 décembre 20
009 modifiantt la loi n° 20008-79 du 30 décembre
22008.
Par ailleuurs, et en verttu de l’article 8 du décret-lloi n°2011-28
8 du 18 avril 2011
2
portant des mesures fiscales et
financièrees pour la relance de l’économie natioonale, les entrreprises totaleement exportaatrices peuven
nt écouler
durant l’eexercice 2011, jusqu’à 50%
% de leur chiffrre d’affaires à l’export réaliisé durant l’annnée 2010.
Ce taux a été ramenéé à 40% du chiffre d’affaaires à l’expo
ort réalisé durrant l’exercicee 2010 pour les ventes
réalisées durant l’exercice 2012 et ce, en vertu dde l’article 7 de la loi n°20
012-1 du 16 m
mai 2012 porttant loi de
finances ccomplémentaiire pour l’année 2012.
2

Article 221 de loi n° 922-81 du 3 Aoû
ût 1992 portannt création dess parcs d’activ
vités économiiques.

21

D i s p o s i t i o n s f i s c a l e s p r é v u e s p a r l a l o i d e f i n a n c e s p o u r la g e s t i o n 2 0 1 5  A n a l y s e s & c o m m e n t a i r e s ex p l i c a t i f s

4. CLARRIFICATION D
DE LA MODALLITE DE CALCCUL DES AMO
ORTISSEMENT
TS DES STATI
TIONS DES SIT
TES  GSM 
(ARTTICLE 20)  

Régime en vigueur
au 31/12/2014

Conform
mément auxx dispositionns fiscales e
en vigueur, les amortisssements aadmis en 
déductio
on pour la d
déterminatioon du béné
éfice imposa
able sont caalculés à partir de la 
date  d'aacquisition,  de  constrruction,  de  fabrication
n  ou  de  m
mise  en  serrvice  ou 
d'exploittation, si ellle interviennt ultérieure
ement, ou à
à partir de  la date d'en
ntrée en 
production  pour  le
es  plantatioons  agricole
es,  et  ce,  su
ur  la  base  du  prix  de
e  revient 
d'acquisiition, de construction,  de fabrication ou de la
a plantationn. 
 

Apport de la loi de finances po
our la gestio
on 2015

 

La loi dee finances p
pour la gesttion 2015 aa fixé la date de début de calcul ddes amortissements 
pour less stations d
des sites GSSM à comp ter de la date de la réception d u procès‐ve
erbal de 
réceptio
on définitivve desdites stations. 
Ces disp
positions s’aappliquent  pour les am
mortisseme
ents des stations des s ites GSM ayant fait 
l’objet d
d’un procèss‐verbal de  réception  définitive d
délivré avan
nt la date dd’entrée en vigueur 
des disp
positions dee la présente loi. 

5. EXTEENSION DU CH
HAMP D’APP
PLICATION DEE L’IMPOT SU
UR LES SOCIE
ETES AUX ASSSOCIATIONS (ARTICLE 
21) 
Dans  une  prise  de  position 
p
(3007)  du  10  mars 
m
2014,  la  DGELF  aa  précisé  le
e  régime 
fiscal appllicable aux aassociationss exerçant d
dans le cadre du décreet‐loi n° 201
11‐88 du 
24 septem
mbre 2011 p
portant orgaanisation de
es associatio
ons, commee suit : 

Régime en vigueur au
31/12/2014

I‐ En matiè
ère d’impôts directs 
Les  assocciations  réggies  par  leedit  décret‐loi  se  trouvent  en  dehors  du  champ 
d’application de l’IS, ssous réservve de satisfaaire les cond
ditions suivaantes : 


L’aassociation ne doit pas  exercer une activité à but lucratiff ; 



Il eest interdit  à l’associattion d’exerccer des actiivités comm
merciales en
n vue de 
disstribuer dess fonds au pprofit de sess membres dans leur inntérêt perso
onnel ou 
d’êêtre utilisée
e dans le bu t d’évasion fiscale ; 



L’aassociation est tenue dde consacre
er ses ressou
urces aux aactivités néccessaires 
à laa réalisation
n de ses objjectifs. 

Par  consééquent,  les  sommes  reevenant  aux  associatio
ons  régies  par  ledit  décret‐loi  
n°  2011‐8
88  ne  sont  pas  soumiises  à  la  RAS. 
R
Toutefois,  les  revvenus  des  capitaux 
mobiliers demeurentt soumis à uune RAS déffinitive et n
non restituaable au tauxx de 20% 
de leur mo
ontant brutt. 
22

D i s p o s i t i o n s f i s c a l e s p r é v u e s p a r l a l o i d e f i n a n c e s p o u r la g e s t i o n 2 0 1 5  A n a l y s e s & c o m m e n t a i r e s ex p l i c a t i f s

Par  ailleurs,  les  asso
ociations  soont  tenues  de  procéd
der  à  la  RA
AS  sur  les  sommes 
qu’elles veersent et qu
ui entrent ddans le cham
mp d’applica
ation de la RRAS. 
II‐ En matière d’impô
ôts indirectss 
1‐ Les bieens, marchaandises, traavaux et pre
estations fin
nancés ou l ivrés à titre
e de don 
dans  le 
l cadre  de
e  la  coopérration  interrnationale  aux 
a associaations  régie
es  par  le 
décrett‐loi  n°  201
11‐88  du  244  septembrre  2011,  ou
uvrent  droitt  au  bénéfice  de  la 
suspen
nsion  de  laa  TVA.  La  suspension
n  est  accordée  pour  les  achatss  locaux 
financés par un d
don dans le  cadre de laa coopération internattionale au vvu d’une 
attestaation délivrée à cet efffet par le bu
ureau de contrôle des iimpôts com
mpétent. 
2‐ Concernant les opérations rééalisées par les associations, seulles les opérrations à 
caractère  caritatif  sont  exoonérées  de
e  la  TVA  et  ce,  abstrraction  faitte  de  la 
vocation et des objectifs de ll’association.  
De ce  fait, demeu
urent soum
mises à la TV
VA les autre
es opératioons réaliséess par les 
associaations,  ce  qui  permeet  d’exclure
e  les  activittés  à  caracctère  concu
urrentiel 
pouvant être réallisées par ceelles‐ci du cchamp de l’e
exonérationn. 3 
 
 

Apporrt de la loi d e finances pour
p
la gestion 2015

La  loi  de  finances  pour  la  gesstion  2015  a  étendu  le  champ  d’’applicationn  de  l’impôt  sur  les 
sociétéss  pour  couvvrir  les  asso
ociations  quui  n’exercen
nt  pas  leurss  activités  cconformém
ment  à  la  
législation les régisssant. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

3

NOTE C
COMMUNE N°
N 8/2012

23

D i s p o s i t i o n s f i s c a l e s p r é v u e s p a r l a l o i d e f i n a n c e s p o u r la g e s t i o n 2 0 1 5  A n a l y s e s & c o m m e n t a i r e s ex p l i c a t i f s

6. MESU
URES POUR  LA POURSUITE DE LA REFFORME FISCA
ALE ET L’AM
MELIORATION
N DU RECOUV
VREMENT 
DE L’IIMPOT (ARTI
TICLE 22) 
La loi dee finances p
pour la gestion 2014 a rrévisé le miinimum d’im
mpôt comm
me suit : 
Contrib
buable 

Assiiette  

Taux 

Régime en vigueur au 31/12/2014

Personnes  Physiques  Chiffre d’aff
ffaires ou reccettes brutes provenant 
(BNC comprris) 

‐    de  la  ccommercialissation  des  produits 
p
ou 
services  souumis  au  réggime  de  l’ho
omologation 
administrattive des prix  et dont la m
marge brute 
ne dépasse  pas 6% ; 
0,1% 
‐  de  l’exporrtation  au  se
ens  de  la  législation  en 
vigueur ; 
‐  des  opéérations  réaalisées  avecc  les  non‐
résidents  ppour  les  étaablissementss  de  santé 
prêtant  la  ttotalité  de  leurs  service
es  au  profit 
des non‐réssidents;4 
‐  Chiffre  dd’affaires  loccal  ou  recettes  brutes 
0,2% 
dans les auttres cas. 
BNC  exerçant  une 
activité  ayant 
a
un 
similaire  dans  le 
secteur pub
blic. 

Personnes  morales 
non  soumiises  à  l’IS 
(sur  la  to
otalité  du 
bénéfice)  au 
a taux  de 
10% 

NA 
N

perception 
p

200 dinars 
2

300 dinars 
3

Impôt exigible 
par les 
personnes 
p
NA 
exerçant la 
e
mêm
me activité eet 
occupant le 
o
même grade.
0,2% 

Chiffre d’afffaires local b
brut 
Chiffre d’afffaires : 
‐ duquel less bénéfices e
en résultant ssont soumis 
à l’impôt suur les société
és au taux de 10% ; 
‐  provenannt  de  la  commercialisation  des  0,1% 
produits  ouu  services  soumis  au  régime  de 
l’homologattion adminisstrative des p
prix et dont 
la marge brrute ne dépasse pas 6% ;

Personnes  morales 
soumises à l’IS au taux  Chiffre d’afffaires brut  
de 10% 

Minimum de 
M

0,1% 

500 dinars 
5

300 dinars 
3

Ce minimu
um d’impôtt s’appliquee aux entrep
prises en cessation d’acctivité qui n
n’ont pas 
procédé  au 
a dépôt  de 
d la  déclaaration  de  cessation  d’activité 
d
cconforméme
ent  à  la 
législation
n en vigueurr. 
 
 
 
4

 Loi n° 2001‐94 du 7 aou
ut 2001 

24

D i s p o s i t i o n s f i s c a l e s p r é v u e s p a r l a l o i d e f i n a n c e s p o u r la g e s t i o n 2 0 1 5  A n a l y s e s & c o m m e n t a i r e s ex p l i c a t i f s

Toutefois,, le minimum
m d’impôt nn’est pas dû
û par : 


Les  entreprisess nouvelles  durant la p
période de  réalisation  du projet ssans que 

cette période dépassse dans touus les cas trrois ans à co
ompter de lla date du d
dépôt de 
de de l’IRPPP et de l’IS. 
la déclarration d'exisstence prévvue à l'article 56 du cod


Les eentreprises qui bénéficcient de la d
déduction totale des reevenus et bénéfices 

provenant  de  l’exp
ploitation  eet  ce,  duraant  la  période  fixée  à  ce  titre    par  la 
législatio
on en vigueu
ur. 
A noter qu
ue le montaant du min imum d’impôt dû susvvisé est majjoré de 50%
% en cas 
de paiemeent après 30
0 jours de l’’expiration des délais légaux. 
Par ailleurrs, le minim
mum d’impôôt de 0,2% d
du Chiffre d
d’affaires loocal brut dû
û au titre 
d’une ann
née est déductible de  l’impôt surr le revenu ou de l’imppôt sur les  sociétés 
successive
ement  au  titre  des  exercices  ultérieurs  et  ce,  danns  la  limite  de  la 
cinquièmee année incclusivementt et sans qu
ue cette dé
éduction abboutisse  à u
un impôt 
inférieur aau minimum
m de percepption. 
 


Apport de la looi de financees pour la geestion 2015

Dans  lee  cadre  de  la  poursuite  de  la  réfforme  fiscalle  et  l’amélioration  duu  recouvrem
ment  de 
l’impôt,,  la  loi  de  finances 
f
po
our  la  gestioon  de  2015
5  a  supprim
mé  la  dédu ction  du  minimum 
m
d’impôtt dû au titrre d’une année de l’im
mpôt sur le  revenu ou  de l’impôt  sur les socciétés au 
titre dess exercices ultérieurs. 
Tout miinimum d’im
mpôt payé  revêt alorss un caractè
ère définitiff et serait aacquis au trésor de 
manièree irrévocablle et sans au
ucune poss ibilité d’imp
putation ulttérieure. 

7. RATIO
ONALISATION
N DU RECOU
UVREMENT D
DE L’IMPOT EEXIGIBLE PAR
R VOIE DE REETENUE A LA
A SOURCE 
(ARTIICLE 23) 
Conforméément à la législation een vigueur aau 31 décem
mbre 2014,, le régime fiscal en 
matière  de 
d retenue  à  la  sourcce  libératoire  au  titre  de  l’impôtt  pour  les  revenus 
versés auxx personness résidentess et non réssidentes se p
présente coomme suit :  
 
 
 
 
 

25

D i s p o s i t i o n s f i s c a l e s p r é v u e s p a r l a l o i d e f i n a n c e s p o u r la g e s t i o n 2 0 1 5  A n a l y s e s & c o m m e n t a i r e s ex p l i c a t i f s

1‐ Pour les person
nnes non réésidentes et non établies en Tuni sie :  
Typess de revenu
us 

Taux5 

Revenus  de  capitaux  mobiliers  à  l'exception  des  intérêtss  des  dépôtss  et 
es et au titre
e des jetons  de 
des titress en devises  et en dinarss convertible
présence. 

20% 

Intérêts d
des prêts payyés aux étab lissements b
bancaires. 

5% 

Autres rémunérationss et revenus . 

15% 

Prix  de  cession 
c
des  immeubles  ou  des  dro
oits  y  relatifs  ou  de  drooits 
sociaux  dans 
d
les  socciétés  civiles   immobilières  et  non  rattachés  à  ddes 
établissem
ments situéss en Tunisie6..  

15% 

Plus‐valuee  de  cession  ou  de  réétrocession  des 
d titres  ou  des  droitss  y 
7
afférents . 
Rémunérrations  en  brrut  majoréess  des  avantaages  en  natu
ure  payées  aaux 
salariés een contreparttie d’un travvail occasionn
nel ou accide
entel en deh ors 
de  leur  activité 
a
principale  effecttué  pendantt  une  ou  de
es  périodes  ne 
dépassan
nt pas en tota
alité six moiss. 

25% pour les PM
10% pour les PP

20% 

Personnees  non  réside
entes  qui  rééalisent  des  travaux  de  construction
c
n  ou  des  opé
érations  de 
montage  ou des activvités de survveillance s’y  rattachant e
en Tunisie, a insi que les  associés et 
bres non‐réssidents des ssociétés en n
nom collectiff, des sociétéés de fait, des sociétés 
les memb
en comm
mandite simp
ple,  des soc iétés en parrticipation, des fonds com
mmuns de ccréances et 
des  grou
upements  d’intérêt  écoonomique  constitués 
c
en  Tunisie  ppour  une  période 
p
ne 
8
dépassan
nt pas les six mois . 
Montant brut des travvaux de consstruction.  

5% 

Montant brut des opé
érations de m
montage.  

10% 

Montant  brut  des  acctivités  de  s urveillance  ainsi  que  to
outes  les  auttres 
activités eet services. 

5

15% 

Il est à noter que pouur les personn
nes non résideentes non étab
blies en Tunissie, la retenuee à la source est
e due au
taux inféérieur parmi ces
c taux et ceeux prévus paar les conven
ntions de non double impoosition signéees entre la
Tunisie eet les pays de résidence
r
des bénéficiaires desdits montaants.
Par ailleuurs, les taux de
d la retenue à la source aau titre des reevenus de sou
urce tunisiennne servis aux personnes
résidentess ou établies dans
d
des parad
dis fiscaux estt relevé à 25%
% et ce, quel qu
ue soit la catéggorie de reven
nu.
6
Cette reetenue à la souurce au taux de
d 15% du priix de cession déclaré
d
dans l’acte
l
est libérratoire ou déd
ductible de
l’impôt suur la plus-valuue dû et ce, au
u choix du cesssionnaire.
7
Ladite rretenue à la soource ne peut excéder
e
dans ttous les cas, un
u plafond détterminé sur la base du prix de
d cession
ou de rétr
trocession dess titres ou des droits sus-vissés fixé à 2,5% pour les peersonnes physsiques et à 5%
% pour les
personness morales.
Les persoonnes concernnées ont toujo
ours la possibbilité d’opter pour le dépôtt de la déclarration de l’im
mpôt sur le
revenu ouu de l’impôt suur les sociétéss au titre de laa plus-value su
us-visée.
8
Toutefoois, ces personnnes peuvent opter
o
pour le ppaiement de l’’IR ou de l’IS sur la base dees revenus ou
u bénéfices
nets réalisés.

26

D i s p o s i t i o n s f i s c a l e s p r é v u e s p a r l a l o i d e f i n a n c e s p o u r la g e s t i o n 2 0 1 5  A n a l y s e s & c o m m e n t a i r e s ex p l i c a t i f s

Les  retenues  non  efffectuées  ssur  les  som
mmes  payé
ées  à  des  nnon‐résiden
nts  sont 
considérées  comme  étant  à  la  charge  du  débiteur  domicilié 
d
ouu  établi  en  Tunisie. 
Lorsque  l’impôt  est  pris  en  chharge  par  l’entreprise
l
e  tunisiennee,  la  reten
nue  à  la 
source estt calculée se
elon la form
mule de prisse en charge : TP = 1000 x T / 100 –
– T  
 

Avecc   T : taux d
de la retenuue à la sourrce ; 

 

TP : taux de priise en chargge 
2‐ Pour les résidents :  
Typ
pes de revenus 

Taux 

Revenus de capitauxx mobiliers9  réalisés paar : 


Les    Perssonnes  morrales  non  soumises  à  l’IS  ou  qui  en  sont 
exonérée
es en vertu  de la législaation en vigueur ; 



20% 

Les fondss commun dde placement en valeurs mobilièrees. 

Lorsque  leurs  monttants  dépasssent  10.00
00  dinars,  le
es  montantts  versés 
aux personnes physsiques au tittre :  


des dividendes ddistribués par les sociéttés ; 



des re
evenus dess parts des ffonds comm
muns de plaacement 

en  valeu
urs  mobiliè res  prévus  par  la  loi  n°2001‐833  du  24 

5% 

juillet 2001, 


p
des  foonds  d'amo
orçage  et  des  parts  dees  fonds 
des  parts 

communs de placem
ment à risqu
ue prévus p
par la législaation les 
régissantt. 
Le  défautt  ou  l’insufffisance  de  retenue  à 
à la  source  sur  les  m
montants  se
ervis  aux 
personness  résidentes  ou  établiees  est  sancctionné  d'un
ne  amendee  égale  au  montant 
m
des  reten
nues  non  effectuées 
e
ou  insuffisamment  effectuées.  Cette  ame
ende  est 
doublée een cas de réccidive dans  une périod
de de deux a
ans. 
 

Appo
ort de la loi dde finances pour la gesttion 2015

 

La loi dee finances p
pour la gesttion 2015 aa considéré  que toute rretenue à laa source lib
bératoire 
de l’imp
pôt non opéérée est à laa charge de  son débiteur effectif e
et elle est caalculée dan
ns ce cas,  
selon la formule dee prise en ch
harge telle  que ci‐desssus indiquée
e.  

9

Ces disppositions :
- ss'appliquent aux
a revenus dee capitaux moobiliers réaliséés par les fond
ds d'amorçagee et les fonds communs
dde placement à risque ;
- nne s'appliquennt pas aux revenus de capitaaux mobiliers en devises ou
u en dinars connvertibles.

27

D i s p o s i t i o n s f i s c a l e s p r é v u e s p a r l a l o i d e f i n a n c e s p o u r la g e s t i o n 2 0 1 5  A n a l y s e s & c o m m e n t a i r e s ex p l i c a t i f s

8. GENEERALISATION
N  DE  LA  RETE
ENUE  A  LA  SSOURCE  LIBEERATOIRE  AU
UX  ETABLISSSEMENTS  STA
ABLES  EN 
TUNIISIE DES ENTRREPRISES ETRRANGERES (AARTICLE 24)
C
Conformém
ment à la législation enn vigueur au 31 décem
mbre 2014,  les person
nnes non 
rrésidentes  qui  réalisen
nt  des  travaaux  de  construction  ou  des  opérrations  de  montage 
m
o
ou des activvités de surrveillance s 'y rattachan
nt en Tunisie ainsi quee les associés et les 
m
membres  non‐résiden
n
nts  des  socciétés  de  personnes 
p
et 
e des  grouupements  d’intérêt 
d
ééconomique  qui  sontt  constituéés  en  Tuniisie  pour  une 
u
périodde  limitée  pour  la 
rréalisation d
d'un marché déterminné, et dont cchaque mem
mbre ou asssocié réalise en son 
Régime
au 31/12/2014
Ré i en vigueur
i

n
nom person
nnel sa quo
ote‐part dess travaux ett services co
onstituant ll'objet de laa société 
o
ou du group
pement, sont soumise s à l'impôt sur le reven
nu ou à l'im
mpôt sur les sociétés 
aau  titre  dess  sommes  leur  revenaant  dans  ce
e  cadre  parr  voie  de  reetenue  à  la
a  source 
llibératoire  et ce, lorsq
que les travvaux de construction, le
es opératioons de montage, les 
sservices ou les autres ttravaux ne ddépassent p
pas en Tunissie la périodde de six mois. 
La retenue à la sou
urce s'effecctue aux tau
ux suivants :: 
‐ 5% du
u montant b
brut des rém
munérations pour les travaux de cconstruction
n ; 
‐ 10% d
du montant brut des réémunérations pour les opérationss de montagge ; 
‐ 15% d
du montantt brut des réémunératio
ons pour less activités dde surveillan
nce ainsi 
que  po
our  toutes  les 
l autres  aactivités  et  services  ré
éalisés  par  les  associé
és  ou  les 
membrres des sociétés ou dess groupeme
ents susvisés. 
IIl  va  sans  dire 
d que  le
es  personnees  concerné
ées  peuven
nt  opter  poour  le  paiem
ment  de 
ll'impôt  surr  le  revenu  ou  de  l'im
mpôt  sur  le
es  sociétés sur  la  basse  des  revenus  ou 
b
bénéfices n
nets réaliséss au titre dees activités  sus‐visées. L'option e st exercée  par voie 
d
d'une demaande à dépo
oser à cettee fin, auprèss du bureau
u ou du cenntre de conttrôle des 
iimpôts com
mpétent lorss du dépôt  de la déclaaration d'exxistence préévue par l'article 56 
d
du  code  dee  l’IRPP  et de  l’IS  paar  les  perso
onnes  conccernées  ou   par  la  socciété  de 
p
personnes o
ou le group
pement. Less personness concernée
es doivent innformer le d
débiteur 
d
des sommees leur reven
nant au titree des activittés sus‐visé
ées, de cettee option. 
 

Ap
pport de la looi de financees pour la gestion 2015

 
 

Afin d’aaméliorer lee recouvrem
ment de l’im
mpôt, la loi d
de finances pour la gesstion 2015 aa étendu 
la reten
nue à la sou
urce libératoire à touss services, aautres que  les travaux  de constru
uction et 
les opérrations de m
montage.  

28

D i s p o s i t i o n s f i s c a l e s p r é v u e s p a r l a l o i d e f i n a n c e s p o u r la g e s t i o n 2 0 1 5  A n a l y s e s & c o m m e n t a i r e s ex p l i c a t i f s

Ainsi,  lees  personnees  non  résidentes  éta blies  en  Tu
unisie  dont  la  période   d’exercice  de  leur 
activité  ne  dépasse  pas  six  mois 
m
sont  s oumises  à  l’impôt  parr  voie  de  reetenue  à  laa  source 
libérato
oire au titre des somme
es leur reveenant dans cce cadre sellon les taux 
x suivants10 : 
-

5% du ch
hiffre d’affaires brut poour les travaaux de consstruction ; 

-

10% du cchiffre d’afffaires brut ppour les opé
érations de montage ; 

-

15% du cchiffre d’afffaires brut oou des recetttes brutes pour les auutres service
es. 

Les  perssonnes  con
ncernées  pe
euvent  opteer  pour  le  paiement 
p
de  l'impôt  ssur  le  reven
nu  ou  de 
l'impôt  sur  les  sociétés  sur  la  base  dees  revenus  ou  bénéficces  nets  rééalisés  au  titre 
t
des 
activitéss sus‐viséess. 

9. RATIO
ONALISATION
N  DU  RECOU
UVREMENT  DE  LA  RETEENUE  A  LA  SOURCE 
S
AU  TITRE  DES  REVENUS 
DISTR
RIBUES PAR LLES ETABLISSSEMENTS STA
ABLES EN TUN
NISIE DES EN
NTREPRISES EETRANGERES (ARTICLE 
25) 
La loi de ffinances pour la gestioon 2014 a éttendu le champ d’appllication de l’IRPP et 
de l’IS auxx revenus d
distribués auu sens des  paragraphe
es II – a et  II bis de l’article 29 
du code de l’IRPP et d
de l’IS, au pprofit des pe
ersonnes ph
hysiques et  des person
nnes non 
e
résidentess ni établiess en Tunisiee et ce, à com
mpter du 1er
 janvier 20015. 

Il s’agit dees revenus ssuivants :  
Régime en vigueur au
31/12/2014

‐ les divvidendes disstribués parr : 
  les sociétés  passibles dde l’impôt ssur les socié
étés ainsi quue les coop
pératives 
e
et leurs unio
ons ; 
 Les  associations  en  parrticipation  qui  revêten
nt  en  fait  u ne  forme  juridique 
q
qui les renda
aient impossables à l’im
mpôt sur les sociétés ; 
 Les  établissements  tunnisiens  de  sociétés  étrangères  aayant  la  fo
orme  de 
ociétés ci‐dessus viséees. 
so
‐ les  revvenus  des  parts 
p
des  foonds  comm
muns  de  placement  en   valeurs  mo
obilières 
prévuss par le cod
de des orga nismes de  placement collectifs ppromulgué p
par la loi 
n°2001
1‐83 du 24 juillet 20011 et des parrts des fonds d’amorçaage prévus p
par la loi 
n°2005
5‐58  du  18  juillet  20055  et  des  paarts  des  fon
nds  commuuns  de  place
ement  à 
risque.  
L’impôt esst dû par vo
oie de rete nue à la source libérattoire calcul ée aux tauxx de 5%. 
Toutefois,,  la  retenue
e  à  la  sourrce  n’est  pas  libératoire  et  peutt  être  restituée  ou 
déduite  de  l’impôt  à 
à payer  pouur  les  perso
onnes  physiiques  dont  les  revenus  qui  lui 
sont distriibués ne dépassent pass 10.000 din
nars par an.. 

10

Ces tauux ne sont pas rehaussés à 25%
2
pour les ppaiements effeectués au proffit de bénéficiaaires résidentss dans
paradis fiiscaux.

29

D i s p o s i t i o n s f i s c a l e s p r é v u e s p a r l a l o i d e f i n a n c e s p o u r la g e s t i o n 2 0 1 5  A n a l y s e s & c o m m e n t a i r e s ex p l i c a t i f s

Ces dispossitions ne ss’appliquen t pas aux o
opérations d
de distributtion de bén
néfices à 
partir des fonds prop
pres figuran t au bilan d
de la société
é distributriice au 31 dé
écembre 
2013,  à  co
ondition  de
e  mentionn er  lesdits  fonds 
f
dans  les  notes  aaux  états  financiers 
déposés aau titre de l’année 20133.  
Toutefois et bien que
e les bénéficces réaliséss en Tunisie par les éta blissementss stables 
de sociétéés étrangère
es11 sont coonsidérés, au sens de l’’article 29 ddu code de l’IRPP et 
de l’IS, comme reven
nus distribu és, ils deme
eurent au 3
31/12/2014  non concernés par 
cette retenue à la sou
urce. 
Appo
ort de la loi dde finances pour la gestion 2015
Afin de  mettre surr un même  pied d’égaalité les entreprises réssidentes et  les établissements 
stables  de sociétéss étrangèress, la loi de ffinances po
our la gestio
on 2015 a sooumis les bénéfices 
réalisés  en  Tunisiee  par  ces  derniers  ett  qui  sont  présumés  être  distribbués  au  prrofit  des 
associéss  non  dom
miciliés  en  Tunisie  à  lla  retenue  à  la  sourcce  au  tauxx  de  5%,  te
elle  que 
dévelop
ppée ci‐hautt. 
L’impôtt au titre dees bénéfices distribuéss par les so
ociétés non  résidentes  exigible en
n Tunisie 
est  payyé,  conform
mément  auxx  dispositionns  des  conventions  de  non  doubble  imposittion,  par 
leurs  éttablissemen
nts  stables  en  Tunisiee  par  voie  de  dépôt  de  déclarattion  dans  un  délai 
n'excéd
dant  pas  le   25  mars  de  chaque  année  ou dans  un  délai 
d
n'excéédant  pas  le  vingt 
cinquièm
me jour du troisième m
mois qui suiit la date de
e clôture de
e l'exercice ssi celui‐ci esst arrêté 
à une daate autre que le 31 déccembre. 

10. HAARMONISATTION  DU  REG
GIME  FISCAL   DES  DISTRIB
BUTEURS  EX
XERÇANT  DAN
NS  LE  DOMA
AINE  DES 
TELEC
COMMUNICA
ATIONS AVEC
C LA SPECIFICCITE DU SECTEEUR (ARTICLE
E 30) 
Conform
mément  à  la  législatio
on  fiscale  een  vigueur  au  31  déce
embre  20144,  les  commissions 
revenan
nt  aux  distrributeurs  aggrées  des  oopérateurs  de 
d réseaux  des  télécoommunicatio
ons  font 
l’objet d
de retenue à la source au titre de  l’impôt au ttaux de 15%
% de leur m
montant brutt. 
Comptee tenu de laa faible marge réaliséee par lesdits distribute
eurs, la loi dde financess pour la 
gestion 2015 a réduit le taux d
de retenue  à la source
e applicable au montannt de la com
mmission 
leur revvenant à 1,5
5%.  
En outre, elle a prévu la posssibilité d’exeercice de ce
ette activité
é par les peersonnes ph
hysiques 
réalisan
nt  des  revenus  relevan
nt  de  la  caatégorie  BIC
C  et  soumisses  à  l’imppôt  selon  le
e  régime 
forfaitaire  et  ce,  sans  préjudice  des  conditions  de
e  bénéfic e  dudit  régime. 
11

Il s’agiit d’établissem
ments ayant la forme de :
- sociéttés passibles de
d l'impôt sur les sociétés ;
- coopéératives et leurrs unions ;
- associiations en parrticipation qui revêtent en fa
fait une forme juridique qui les rendrait im
mposables à l'impôt
l
sur
les sociétés.

30

D i s p o s i t i o n s f i s c a l e s p r é v u e s p a r l a l o i d e f i n a n c e s p o u r la g e s t i o n 2 0 1 5  A n a l y s e s & c o m m e n t a i r e s ex p l i c a t i f s

TA
AXES
S SUR
R LE
CH
HIFFR
RE D’AFF
FAIR
RES

31

32

D i s p o s i t i o n s f i s c a l e s p r é v u e s p a r l a l o i d e f i n a n c e s p o u r la g e s t i o n 2 0 1 5  A n a l y s e s & c o m m e n t a i r e s ex p l i c a t i f s

TITRE
E II : TAX
XES SU
UR LE CH
HIFFRE
E D’AFF
FAIRES
1. REDUCTION  A  12% DU  TAUX DE LA  TVA APPLICCABLE A L’ELEECTRICITE A  USAGE DOM
MESTIQUE 
EET  A  L’ELEC
CTRICITE  UT
TILISEE  POUR
R  L’IRRIGAT
TION  AGRICOLE  ET  A  CCERTAINS  PRODUITS 
P
P
PETROLIERS (ART 36) : 
En vvertu de l’arrticle 8 du code de la TTVA, et danss le cadre de
e l'action duu gouvernement 
pour le dévelop
ppement ett la promotiion de l'éco
onomie natio
onale ainsi  que dans le
es cas 
ns de la TVA
A pourront êêtre prévue
es par 
conjjoncturels, des suspensions ou dees réduction
décrret pris aprèès avis du m
ministre dess finances ett des ministtres concernnés.. 
Touttefois,  l’artticle  65  de  la  nouvellee  Constitution  prévoit  que  les  texxtes  relatifss  à  la 
déteermination  de  l’impôt  et  de  leurrs  taux  et  des 
d procédu
ures  de  leuur  recouvrement 
sontt  pris  sous  forme  de  lois  ordinaaires ;  il  a  ainsi 
a
supprimé  le  pouvvoir  accord
dé  au 
préssident  de  la  républiq
que  par  l’aarticle  34  de 
d l’ancienne  Constittution  de  1959, 
1
d’ém
mettre des d
décrets porrtant sur la rréduction o
ou la suspen
nsion de la TTVA. 
C’esst dans ce cadre que la loi de finannces pour laa gestion 20
015 a consaacré la rédu
uction 
à 122% du taux  de la TVA  applicable  à l’électricité à usage domestiquue, à l’électtricité 
utilisée pour l’iirrigation aggricole et à  certains prroduits pétrroliers qui eest actuellement 
en vvigueur. 
Ainssi, sont déso
ormais soum
mis à la TVA
A au taux de
e 12% : 
 l’électricité basse ttension desttinée à la co
onsommation domestiique ; 
nne  et  bassse  tension  utilisée  po
our  le  foncttionnementt  des 
 l’électricité  moyen
équipem
ments de po
ompage de  l’eau destin
née à l’irriga
ation agricoole. 
 Les prod
duits pétroliers relevannt des numéros 27‐10 et 27‐11 duu tarif des d
droits 
de douaane conform
mément au  tableau suiivant :  
N
NUMERO D
DU TARIF 

DESIGN
NATION DES
S PRODUITSS 

DOUAN
NIER 
EX
X 27 – 10 
 
 
EX
X 27‐11 

-

 
-

Pétroole lampantt,
Gaz‐ooil,     
Fuel‐‐oil domestique, 
Fuel‐‐oil léger, 
Fuel‐‐oil lourd. 
Gaz  de  pétrole
e,  propane  et  butanee condition
nné 
dans   des  boute
eilles  d'un  poids 
p
net  nn'excédant  pas 
treizee kilogramm
mes, 
Gaz  de  pétrole
e,  propane  et  butane   en  vrac  ou
o
condditionné  daans  des  bo
outeilles  d' un  poids  net 
excéddant treize kilogramme
es. 

33

D i s p o s i t i o n s f i s c a l e s p r é v u e s p a r l a l o i d e f i n a n c e s p o u r la g e s t i o n 2 0 1 5  A n a l y s e s & c o m m e n t a i r e s ex p l i c a t i f s

2. HARMONISAATION DE LA FISCALITE DEES PRODUITSS DESTINES A
A AIDER LES FFUMEURS A ARRETER 
D
DE FUMER (ART 
A 37) 
Dans le  cadre de laa lutte contre le tabagiisme, la loi de financess pour la geestion 2015 a prévu 
les mesures suivan
ntes : 
 La réductio
on du taux d
de la TVA àà 12% ainsi que l’exon
nération dees droits de douane 
pour les : 


Les  préparatio
ons  alimenttaires,  souss  forme  de
e  comprim
més,  de  gom
mmes  à 
mâccher  ou  sou
us  d’autres  formes  de
estinées  à  aider 
a
les  fuumeurs  à  ce
esser  de 
fum
mer, relevantt du numérro Ex 210690 du tarif des droits dee douane ; e
et 



Les patchs à niccotine dest inés à aiderr les fumeurs à arrêter 
r de fumer, relevant 
numéro 382
249058 duddit tarif. 
du n

 L’exonération des droits de conssommation  pour les prréparationss alimentairres, sous 
fforme  de  comprimés,
c
,  de  gomm
mes  à  mâcher  ou  souss  d’autres  fformes  destinées  à 
aaider  les  fu
umeurs  à  cesser 
c
de  fuumer,  relevvant  du  numéro  Ex  2 10690  du  tarif 
t
des 
d
droits de do
ouane . 

34

D i s p o s i t i o n s f i s c a l e s p r é v u e s p a r l a l o i d e f i n a n c e s p o u r la g e s t i o n 2 0 1 5  A n a l y s e s & c o m m e n t a i r e s ex p l i c a t i f s

DR
ROITS
S
D’E
ENRE
EGIS
STRE
EMEN
NT

35

36

D i s p o s i t i o n s f i s c a l e s p r é v u e s p a r l a l o i d e f i n a n c e s p o u r la g e s t i o n 2 0 1 5  A n a l y s e s & c o m m e n t a i r e s ex p l i c a t i f s

TIT
TRE III : DROIT
TS D’EN
NREGIS
STREME
ENT
 

1. MAITRISE DU RECOUVREEMENT DES DDROITS D’EN
NREGISTREME
ENT EXIGIBLEES SUR LES CONTRATS 
D
DE MARCHE CONCLUS PA
AR LES ENTREEPRISES ET LEES ETABLISSE
EMENTS PUBLLICS (ART 29
9)  
           
Conform
mément  à  la  régleementation
n  en  vigueur  régiissant  les  droits 
d’enregisstrement,    les  contratts  de  conce
ession  et  de  marché  ssont  enregistrés  au 
droit pro
oportionnel de 0,5 % ccalculé sur  la base du montant gl obal du maarché ou 
de  la  concession  y  compris  toous  les  droiits  et  taxess  exigibles  cconformém
ment  à  la 
Régime en vigueur au
31/12/2014

législatio
on en vigueu
ur. 
Les droitts d’enregisstrement duus sur les m
marchés publics12 sontt payés par voie de 
retenue  à  la  sourcce  à  opérerr  par  les  in
nstitutions  et  les  étabblissementss  publics 
soumis aaux disposittions du codde de la co
omptabilité  publique. EElle est préllevée en 
premier lieu sur le p
premier règglement au ttitre du marché et éveentuellemen
nt sur les 
urs si le monntant du prremier règle
ement s’avèère insuffisaant pour 
règlements ultérieu
e la retenue  à la source
e.   
le recouvvrement de
Dans ce  cas, le com
mptable pubblic n’est au
utorisé à visser les docuuments relaatifs aux 
ents au marché qu’aprèès présentaation par 
décompttes des fraiss et de l’avaance affére
le  débiteur  d’une  ordonnancce  de  reten
nue  à  la  source  au  ttitre  de  ce
es  droits 
d’enregisstrement. 
 

 

App
port de la loi de financess pour la gesstion 2015

 
La loi dee finances p
pour la gesttion 2015 aa élargi le ch
hamp d’app
plication dee ladite rete
enue à la 
source p
pour couvriir les droits d’enregistrrement sur les marchéss conclus paar les institu
utions et 
les étab
blissements publics non soumis a ux dispositiions du cod
de de la com
mptabilité p
publique 
et ce, à  condition q
que l’achete
eur public ss’engage à rretenir le m
montant du ddroit propo
ortionnel 
exigiblee  sur  le  premier 
p
mo
ontant  payyé  et,  le  cas  échéan
nt,  sur  less  montants  payés 
ultérieu
urement  et  de  joindre  l’engaagement  au 
a contratt  du  marcché  lors  de  son 
enregisttrement. 

12

Le term
me « Publics » a remplacé le terme « Adm
ministratifs » par applicatio
on de l’article 85 de la loi de
d finances
pour l’ann
nnée 2014 danns un souci d’h
harmonisationn des dispositiions du CDET
T avec celles dde la législatio
on relative
aux marchés publics.

37

D i s p o s i t i o n s f i s c a l e s p r é v u e s p a r l a l o i d e f i n a n c e s p o u r la g e s t i o n 2 0 1 5  A n a l y s e s & c o m m e n t a i r e s ex p l i c a t i f s

Régime en vigueur
au 31/12/2014

2. EXONERATIO
ON  DES  CO
ONTRATS  DE 
E  PRETS  ACC
CORDES  PAR
R  LA  BANQ
QUE  TUNISIE
ENNE  DE 
SSOLIDARITE « BTS »
«
 DU
U DROIT D’EN
NREGISTREMEENT (ART 38
8) : 
Conform
mément  à  laa  réglemenntation  en  vigueur 
v
au  31  décembbre  2013,  les  actes 
sous  seing  privé  portant  prrêts,  créditts‐bails  ou  ouverturees  de  créd
dit  sont 
enregistrrés au droitt fixe de 20D
D par page e
et par copie
e.  
Toutefois,  sont  exxonérés  du dit  droit  le
es  contratss  de  prêtss  accordés  par  les 
institutio
ons de micrrofinance teelles que prrévues par le décret‐looi n° 2011‐1
117 du 5 
novembre 2011.
Apport de la
l loi de finaances pour la gestion 20015

Danss  le  cadre  de 
d l’encourragement  ddes  nouveaux  promote
eurs  et  dess  artisans,  la 
l loi  de 
finan
nces  pour  laa  gestion  2015 
2
a  exonnéré  les  co
ontrats  de  crédit 
c
accorrdés  par  la  Banque 
Tunissienne de Solidarité « B
BTS » des d roits d’enre
egistrementt. 
 

38

D i s p o s i t i o n s f i s c a l e s p r é v u e s p a r l a l o i d e f i n a n c e s p o u r la g e s t i o n 2 0 1 5  A n a l y s e s & c o m m e n t a i r e s ex p l i c a t i f s

PROCE
EDUR
RES &
ONTR
ROLE
E
CO

39

40

D i s p o s i t i o n s f i s c a l e s p r é v u e s p a r l a l o i d e f i n a n c e s p o u r la g e s t i o n 2 0 1 5  A n a l y s e s & c o m m e n t a i r e s ex p l i c a t i f s

TIT
TRE IV : PROCE
EDURE
ES ET CO
ONTRO
OLE
1. ASSOUPLISSEMENT  ET  AMELIORATI
A
ION  DE  LA  PROCEDURE
E  DE  RESTITTUTION  DES  CREDITS 
D’IMPOT (AR
RTICLE 19) : 
Conformément  à  la  réglem
mentation  en 
e vigueur  au  31  déécembre  20
014,  les 
contrib
buables ayant déposé uune deman
nde de restitution des  crédits d’im
mpôt sur 
le  reveenu  ou  d’im
mpôt  sur  lees  sociétés  et  du  créd
dit  de  TVA,,  bénéficien
nt  d’une 
avancee du montan
nt global duu crédit d’im
mpôt ou de la taxe sanss contrôle p
préalable 
et ce, aaux taux de  15% : 
 du 
d montant global  du  crédit  de  TVA 
T provenant  de  l’exxploitation,  lorsqu’il 
estt dégagé sur six déclaraations consécutives, 
 du 
d montantt  global  duu  crédit  d’impôt  sur  le  revenu  oou  d’impôtt  sur  les 
socciétés. 
Régime en vigueur au
31/12/2014

Ce tauxx est porté  à 50%13 auu titre du crrédit de TV
VA et à 35%
% pour le crédit d’IS 
lorsquee  la  société
é  est  soum ise  à  l’obligation  de  désigner  unn  commissaire  aux 
comptees et dont les comptess de l’exerccice, pour le
equel la décclaration de
e l’impôt 
sur les  sociétés esst échue à l a date du d
dépôt de la demande dde restitution, sont 
orte  des  rééserves  ayaant  une 
certifiéés  sans  que  cette  ceertification  ne  compo
inciden
nce sur l’assiette de l’im
mpôt. 
La restitution du ccrédit de TV
VA s’effectu
ue dans un d
délai maxim
mum de 120
0 jours à 
partir  de 
d la  date  de 
d dépôt  dde  la  deman
nde  de  resttitution  rem
mplissant  to
outes  les 
conditions légales requises. 
C
Ce délai estt réduit à : 
-

60  jou
urs  pour  les  entreprisses  dont  less  comptes  sont  légaleement  soum
mis  à 
l'auditt  d'un  commissaire  auux  comptess  et  pour  le
esquels  la  certification  est 
interveenue  au  tiitre  du  de rnier  exerccice  clôturé
é  pour  leq uel  le  délaai  de 
déclarration de l'impôt sur lees sociétés  au titre de ses résultaats est échu
u à la 
date  du 
d dépôt  de 
d la  demaande  et  ce,  à  conditio
on  que  la  ccertification
n  des 
compttes ne comporte pas dde réservess ayant une incidence  sur l'assiette de 
l'impô
ôt. 

-

30 jou
urs pour les crédits de TTVA proven
nant : 
 des veentes en susspension dee TVA ; 
 de la rretenue à la source de  la taxe sur la valeur ajo
outée ; 

13

Le tauxx de 50% rempplace l’ancien
n taux de 35%
% et ce, en verttu de l’article 28-1
2
de la loi n° 2009-71 du 21
décembree 2009.

41

D i s p o s i t i o n s f i s c a l e s p r é v u e s p a r l a l o i d e f i n a n c e s p o u r la g e s t i o n 2 0 1 5  A n a l y s e s & c o m m e n t a i r e s ex p l i c a t i f s

 des op
pérations d'investissem
ment prévues par l'artiicle 5 du coode d'incitation aux 
investissements ; 
 des invvestissements de misee à niveau, rréalisés dan
ns le cadre dd'un programme de 
mise  à 
à niveau  ap
pprouvé  paar  le  comité
é  de  pilotage  du  proggramme  de
e  mise  à 
niveau
u. 
-

7  jourrs  pour  le  crédit 
c
de  la  TVA  prove
enant  de  l’e
exportation   de  biens  ou 
o de 
servicees. 
App
port de la loii de financess pour la gestion 2015

 
 

Afin  de  simplifier  les  procédu
ures  de  resstitution  du  crédit  de  TVA 
T et  d’ISS,  la  loi  de  finances 
pour la  gestion 20
015 a relevé
é les taux dde l’avance  au titre du crédit de TTVA et d’ISS à 100% 
pour less sociétés : 
-

qui  so
ont  soumise
es  à  l’obligaation  de  dé
ésigner  un  commissai re  aux  com
mptes  et 
dont  les 
l comptes  de  l’exerrcice,  pour  lequel  la  déclaration 
d
de  l’impôtt  sur  les 
sociétéés  est  échue  à  la  daate  du  dép
pôt  de  la  demande 
d
dde  restitutio
on,  sont 
certifiéés  sans  qu
ue  cette  ceertification  ne  compo
orte  des  rééserves  ayant  une 
incidence sur l’assiette de l’i mpôt ; et 

-

qui rellèvent de laa compéten ce de la direction des g
grandes enttreprises14 ;; 

L’avance  (au  taux  de  100%)  est 
e payée  ddans  un  délai  de  7  jou
urs  de  la  daate  de  dép
pôt  de  la 
demand
de et est su
ubordonnée
e à la préseentation à l’’appui de la
a demande  de restitution d’un 
rapportt  spécial15  du 
d commissaire  aux  ccomptes  re
elatif  à  l’au
udit  du  créddit  objet  de 
d ladite 
de. 
demand
 
 
 

14

La DG
GE a été créée par Le décrett n° 2008-94 ddu 16 janvier 2008 portant organisation des services extérieurs
e
de la DGII en vue de prrendre en charrge les dossierrs des grandess entreprises.
La notionn de « grandess entreprises » comprend nootamment:






 les entrepprises exerçan
nt dans le sectteur financier.
les entrepprises exerçan
nt dans le secteeur des hydroccarbures.
les entreeprises exerççant dans lees secteurs stratégiques (opérateurs dans le secteur de
télécomm
munication, cim
menteries, ST
TEG, SONEDE
E..).
les entrepprises dont le chiffre d’affaiires annuel est supérieur ou
u égal à 10 milllions de dinaars et dont
le siège social se trouve dans le grannd Tunis. 

15

C’est uune nouvelle mission
m
spéciiale du CAC qqui vient s’ajo
outer à une liste de diligennces déjà trop longue et
fastidieusse.

42

D i s p o s i t i o n s f i s c a l e s p r é v u e s p a r l a l o i d e f i n a n c e s p o u r la g e s t i o n 2 0 1 5  A n a l y s e s & c o m m e n t a i r e s ex p l i c a t i f s

2. RENFORCEM
MENT DES GA
ARANTIES DU
U CONTRIBUA
ABLE LORS DE
ES OPERATIO
ONS DE VERIFFICATION 
FFISCALE ET D
DE LA DISCUSSSION DE LEU
URS RESULTAT
TS (ARTICLE 31) : 
3
Dan
ns  le  cadree  des  opéraations  de  vvérification fiscale,  le  CDPF  a  préévu  des  dé
élais  aux 
con
ntribuables  pour  répon
ndre  aux  d emandes  de 
d renseignements,  d’ééclaircissem
ments  et 
de  justification
ns formulée
es par l’adm
ministration fiscale ou pour formuuler leur op
pposition 
quaant aux résu
ultats de lad
dite vérifica tion.  
Cess délais se p
présentent ccomme suitt :  

Régime en vigueur au
31/12/2014

- Un  délaii  de  10  jours  à  comptter  de  la  daate  de  sa  notification  pour  répon
ndre  par 
écrit  à  la 
l demande
e  de  renseeignements,  d’éclaircisssements  oou  de  justiffications 
concernaant l’opérattion de vériffication pré
éliminaire.
- Un  délaii  de  10  jours  à  comptter  de  la  daate  de  sa  notification  pour  répon
ndre  par 
écrit  à  la    demand
de  de  renseeignementss,  d’éclaircissements  oou  de  justiffications 
pprofondie. Ce  délai  eest  porté  à  15  jours 
concernaant  l’opérattion  de  vérrification  ap
lorsque  la  production  des  éclaaircissemen
nts,  des  ren
nseignemennts  ou  justiffications 
demandés, nécessitte l’obtentioon des informations auprès d’unee entreprise
e établie 
à  l’étran
nger  et  ayan
nt  un  lien  aavec  l’entre
eprise  à  qui  la  demannde  a  été  adressée. 
C’est le ccas notamm
ment des ét ablissemen
nts stables e
et des filialees des sociétés dont 
le siège ssocial se tro
ouve à l’étraanger.  
- Un  délaii  de  30  jours  à  comptter  de  la  daate  de  la  notification  des  résultaats  de  la 
vérificatiion  fiscale  pour  form
muler  l’op
pposition  sur  les  réssultats  de  celle‐ci. 
Toutefoiis, aucun dé
élai n’a étéé prévu pou
ur les servicces de l’adm
ministration fiscale 
pour don
nner suite a
aux réservees et opposiitions formulées par lees contribua
ables. 
 
Apport de la loi dee finances pour
p
la gestio
on 2015
 
 
Dans le  but de con
nsolider davvantage les garanties d
du contribuable, la loi  de financess pour la 
gestion 2015 a prévu les mesu
ures suivanttes :  
 L’in
nstitution  pour 
p
le  con
ntribuable  d’un  délai  unique  de
e  20  jours   à  compte
er  de  sa 
nottification  pour 
p
form
muler  la  réponse  à  la  dem
mande  dee  renseign
nements, 
d’éclaircissements ou de jjustificationns de l’administration ffiscale. 
 La  prorogation  à  45  jou
urs  du  délaai  pour  forrmuler  l’op
pposition  suur  les  résu
ultats  de 
vérrification fiscale. 
 L’in
nstitution  d’un 
d
délai  de  90  jo
ours  pour  que  l’administration  fiscale  no
otifie  au 
con
ntribuable lees résultatss de la vériffication préliminaire de
e ses déclarrations, con
ntrats ou 
écrits  et  ce,  à 
à compter  de  l’expirattion  du  délai  qui  lui  a 
a été  accorrdé  par  la  loi  pour 
préésenter sa rééponse. 
  L’in
nstitution  d’un 
d
délai  de 
d 6  mois  ppour  que  l’’administrattion  fiscale   notifie  sa  réponse 
quaant  à  l’opposition  su
ur  les  résuultats  de  la  vérificattion  fiscalee  formulée  par  le 
con
ntribuable.  Ce  délai  est  calculé  àà  partir  du
u  1er  janvier  2015  pouur  les  répo
onses  de 
l’ad
dministratio
on fiscale au
ux oppositioons qui lui o
ont été présentées avannt cette datte. 
43

D i s p o s i t i o n s f i s c a l e s p r é v u e s p a r l a l o i d e f i n a n c e s p o u r la g e s t i o n 2 0 1 5  A n a l y s e s & c o m m e n t a i r e s ex p l i c a t i f s

3. CLARIFICATIO
ON DES PROCEDURES D’A
APPLICATION
N DE CERTAIN
NES AMENDEES ADMINIST
TRATIVES, 
D
DES DELAIS EET DES MODE
ES D’INTERRU
UPTION DE LEUR PRESCRIIPTION (ART 
T 32ET 42 ‐4
4) 
La  loi  d
de  financess  pour  la  gestion 
g
20115  a  apporté  certains  aménageements  con
ncernant 
l’applicaation de sanctions adm
ministrativees visées au
ux articles 8
84 bis à 85  du CDPF, le
es délais 
de presccription et lles modes d
de leur interrruption. 
 
1‐ Rap
ppel des Infractions sou
umises aux  sanctions aadministratives prévuees par les arrticles 84 
bis à 85 du CDPF: 
Artticle 

Infractionss 

sanctionns administrratives 

Les établisssements quui 
procèdent à des opéraations de 
transfert de revenus oou 
bénéfices ssans requérrir une 
Article  84 bis 

attestation
n prouvant l a 
régularisation de la sittuation 
fiscale au titre de touss les droits 
et taxes exigibles délivvrée par less 

‐ 20% des revenuus ou bénéfiices transférés, 
s'il s'agit de transsfert de reve
enus ou 
en Tunisie,
bénéfices soumiss à l'impôt e
‐ 1% des revenus  ou bénéfices transféréés, 
s'il s'agit de transsfert de reve
enus ou 
pôt en Tunisie. 
bénéfices non souumis à l'imp

services de
es impôts coompétents.

Une amende fiscaale administrative d’un

 
 
Article  84 ter 

 

monta
ant de 20000 dinars au ttitre de chaque 

Défaut d’ap
purement ddes bons de


bon de
e commandde non apurré ou non 

commande
e visés par l es services 

présen
nté, et ce, ppour les cinq
q premiers 

du contrôle
e fiscal par  les  

bons d
de commannde. Pour le reliquat, 

bénéficiaires du régim
me de 

l’amen
nde est releevée à 5000
0 dinars au ttitre 

n de la TVA   
suspension

de cha
aque bon dee command
de non apurré 
ou non
n présenté.. 

 
Défaut de d
déclaration  des 
Article 84 
quaater 

montants rrecouvrés een espèces 
en contrep
partie de la ffourniture 
aux clients de marcha ndises, de 

Une amende fiscaale administrative au taux 
de 8% de la valeuur des monttants recouvvrés.

services ou
u de biens, eexcédant le 
seuil de 10.000 dinarss16.  

16

Ce monntant était de 20.000
2
dinars au 31 décembbre 2014 et a été ramenée à 10.000 dinarrs à compter du
d 1er
janvier 20015,en vertu des
d disposition
ns de la loi dee finances pourr la gestion 20
015.

44

D i s p o s i t i o n s f i s c a l e s p r é v u e s p a r l a l o i d e f i n a n c e s p o u r la g e s t i o n 2 0 1 5  A n a l y s e s & c o m m e n t a i r e s ex p l i c a t i f s

Défaut de d
déclaration  de 
factures co
onformes auux 
disposition
ns de l’articl e 18 du 
Article 84 

code de la TVA et ayannt été 

quinq
quies 

retenues par l’adminisstration 
fiscale pour la reconsttitution 

Une amende fiscaale administrative au taux 
de 50%
% du montaant de la taxxe sur la valleur 
ajouté
ée déduite. 

extracomptable du chhiffre 
d’affaires.  
Ventes effe
ectuées en  suspension 
de la taxe ssur la valeu r ajoutée ett 
des droits e
et taxes duss sur le 
chiffre d’afffaires sur laa base des 
Article 84 
sexxies 

attestation
ns généraless et sans 
disposer de
es originauxx des bons 
de commande devantt être 

Une amende fiscaale administrative égalle à 
50% du montant  de la taxe e
et du droit 
objet d
de la suspe nsion. 

présentés p
par le béné ficiaire du 
régime suspensif de laa taxe sur laa 
valeur ajou
utée. 

Article 85 

Le défaut d
de déclarati on, dans 

Une pénalité au ttaux de 1 % des revenu
us et 

les délais im
mpartis, dess revenus 

bénéfices concer nés. Cette p
pénalité 

et bénéfice
es exonéréss de l'impôt 

s'applique, pour lles entrepriises 

sur le reven
nu et de l'im
mpôt sur less 

bénéficiaires du rrégime fiscaal de 

sociétés ou
u soumis à uune 

l'exportation totaale, à comptter du prem
mier 

retenue à la source libbératoire de


jour du quatrièm e mois suivant celui au


l'impôt.  

pour 
cours duquel pre nd fin le délai imparti p

 

la déclaration dess revenus et bénéfices.  

 

 

 
 
 
 
 
 
 

45

D i s p o s i t i o n s f i s c a l e s p r é v u e s p a r l a l o i d e f i n a n c e s p o u r la g e s t i o n 2 0 1 5  A n a l y s e s & c o m m e n t a i r e s ex p l i c a t i f s

2‐ Preescription du droit d’ap
pplication ddes sanction
ns prévues  par les artiicles 84 bis  à 85 du 
CDP
PF 
La loi d
de finances  pour la gesstion 2015 aa institué u
un délai de prescriptionn pour l’app
plication 
des san
nctions prévvues par less articles 844 bis à 85 du
u CDPF. Ainsi, et confoormément àà l’article 
19 du C
CDPF, le dro
oit des servvices fiscauxx d’appliquer les amen
ndes adminnistratives cci‐dessus 
citées sse prescrit  à l’expiratio
on de la quuatrième an
nnée suivan
nt celle où ll’infraction  passible 
plication dee l’amende a été comm
de l’app
mise.  
3‐ Susspension dees délais de prescriptionn 
Le délaai de prescriiption est in
nterrompu ppar : 
-

la  nottification  d’un 
d
arrêtéé  de  taxation  pour  les  amenddes  adminisstratives 
exigiblles ; 

-

la  notification  de
e  la  mise  enn  demeure  adressé  au
u  contribuaable  en  cass  de  non 
régularisation de sa situationn fiscale dans un délai de trente j ours et ce, pour les 
sanctio
ons prévuess par les artticles 84 terr et 84 sexie
es du CDPF.  

C
Conformém
ment  aux  dispositions 
d
du  deuxiè
ème  paragrraphe  de  l’’article  50  du  CDPF, 
L’arrêté  dee  taxation  d’office  ddes  amende
es  fiscales  administraatives  prévvu  par  le 
ttroisième p
paragraphe de l’article 447 du du CD
DPF comporte les menntions suivantes : 
- Les  services  de  l’adm
ministration   fiscale  ayaant  procédé
é  à  l’opérattion  de  contrôle  ou 
de vérificaation ; 
- La nature de l’infraction constat ée ; 
de retenue pour l’appl ication de l’’amende exxigible au tittre de l’infraction ; 
- La méthod
ment juridique de l’arrêêté ; 
- Le fondem
et grades dees vérificate
eurs ; 
- Les noms, prénoms e
nt de l’amende ; 
- Le montan
es auprès dde laquelle sseront constatées les ssommes exigibles ; 
- La recettee des finance
- L’informattion  du  contribuable  de  son  drroit  de  s’op
pposer  à  l’ arrêté  de  taxation 
d’office deevant le trib
bunal de prremière instance comp
pétent et lee délai impaarti pour 
cette actio
on ; 
une  mise  een  demeure
e  en  cas 
4‐ Dispense  de  l’obligation  de  notificationn  au  contribuable  d’u
d’appliccation des  sanctions p
prévues par  les articless 84 bis, 84 quater, 84  quinquies et 85 du 
CDPF 
Conformément  au
ux  dispositions  du  paaragraphe  3 
3 (nouveau
u)  de  l’articcle  47  du  CDPF, 
C
la 
notificaation  au  co
ontribuable  d’une  misee  en  deme
eure  pour  régulariser 
r
sa  situation  fiscale 
n’est pas requise  en cas d’ap
pplication d es amende
es fiscales administrativves prévues par les 
articless 84 bis, 84 quater, 84 q
quinquies eet 85 du CDP
PF. 
46

D i s p o s i t i o n s f i s c a l e s p r é v u e s p a r l a l o i d e f i n a n c e s p o u r la g e s t i o n 2 0 1 5  A n a l y s e s & c o m m e n t a i r e s ex p l i c a t i f s

4. REDUCTION DU CHAMP D
D’APPLICATIION DES  SAN
NCTIONS FISC
CALES PENALEES (ARTICLE 33) : 
3
En  vuee  de  faciliter  l’acco mplissemen
nt  du  devvoir  fiscal  via  les  nouvelles 
technologies,  les  disposition s  des  articles  57  et  58 
5 de  la  loi   n°  2000‐98  du  25 
décembre 2000, p
portant loi dde financess pour l’ann
née 2001 o nt institué  le cadre 
légal réégissant la d
dématérialissation des o
obligations ffiscales.  
La sousscription et le dépôt dees déclarations fiscaless servant à  la liquidation et au 
paiemeent  de  l’impôt  à  distaance  par  le
es  moyens  électroniquues  fiables  ont  été 
rendus obligatoire
es en vertu  des dispositions de l’a
article 70 dde la loi de  finances 
pour l’aannée 2005
5 et ce, pouur les contrribuables do
ont le chiffrre d’affairess annuel 
brut  déépasse  un  montant 
m
fixxé  par  arrêtté  du  minisstre  des  finnances.  Ce  montant 
m
est actu
uellement ffixé par l’arrrêté du min
nistre des fiinances du  7 février dé
écembre 
2012 à un million d
de dinars. 
Régime en vigueur au
31/12/2014

Dans lee but de veiller au resppect de ces o
obligations,, les disposiitions de l’aarticle 37 
de  la  lo
oi  n°2008‐7
77  du  22  déécembre  20
008,  portant  loi  de  finaances  pourr  l’année 
2009, o
ont prévu une amendee fiscale pén
nale allant d
de 100 dinaars à 5000 d
dinars en 
cas  de  dépôt  des  déclarationns  fiscales  sans 
s
l’obserrvation  de  l’obligation
n  de  leur 
dépôt àà distance o
ou sur suppoorts magné
étiques. 
L’infracction  sus‐vissée  peut,  een  vertu  de
es  articles  78  et  79  du   CDPF,  faire  l’objet 
d’une ttransaction sur la base  d’un tarif ffixé par arrê
êté du minisstre des finances et 
après laa régularisaation par le  contrevenaant de sa situation fiscaale, à traverrs : 
 le  dépôt  des  déclaratio ns,  états  ou 
o relevés  comportantt  des  inforrmations 
destin
nées  à  l’adm
ministrationn  fiscale  ou
u  aux  servicces  du  recoouvrement  (qui  ont 
été co
ommuniqué
és sur papieer) sur supports magné
étiques, 
 l’ad
dhésion au  système dee la télé‐dé
éclaration, la déclaratioon et le paiement à 
distan
nce  au  titre
e  de  la  preemière  déclaration  échue  après  la  constataation  de 
l’infraaction. 
 
 

Apport dee la loi de finnances pourr la gestion 2015
2
 
Dans  lee  cadre  de  la  revue  du
u  champ  d’’application
n  des  sanctiions  fiscale s  pénales,  la  loi  de 
financees pour la ggestion 2015
5 a supprim
mé la sanctio
on pénale a
appliquée een cas de dé
épôt des 
déclaraations  fiscales  sans  l’o
observationn  de  l’obliggation  de  leur  dépôt  à  distance
e  ou  sur 
supporrts  magnétiques,  telle
e  que  ci‐deessus  expo
osée  et  l’a  remplacé  par  une  sanction 
administrative  égale  à  0,5%  du  montaant  de  l’imp
pôt  exigible
e  avec  un  minimum  de 
d 1000 
dinars. 

47

D i s p o s i t i o n s f i s c a l e s p r é v u e s p a r l a l o i d e f i n a n c e s p o u r la g e s t i o n 2 0 1 5  A n a l y s e s & c o m m e n t a i r e s ex p l i c a t i f s

5. UNIFICATION
N DE LA TERM
MINOLOGIE  ET ADAPTAT
TION DES DIS
SPOSITIONS D
DU CODE DE
ES DROITS 
EET PROCEDU
URES FISCAUX
X AUX PROCEEDURES D’AP
PPLICATION DES AMEND
DES ADMINIST
TRATIVES 
(ARTICLE 42
2) 
Afin d’u
unifier la terrminologie u
utilisé dans  le CDPF, la loi de finan
nces pour laa gestion 20
015 a : 
-

-

remplacé l’expression
n « la taxatiion est étab
blie » là où e
elle se trouvve dans le ccode des 
droits et p
procédures fiscaux par l’expression « la taxation d’officee est établie
e ». 
supprimé  l’expressio
on  « y  afférrentes »  mentionnée  par  l’articlle  53  du  code  des 
droits et p
procédures fiscaux. 
remplacé  l’expression « de l’imppôt » mentiionnée au d
dernier paraagraphe de
e l’article 
de  des  droiits  et  procéédures  fiscaaux  par  l’exxpression  «« des  impôts  et  des 
62  du  cod
amendes ». 
supprimé  l’expressio
on  « de  l’im
mpôt »  me
entionnée  au  deuxièm
me  paragraaphe  de 
8 du code des droits ett procédures fiscaux. 
l’article 68
remplacé  l’expression « l’impôt » mentionnée au deu
uxième paraagraphe de
e l’article 
113  du  co
ode  des  dro
oits  et  proc édures  fiscaux par  l’exxpression  «« des  impôtts  et  des 
amendes ». 

48

D i s p o s i t i o n s f i s c a l e s p r é v u e s p a r l a l o i d e f i n a n c e s p o u r l a g e s t i o n 2 0 1 5  A n a l y s e s & c o m m e n t a i r e s ex p l i c a t i f s

AU
UTRE
ES
DIS
SPOS
SITIO
ONS

49

50


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